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‘Novo Ozempic’ na praça: caneta emagrecedora da brasileira EMS já tem data para chegar às farmácias

As canetas de Olire e Lirux devem estar disponíveis em grandes redes farmacêuticas nas regiões Sul e Sudeste a partir de segunda-feira (4), com preços começando em R$ 307,26 – bem abaixo da concorrência estrangeira

Imagem: Divulgação/EMS

Se o reinado do Ozempic e do Wegovy já não era mais o mesmo desde a chegada do Mounjaro às farmácias brasileiras, em junho, agora vem novo concorrente por aí. Os medicamentos da Novo Nordisk e da Eli Lilly, respectivamente, passam a duelar com opções nacionais fabricadas pela brasileira EMS.

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As canetas de Olire e Lirux devem estar disponíveis em grandes redes farmacêuticas nas regiões Sul e Sudeste a partir de segunda-feira (4), com preços começando em R$ 307,26 – bem abaixo da concorrência estrangeira.

Ambos os medicamentos são produzidos no Brasil à base de liraglutida. A diferença é que o Olire será direcionado ao tratamento de obesidade e o Lirux, de diabetes tipo 2.

Segundo a EMS, os remédios começarão a ser vendidos no site e nas lojas físicas das redes Raia, Drogasil, Drogaria São Paulo e Pacheco no Sul e Sudeste do país, expandindo para outras regiões ao longo das próximas semanas. 

Olire e Lirux terão preços sugeridos a partir de R$ 307,26 (embalagem com 1 caneta), R$ 507,07 (Lirux com 2 canetas) e R$ 760,61 (Olire com 3 canetas). Os consumidores que fizerem parte do programa de fidelidade da EMS terão direito a 10% de desconto.

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Com a Eli Lilly enfrentando falta do Mounjaro no mercado e dificuldade de reposição dos estoques, a EMS espera conseguir suprir a demanda pelas canetas. Segundo a farmacêutica brasileira, 250 mil unidades devem estar disponíveis no varejo, chegando a 500 mil canetas no prazo de um ano.

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A companhia também se prepara para lançar a semaglutida (de Ozempic e Wegovy) em 2026, após o vencimento da patente da Novo Nordisk no país.

A EMS investiu mais de R$ 1 bilhão para viabilizar a produção das canetas com a inauguração, em 2024, da primeira fábrica de peptídeos do país, em Hortolândia (SP). A fábrica tem capacidade inicial para produzir 20 milhões de canetas injetáveis por ano, e possibilidade de dobrar a produção para 40 milhões.

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