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Perspectiva de crescimento de receita, baixo endividamento e boa capacidade de converter lucro operacional em caixa faz da empresa de diagnósticos a nova aposta defensiva para dividendos do BBA e da Empiricus
Se você olhar o histórico de preço das ações do Fleury (FLRY3) nos últimos cinco anos, o diagnóstico da empresa vai parecer bem ruim: desvalorização de mais de 40%. Mas, para uma avaliação mais precisa, o recomendado é sempre fazer mais exames.
Ao contrário do que sugere o desempenho dos papéis listados em bolsa, os resultados operacionais da empresa foram consistentes ao longo desses cinco anos. Receita e lucro operacional cresceram, na análise da Empiricus, mesmo desconsiderando a fusão com o Hermes Pardini em 2022.
O que os analistas ponderam é que, depois de anos com taxa de crescimento em dígitos altos, o crescimento agora é bem menor, entre 5% e 6% ao ano, “o que não é de encher os olhos”, mas alguns fatores teriam potencial para compensar essa perda.
Companhia diversificada, com posicionamento em todas as camadas de tíquetes e aumento de participação (market share) no mercado nos últimos anos. “Tudo isso ajuda a proteger os resultados”, diz relatório da Empiricus.
Os concorrentes também não se mostram em boas condições de competição para serem uma ameaça.
“Os tais players verticalizados mal conseguiram tomar conta de seus hospitais nos últimos anos, e a internalização de serviços laboratoriais deixou de ser prioridade — e deve continuar assim por algum tempo”, escrevem Rodolfo Amstalden, Ruy Hungria e Isabelle Oliveira.
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Já para os analistas do Itaú BBA, o Fleury se destaca pela resiliência de seus negócios, sua posição diferenciada no setor de diagnóstico e fortes perspectivas de fluxo de caixa.
“Fatores que devem permitir que a empresa seja uma sólida pagadora de dividendos nos próximos anos.”
Enquanto o caos se instala no mundo e o cenário macro do Brasil se deteriora, as perspectivas para o Fleury neste ano são amenas — o que não é visto como algo ruim.
“Não esperamos que a empresa apresente tendências de curto prazo particularmente animadoras. Prevemos um crescimento moderado da receita (+7% a.a.) e um mix de receitas que deve compensar as oportunidades de sinergia restantes da aquisição da Pardini, deixando pouco espaço para expansão de margem, que deverá ficar em 25,7%”, diz relatório do BBA
Por outro lado, o baixo endividamento (1x a dívida líquida pelo Ebitda) combinado com a pouca necessidade de investimentos e boa conversão de lucro operacional em caixa (97% em 2024) são destacados pela Empiricus.
Com isso, a casa de análise projeta um dividend yield entre 9% e 10% para Fleury neste ano — mesmo valor estimado pelo BBA.
Porém, o banco vai além e projeta dividendos maiores para 2026: entre 11,9% e 13,1%.
A Empiricus acrescentou os papéis da empresa de diagnóstico na carteira “Vacas Leiteiras”, com um peso inicial de 4%.
Já o Itaú BBA reiterou sua recomendação de compra (desempenho acima da média), com um preço-alvo de R$ 17,00 ao final de 2025 — equivalente a um potencial de valorização de 42,5% em relação ao fechamento da véspera, em R$ 11,93.
Companhia já vinha operando sob restrições desde outubro; no ano passado, a Refit foi alvo de operações da Polícia Federal, acusada de fazer parte de um grande esquema de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro
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