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Gilberto Tomazini participou do Agro Summit, do Bradesco BBI, nesta quinta-feira, e explicou por que esses dois fatores não estão entre as maiores preocupações da companhia
Nem as tarifas de Donald Trump contra o Brasil, nem a fusão entre BRF e Marfrig são preocupações para o CEO global da JBS (JBSS32), Gilberto Tomazini.
Em conversa com jornalistas durante o Agro Summit 2025, do Bradesco BBI, nesta quinta-feira (11), o executivo destacou que a empresa precisa se preocupar com o que pode controlar e “não adianta ficar preocupado com geopolítica”.
Tomazini afirmou que a companhia foi construída como um modelo de negócios resiliente, com operações no mundo todo, mas admitiu que algumas fábricas do Brasil estão sentindo os efeitos da tarifa de 50% imposta pelo presidente norte-americano contra as importações brasileiras.
“Nossa empresa foi construída para lidar e reduzir a volatilidade. Então, isso não é relevante para nós. Temos outros mercados. No caso da Friboi no Brasil, uma ou outra fábrica que estava focada na exportação para os EUA é afetada, mas não é algo comprometedor para o negócio", afirmou.
Em relação à MBRF, gigante que surge da união das duas rivais da JBS, Tomazini avalia que a novidade não altera o cenário para a companhia. "A BRF já concorria com a Seara, e a Marfrig já competia com a Friboi. Não tem novidade, os concorrentes já estavam aí, elas só se juntaram. Não muda nada para nós”, ressalta.
Quanto à possível disputa em Wall Street, já que o próximo grande passo da MBRF seria buscar uma listagem em Nova York — assim como a JBS — ele ressalta que o verdadeiro adversário nesse terreno é a Tyson Foods, descartando que a nova companhia possa ‘roubar’ a atenção dos investidores internacionais. “Eu gosto de concorrência, ela nos ajuda a ser melhores. Não vejo nenhum problema”, destacou.
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Sobre a listagem nos Estados Unidos, Tomazini avalia que o balanço tem sido positivo até aqui. Segundo ele, a companhia conseguiu atingir o principal objetivo com a migração: chamar a atenção do investidor estrangeiro.
“O interesse está grande. Estamos vendo isso diretamente, por meio de conversas com grandes bancos, e também estamos recebendo muitas ligações via Relações com Investidores. Todo mundo querendo conhecer mais. Estamos acessando, assim, uma nova base de clientes”, disse.
Ele avalia que o próximo grande passo para a companhia é integrar o Russell 2000, índice que reúne as empresas de menor capitalização do mercado norte-americano. A expectativa é de que a empresa seja incluída na próxima reconstituição anual do índice, que ocorrerá no ano que vem.
Dessa forma, a companhia poderá capturar investimentos de fundos passivos, que representam uma parcela significativa do mercado. No longo prazo, a expectativa é integrar o S&P 500.
“A gente sabe que o grande objetivo da listagem foi o re-rating das ações. Para isso, temos que participar dos índices porque mais da metade das ações que são negociadas são fundos passivos, que replicam esses fundos”, afirmou.
Cabe lembrar que o grande foco da companhia com a ida para Nova York foi reduzir o desconto de valuation em relação às gigantes do setor e conquistar maior visibilidade entre investidores internacionais.
Em outras palavras, a JBS era negociada com desconto em relação aos seus pares internacionais e a ida para Wall Street ajuda a reverter esse cenário.
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