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O navegador estava no cerne do processo por violar a lei antitruste norte-americana no segmento de buscas e publicidade nos resultados de pesquisa
O Google (GOGL34) pode respirar mais aliviado, pois, na última terça-feira (2), chegou ao fim a batalha judicial de cinco anos entre a big tech e o Departamento de Justiça dos EUA (DoJ). E o desfecho foi positivo para a companhia.
No cerne da disputa estava o Chrome, navegador do Google, que corria o risco de ter de ser vendido por violar a lei antitruste norte-americana ao tentar dominar o segmento de buscas e publicidade nos resultados de pesquisa.
Ontem, o Google recebeu a sentença: a big tech não precisará se desfazer do navegador, mas terá que compartilhar com os concorrentes os dados que utiliza para gerar seu histórico de busca.
A decisão destacou o quanto a indústria de tecnologia mudou com a inteligência artificial (IA) e as preocupações com a privacidade nos acordos, afirmou o Google em nota.
“O Tribunal impôs limites à forma como distribuímos os serviços do Google [...] Estamos preocupados com o impacto dessas exigências em nossos usuários e em sua privacidade, e estamos analisando a decisão com atenção”, afirmou a companhia.
Após a decisão proferida ontem, veio o respiro. A reação dos investidores no pregão desta quarta-feira (3) tem sido positiva.
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Na sessão de hoje, as ações da big tech na Nasdaq, sob o ticker “GOOGL”, saltaram 9,14%, a US$ 230,66, enquanto os BDRs (Brazilian Depositary Receipt) GOGL34, listados na B3, avançaram 7,94%, a R$ 105,26.
A decisão do juiz Amit Mehta, do Tribunal Distrital dos EUA, também ordena que o Google não poderá mais firmar acordos de exclusividade que impeçam fabricantes de pré-instalarem serviços de seus concorrentes em aparelhos como celulares.
Em 2024, o mesmo magistrado usou como exemplo em seu parecer o pagamento de US$ 26,3 bilhões pela Alphabet, dona do Google, a fabricantes de celulares para garantir que o Google fosse o buscador padrão nesses dispositivos.
Para o juiz, os acordos caracterizam práticas anticompetitivas e devem ser interrompidos.
No início deste ano, o Google havia defendido que a Justiça norte-americana apenas diminuísse o alcance dos acordos, por entender que essa seria a única medida apropriada.
Durante o julgamento, o carro-chefe da Alphabet alegou não agir de maneira anticompetitiva, afirmando que tem grande participação no mercado porque cria produtos que agradam aos consumidores.
A ação foi aberta em 2020 pelo Departamento de Justiça dos EUA, que acusou o Google de ter criado enormes barreiras de entrada para concorrentes como o Bing, da Microsoft, e o DuckDuckGo.
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