O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Empresa chinesa atingiu a marca histórica de US$ 107 bilhões em vendas em 2024 e já começou o ano com mais entregas do que a Tesla
A disputa pela coroa global de montadora líder em veículos elétricos ficou mais acirrada neste começo de 2025. Pelo segundo trimestre consecutivo, a chinesa BYD superou as entregas da americana Tesla e se encaminha para um ano de fortes vendas.
Entre janeiro e março de 2025, a BYD vendeu 416.388 carros elétricos, 39% a mais do que no mesmo período de 2024. Já a Tesla entregou 336.681 vendas no mesmo período, uma queda de 12,9% na comparação anual.
Com isso, a montadora de Elon Musk ficou atrás em 79.707 unidades, fazendo com que a chinesa comece o ano na frente como fabricante que mais vende carros elétricos no mundo.
2024 já foi um ano de grandes conquistas para a BYD. A empresa alcançou a marca histórica de US$ 107 bilhões em vendas.
Olhando para as entregas totais de carros elétricos, a Tesla saiu à frente no ano passado: a americana vendeu 1,79 milhão de veículos eletrificados, enquanto a chinesa vendeu 1,76 milhão de unidades. Entretanto, o quarto trimestre marcou o início de uma reviravolta.
Entre outubro e dezembro de 2024, as vendas de veículos totalmente elétricos da BYD subiram 13%, para 595.413, superando as vendas trimestrais da Tesla, que fecharam o período em 484.507 unidades.
Leia Também
E a tendência que se desenha neste começo de ano é favorável para a chinesa, já que concessionários e veículos da empresa de Elon Musk estão passando por boicotes no mundo inteiro.
A Europa, que já foi um continente de fortes vendas da Tesla, agora é o principal ponto de atenção para a montadora.
Na França, as vendas até março caíram 37%. Na Suécia, -64%. Apenas na Noruega, o novo Model Y recuperou fôlego, mas não o suficiente para reverter a tendência negativa.
Na China as coisas também não vão bem para a montadora americana. As vendas dos veículos da Tesla caíram pela metade em fevereiro, considerando vendas domésticas e exportações. Isso depois de uma queda de 11,5% registrada em janeiro.
O que analistas apontam é que se trata de uma crise de imagem, e o motivo é um: Elon Musk.
O CEO da Tesla protagonizou polêmicas políticas ao redor do mundo. São doações milionárias a partidos de extrema direita, apoio a políticas tarifárias do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, além dele próprio ser um membro do governo do republicano.
Tudo isso respingou na imagem da montadora, que está no centro de protestos e vandalismo contra os veículos.
Segundo agências internacionais, no último domingo (30), mais de 200 protestos foram realizados em diferentes cidades nos EUA, mas também no Canadá, Reino Unido, Alemanha e Portugal, como parte do movimento “Tesla Takedown”. Participantes exaltavam “vendam seus Teslas, se livrem de suas ações”.
Figuras públicas como os atores americanos John Cusack e Jason Bateman, a cantora Sheryl Crow, além de políticos democratas, se juntaram ao boicote e fizeram registros em suas redes sociais.
Desde janeiro, as ações da Tesla já perderam 33,6% do seu valor, saindo de um preço por ação de US$ 428,22 na máxima do ano, para US$ 251,67 no fechamento da véspera (3).
O JP Morgan revisou suas projeções de lucros para a empresa, com analistas destacando suas preocupações com a tendência de queda das vendas e desafios percebidos da marca.
O banco ajustou sua previsão de lucro por ação para US$ 0,36 no balanço do primeiro trimestre, abaixo de uma estimativa anterior de US$ 0,40, e manteve seu status de "Underweight" (equivalente a venda) para as ações.
Por outro lado, a BYD planeja dobrar as exportações para 800 mil unidades em 2025 frente as 417.204 do ano passado, mirando o Brasil e a Europa.
As ações da BYD listadas em Shenzhen acumulam 31,87% de alta no ano.
Banco de Brasília apresentou na sexta (6) o plano para capitalizar a instituição após perdas com ativos do Banco Master; veja o que explica a queda da ação nesta segunda (9)
O BTG Pactual vê fundos ainda subalocados no papel, retorno esperado mais modesto e poucas razões para aumentar a aposta no curto prazo
Resultado do quarto trimestre fecha uma sequência de trimestres recordes e reforça a mensagem do banco: a rentabilidade elevada veio para ficar
Além das mortes, cerca de 200 casos de problemas no pâncreas estão sendo investigados pela agência
A Fitch estima que a companhia tenha cerca de R$ 10,5 bilhões em dívidas com vencimento nos próximos 18 meses, o que amplia o risco de refinanciamento
ROE do banco avança, mas analistas alertam para um “teto” que pode travar novas altas das ações BBDC4 na bolsa
A produtora de etanol enfrenta alto endividamento, com a dívida líquida atingindo R$ 53,4 bilhões no segundo trimestre da safra 2025/26, e busca alternativas para sair do sufoco
Depois de um balanço forte no 4T25, o banco avalia captar recursos na B3; entenda os planos do Pine
Pressão financeira, plano mais detalhado e menos espaço para recuos explicam por que analistas veem maior chance de execução agora
O banco fechou o quarto trimestre de 2025 com um lucro líquido ajustado recorde de R$ 4,59 bilhões. Veja os destaques do balanço
O montante da dívida em jogo é estimado em R$ 1,2 bilhão, tendo como credores nomes como BTG Pactual, Prisma, Farallon e Santander
Segundo o CEO global da empresa, Gilberto Tomazoni, o projeto marca a expansão da presença da companhia na região
Grupo tenta coordenar reação dos investidores após pedido de recuperação judicial e decisão do TJ-SP que bloqueou R$ 150 milhões da empresa
Autuação cita descarga de fluido de perfuração no mar; estatal tem 20 dias para pagar ou recorrer, enquanto ANP libera retomada da perfuração
Banco do DF diz que ações são preventivas e que eventual aporte ainda depende do desfecho das investigações
Segundo a estatal, alienação de ativos ociosos começa em fevereiro e pode arrecadar até R$ 1,5 bilhão para fortalecer investimentos e sustentabilidade da empresa
Jovem de 18 anos fatura R$ 1,6 milhão em apenas um mês com o Beerzooka, acessório para bebidas criado com impressora 3D
Para 2026, a gigante automobilística busca um aumento na receita líquida e na margem ajustada de lucro operacional; UBS diz se a ação ainda vale a pena
Às vésperas dos resultados da safra 2025/2026 (3T26), a corretora rebaixou a Raízen e manteve cautela com o setor sucroenergético, por isso, a aposta do segmento veio com ressalvas
De acordo com vazamentos de sites especializados, a versão mais acessível do iPhone 17 deve ser lançada ainda no mês de fevereiro.