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Bia Azevedo

Bia Azevedo

Jornalista pela Universidade de São Paulo (USP). Em 2025, esteve entre os 50 jornalistas mais admirados da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já trabalhou como coordenadora e editora de conteúdo das redes sociais do Seu Dinheiro e Money Times. Além disso, é pós-graduada em Comunicação digital e Business intelligence pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

BYE, BYE

Mais um adeus à B3: companhia com quase 200 anos se despede da bolsa de valores

Com 187 anos de história, a tradicional Wilson Sons encerra seu ciclo na bolsa após a MSC adquirir o controle total da companhia em leilão que movimentou R$ 2,4 bilhões

Bia Azevedo
Bia Azevedo
24 de outubro de 2025
9:01 - atualizado às 8:48
Estátua do touro da B3 em frente à Bolsa de Valores de São Paulo, com expressão triste e lágrimas escorrendo dos olhos, acenando em gesto de despedida.
Empresas se despedindo da B3 - Imagem: Imagem gerada por IA

Parece que um efeito manada tem dominado a bolsa de valores nos últimos tempos, com uma série de empresas dando adeus à B3. Desta vez, que anunciou a despedida foi uma das mais antigas companhias em atividade no país, Wilson Sons (PORT3).

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Na tarde da última quinta-feira (23) foi realizado o leilão da oferta pública de aquisição de ações unificada, lançada pela gigante de navegação MSC, para comprar os papéis da companhia.

Ao todo, a empresa adquiriu 130 milhões de ações, ao preço de R$ 18,53.

A história da Wilson Sons

Fundada em 1837 em Salvador, BA, pelos irmãos escoceses Edward e Fleetwood Pellew Wilson, a companhia começou como uma empresa de serviços marítimos e de apoio portuário.

Nos primeiros anos, a Wilson Sons atuava principalmente na reparação de navios, construção naval e serviços logísticos ligados à navegação — atividades essenciais para o desenvolvimento do comércio marítimo brasileiro no século XIX.

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Com o tempo, a empresa expandiu suas operações para diversos portos do país, acompanhando o crescimento do comércio internacional e da infraestrutura portuária nacional.

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Em 1878, a companhia unificou suas operações na Bahia, Pernambuco e no Rio de Janeiro, autorizada pelo imperador Pedro II.

Em 1907, em meio à expansão das locomotivas e da navegação a vapor, se deu a fusão da Ocean Coal com a Wilson Sons & C. Limited. Mais tarde, na década de 1950, a empresa vou adquirida pelo banqueiro inglês Walter Salomon.

Hoje, a Wilson Sons é uma das líderes brasileiras em serviços portuários, marítimos e logísticos, com operações que incluem:

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  • dois terminais de contêineres (Tecon Salvador e Tecon Rio Grande);
  • uma frota de mais de 80 rebocadores;
  • um estaleiro próprio no Guarujá (SP);
  • serviços de apoio offshore, logística, agenciamento marítimo e terminais de carga.

A chegada à B3

A companhia chegou à bolsa ainda em 2007.

Na época, a listagem fez parte de uma reorganização societária do grupo, cujo controle permanece com a Ocean Wilsons Holdings Limited — empresa sediada nas Bermudas e listada na Bolsa de Londres desde o século XIX.

O IPO de 2007 marcou a entrada formal da Wilson Sons no mercado de capitais brasileiro, com o objetivo de fortalecer o financiamento de projetos de expansão, especialmente nos segmentos de terminais portuários, rebocagem e apoio offshore.

Em 2021, a companhia realizou uma reestruturação societária: as ações que antes eram negociadas por meio de BDRs (Brazilian Depositary Receipts) passaram a ser ações ordinárias listadas diretamente na B3, com o ticker PORT3, simplificando a estrutura e aumentando a liquidez.

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Desde então, o papel entregou uma valorização de 60%.

*Com informações do Money Times

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