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Os analistas da instituição também revisaram o preço-alvo para 2026, de R$ 54 para R$ 64 por ação, sugerindo potencial de alta de cerca de 33%
Após passar pela temporada de balanços do terceiro trimestre com resultados amargos, a resseguradora IRB (Re) (IRBR3) parece ter voltado a cair no gosto dos investidores. As ações da empresa dispararam nesta manhã e lideram as altas do Ibovespa: por volta das 11h40, avançavam 12,37%, a R$ 53,84.
O bom desempenho dos papéis vem na esteira da recomendação de compra pelo JP Morgan, que citou oportunidades de alta no preço da ação e pagamentos de dividendos pela companhia. “O IRB passa a ser nosso nome preferido entre as seguradoras”, afirmou o banco em relatório.
Os analistas da instituição também revisaram o preço-alvo para 2026, de R$ 54 para R$ 64 por ação, sugerindo potencial de alta de cerca de 33%.
De acordo com a instituição, os papéis da resseguradora avançaram aproximadamente 13% neste ano, desempenho inferior ao do Ibovespa, que sobe cerca de 31%, e do MSCI Financials Brasil (índice de referência do maior ETF de ações brasileiras em Nova York, o EWZ), com alta de 47% em reais.
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Apesar de múltiplos elevados em algumas ações após o rali recente, os analistas veem espaço significativo para reprecificação do IRB.
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O crescimento dos prêmios emitidos segue como foco dos investidores, com expectativa de recuperação em 2026 após a companhia registrar um aumento mais tímido de prêmios no último trimestre.
“Mesmo se o negócio não entregar crescimento — o que é um risco real — acreditamos que os investidores serão bem remunerados via dividendos”, afirma o JP Morgan no relatório.
O payout (proporção do lucro líquido que a empresa distribui aos acionistas) pode ser beneficiado por:
A projeção do banco indica ainda que o IRB poderá distribuir 50% do lucro em 2026, 75% em 2027 e 90% em 2028, levando a dividend yields (taxa de retorno medido pelos dividendos) de 8%, 13% e 18%, respectivamente.
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Os prêmios emitidos recuaram 10% no acumulado de 2025, principal motivo de cautela dos investidores. No entanto, o crescimento foi afetado pela perda de prioridade em alguns segmentos, como vida e aviação.
Excluindo seguro de vida, por exemplo, os prêmios teriam caído apenas 2% até o momento. A partir do primeiro trimestre de 2026, a expectativa é de que uma base comparável mais fraca leve o crescimento dos prêmios de volta ao terreno positivo, com alta projetada de 5% em 2026, segundo o JP Morgan.
Por outro lado, um agronegócio brasileiro mais fraco e um possível afrouxamento do mercado podem representar riscos para essa recuperação da receita.
Para 2026, há diversas discussões regulatórias com viés positivo para o IRB. A mais relevante, segundo o banco, é a reforma do IVA, que elimina o imposto sobre a receita de resseguro, podendo impactar positivamente o lucro por ação em 10% a 20% a partir de 2027.
“Vemos uma tese fortemente baseada em fundamentos, menos dependente de juros ou do cenário eleitoral. É verdade que o resultado financeiro representa uma parcela relevante do lucro antes de impostos (90% em 2026). Porém, o portfólio local está rendendo cerca de 12,2% no acumulado de 2025, e não esperamos que a Selic média fique muito abaixo desse patamar no próximo ano”, destacam os analistas.
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Fevereiro de 2020 marcou o início de um período difícil para a companhia. Na época, a gestora Squadra divulgou uma carta questionando os resultados da empresa.
A repercussão ganhou escala internacional e envolveu até Warren Buffett. O bilionário e lendário investidor da Berkshire Hathaway tratou de desmentir publicamente os executivos do IRB: “Não tenho [ações do IRB], nunca tive e nem quero ter.”
Após uma devassa nos números, a nova administração identificou um conluio entre altos executivos e funcionários, que omitiram mais de R$ 1,3 bilhão em sinistros pagos, além de outras inconsistências contábeis.
Desde então, o IRB tenta virar a página, num processo de reorganização. A faxina nos números já está dando resultados. Confira os detalhes aqui.
Com Money Times
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