O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Gestoras de investimento entram com contestação na CVM e podem melar os planos do fundo árabe controlador
O que parecia ser o último capítulo na jornada da Zamp (ZAMP3) na bolsa de valores ganhou uma reviravolta. Um grupo de acionistas minoritários, formado por pelo menos quatro gestoras de investimento, foi à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) contestar as condições da Oferta Pública de Aquisição (OPA) do Mubadala.
Com leilão marcado para segunda-feira, 8 de setembro, a oferta do fundo árabe oferece R$ 3,50 por ação da Zamp. O objetivo do Mubadala, que já detém 71,6% da companhia, é comprar os 26,45% restantes e tirar a empresa da bolsa.
Contudo, a contestação dos minoritários mira a participação da Restaurant Brands International (RBI), dona de 6,36% das ações da Zamp.
Segundo informações do Valor Econômico, o argumento das gestoras é que as ações detidas pela RBI não deveriam ser consideradas no cálculo de free float (ações em livre circulação) para fins de votação na OPA.
Para o fechamento de capital ser aprovado, a lei exige a adesão de dois terços (ou 17,5%) dos acionistas minoritários. Se a RBI votar a favor, seu apoio de 6,36% seria "praticamente definidor" para o Mubadala atingir essa meta, diz o jornal.
A questão é que a RBI não é uma investidora comum. Ela é a dona global das marcas Burger King e Popeyes. Como franqueadora, possui uma relação comercial direta com a Zamp.
Leia Também
Segundo o próprio balanço da empresa, a RBI é classificada como "parte relacionada", pois recebe royalties (5% do faturamento líquido) e taxas por cada loja aberta. Para os minoritários, isso configura um claro conflito de interesses, pois a RBI teria motivos para se alinhar ao controlador, e não aos demais acionistas.
A desconfiança dos minoritários é alimentada por uma mudança de posição. Em 2022, em uma tentativa anterior de OPA pelo Mubadala, a RBI se posicionou contra a operação. Agora, a percepção do mercado é que a franqueadora é favorável ao fechamento de capital.
O jornal afirma que Jared Kushner, genro de Donald Trump e executivo da Affinity Partners (outra acionista relevante), teria atuado como intermediário para alinhar os interesses do Mubadala e da RBI para a OPA deste ano.
A manifestação na CVM, inclusive, não foi bem recebida pelo fundo árabe, que conta com a defesa de um ex-presidente da CVM, Marcelo Trindade.
Se a CVM acatar o pedido e excluir as ações da RBI do cálculo, o desafio do Mubadala para alcançar os dois terços de adesão se torna significativamente maior.
Com o leilão se aproximando, há dúvidas sobre a capacidade da CVM de analisar o caso a tempo. O Valor diz que o processo era uma "última cartada” dos minoritários, mas que pode “não dar em nada".
Desde o anúncio da intenção da oferta, as ações da Zamp acumularam uma valorização de 66% no ano e agora são negociadas a R$ 3,49, praticamente coladas no preço da OPA, o que oferece pouco incentivo para os acionistas venderem.
*Com informações do Valor Econômico.
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
Na nova fase anunciada na noite de quarta-feira (12), o Magalu coloca a inteligência artificial no centro da estratégia — e Fred Trajano diz ter resolvido, via WhatsApp da Lu, um problema que nem a OpenAI, dona do ChatGPT, conseguiu
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos