Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

PRÉVIA DOS BALANÇOS

Dos dividendos do Itaú (ITUB4) aos impactos do agro no Banco do Brasil (BBAS3): o que esperar dos resultados dos bancos no 4T24

Mercado espera Itaú mais uma vez na liderança entre os bancos tradicionais e alguma cautela com as perspectivas do Nubank; saiba o que esperar

Camille Lima
Camille Lima
4 de fevereiro de 2025
6:13 - atualizado às 16:54
ações bancos banco do brasil bbas3 bradesco bbdc4 itaú itub4 santander sanb11
Imagem: Divulgação / Montagem: Bruna Martins

Mais uma safra de balanços corporativos está prestes a começar, com os grandes bancos inaugurando a temporada do quarto trimestre de 2024. A expectativa é que o ano termine mais ou menos como começou, ou seja, com o Itaú Unibanco (ITUB4) entregando outra vez resultados robustos e superiores aos dos pares no setor financeiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas quem dará o pontapé na safra de resultados entre os grandes bancos é o Santander Brasil (SANB11), que publicará amanhã (5), antes da abertura dos mercados, os últimos números trimestrais do ano. 

No mesmo dia, após o fechamento, será a vez de o Itaú divulgar o balanço trimestral. Além dos números, os investidores estão atentos ao aguardado anúncio de dividendos extraordinários.

Na sexta-feira (7) é dia de madrugar para conhecer os resultados do Bradesco (BBDC4), que publica os resultados antes da abertura do mercado.

Após um respiro de pouco mais de uma semana, o Banco do Brasil (BBAS3) e o Nubank (ROXO34) fecham a temporada de resultados dos gigantes do setor financeiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Veja o calendário completo de divulgações dos bancos:

Leia Também

NomeTickerDataHorário de divulgaçãoTeleconferência
Santander BrasilSANB1105/02/2025Antes da abertura05/02/2025
Itaú UnibancoITUB405/02/2025Após o fechamento06/02/2025
InterINBR3206/02/2025Antes da abertura06/02/2025, às 13h
Banco BradescoBBDC407/02/2025Antes da abertura07/02/2025, às 10h30
Banco BTG PactualBPAC1110/02/2025Antes da abertura10/02/2025, às 11h
Banco do BrasilBBAS319/02/2025Após o fechamento20/02/2025
NubankROXO3420/02/2025Após o fechamento20/02/2025, às 19h

O que esperar do balanço dos bancos no 4T24?

Para esta temporada, ao menos, a expectativa é que os bancões entreguem os últimos resultados “ensolarados”, com lucros robustos antes de vivenciar uma pressão adicional do cenário macroeconômico em 2025. 

Em geral, a previsão dos analistas é que os resultados do 4T24 sejam positivos para a maioria dos grandes bancos, com maior lucratividade, crescimento nos empréstimos e baixo custo de risco. 

Segundo estimativas compiladas pelo consenso Bloomberg, o Nubank (ROXO33) deve liderar quando o assunto é rentabilidade, com um ROE (retorno sobre o patrimônio líquido) beirando a casa dos 30%. Gigantes como o BTG Pactual (BPAC11) e o Itaú vêm na esteira, com rendimentos próximos de 23%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os analistas projetam um crescimento do crédito impulsionado pela desvalorização do real e uma boa qualidade de ativos, embora o Banco do Brasil (BBAS3) possa ser a exceção e enfrentar desafios devido ao peso do agronegócio em sua carteira.

Confira um resumo do que esperar dos balanços dos grandes bancos no 4T24:

EmpresaProjeções - Lucro líquido ajustado - BloombergProjeções - Rentabilidade (ROE) - Bloomberg
Santander Brasil (SANB11)R$ 3,720 bilhões16,6%
Itaú Unibanco (ITUB4)R$ 10,831 bilhões23,0%
Inter (INBR32)R$ 279 milhões12,9%
Banco Bradesco (BBDC4)R$ 5,315 bilhões12,9%
Banco BTG Pactual (BPAC11)R$ 3,362 bilhões23,9%
Banco do Brasil (BBAS3)R$ 9,414 bilhões20,1%
Nubank (ROXO34)US$ 591,28 milhões / R$ 3,451 bilhões28,7%

Fonte: Consenso Bloomberg.

De olho nos guidances de 2025

No entanto, o mercado está ainda mais focado nas perspectivas para este ano, já que nomes como Itaú e BB divulgarão os guidances (projeções) para os próximos 12 meses — que devem ditar o ritmo do crescimento dos bancos em 2025.

As condições macroeconômicas mais apertadas, com maiores taxas de juros e inflação e desaceleração da economia brasileira, devem forçar os bancos a colocar o pé no freio na carteira de crédito em 2025, com menor apetite por concessões e maior foco em clientes de menor risco. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É por isso que os analistas avaliam que os guidances refletirão um crescimento mais lento dos empréstimos e maiores desembolsos com provisões ao longo de 2025, mas melhora nas margens financeiras com clientes.

“Não devemos nos deixar levar, pois os ventos contrários da atividade estão aumentando. As impressões do 4T24 devem importar muito menos do que os indicadores subjacentes ou os comentários da gestão pintam para 2025”, afirmaram os analistas do Itaú BBA. 

No entanto, o peso de uma Selic maior deve fazer pressão apenas a partir do segundo semestre, segundo o JP Morgan, com dúvidas sobre quão rapidamente o lucro desacelerará, em meio a volumes menores e custo de risco maior.

“Até agora, as expectativas são de um pouso suave na qualidade do crédito com um custo geral estável de riscos, com pressões no segundo semestre. A perspectiva é de que os lucros ainda cresçam, mas concentrados na primeira metade do ano.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que vem aí no balanço do Santander Brasil (SANB11) no 4T24?

  • Data de divulgação do balanço: 5 de fevereiro - Antes da abertura
  • Lucro líquido ajustado projetado: R$ 3,720 bilhões (+68,7% a/a)
  • Rentabilidade (ROE) prevista: 16,6%

A projeção do JP Morgan é que o Santander (SANB11) apresente tendências operacionais e de recuperação do ROE positivas no balanço do 4T24, além de um valuation “razoável”. 

Se por um lado, o lucro líquido deve passar por uma leve expansão em relação ao último trimestre, com despesas operacionais e provisões controladas, por outro, o aumento nas taxas de juros no trimestre deve levar a custos de financiamento mais altos, o que pressionará a margem financeira.

Os analistas do JP Morgan também avaliam que a maior parte da piora da inadimplência do Santander já passou e o banco deve retomar o crescimento dos empréstimos, mas com pressão sobre as margens financeiras de mercado devido às taxas de juros mais altas.

Para o mercado, o Santander já mostra uma guinada em direção a uma postura mais defensiva, impulsionada por financiamentos para automóveis e cartões de crédito no portfólio de pessoas físicas e por PMEs (pequenas e médias empresas) na carteira corporativa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essa combinação deve manter sob controle indicadores como a qualidade dos ativos, níveis de inadimplência (NPLs) e provisões para devedores duvidosos (PDD).

Itaú Unibanco (ITUB4): resultado do 4T24 e dividendos extraordinários

  • Data de divulgação do balanço: 5 de fevereiro - Após o fechamento
  • Lucro líquido ajustado projetado: R$ 10,831 bilhões  (+15,2% a/a)
  • Rentabilidade (ROE) prevista: 23,0%

Na avaliação do mercado, o Itaú Unibanco (ITUB4) deve ser a grande estrela da safra de resultados dos bancões outra vez, com crescimento sólido de receita e controle de despesas. 

A expectativa do Bank of America (BofA) é que o banco mantenha a geração de receita e a qualidade de ativos, com um crescimento saudável dos empréstimos, ajudado pela sazonalidade, e com a desvalorização do câmbio impulsionando o crescimento fora do Brasil.

Na visão do JP Morgan, a forte criação de valor e rentabilidade, apoiada por uma margem superior à dos concorrentes, continuará sendo um vento favorável.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O banco norte-americano manteve recomendação “overweight”, equivalente a compra, para as ações ITUB4, com preço-alvo de R$ 39,00 para dezembro de 2025, o que implica uma valorização potencial de 16,5% em relação ao fechamento anterior.

Segundo os analistas, os principais riscos para o Itaú incluem o crescimento de empréstimos mais lento do que o esperado e provisões maiores do que o previsto, além de margens financeiras mais fracas e políticas governamentais para reduzir os spreads de empréstimos e taxas.

Ainda que as expectativas com o balanço do 4T24 estejam altas, os investidores estarão ainda mais atentos ao anúncio de dividendos extraordinários.

No último trimestre, o CEO do Itaú (ITUB4), Milton Maluhy Filho, confirmou que o banco pagaria dividendos extraordinários em 2024. Segundo o executivo, a expectativa é pagar mais dividendos extraordinários do que no ano passado

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em 2023, o banco distribuiu R$ 11 bilhões extras aos acionistas, o equivalente a 0,9 ponto do índice de capital. A expectativa de Maluhy para este ano é de que os dividendos representem uma fatia maior do índice de capital e de que o montante seja nominalmente maior. 

Nas contas do JP Morgan, o banco deve pagar cerca de R$ 20 bilhões em dividendos extras aos investidores, considerando um payout de 75% para 2024.

O balanço do Inter (INBR32) no 4T24

  • Data de divulgação do balanço: 06 de fevereiro - Antes da abertura
  • Lucro líquido ajustado projetado: R$ 279 milhões  (+74,3% a/a)
  • Rentabilidade (ROE) prevista: 13%

As perspectivas para Inter (INBR32) são otimistas para o balanço do quarto trimestre de 2024, com geração sólida de receita e qualidade de ativos estável.

Na visão do mercado, as receitas devem continuar a crescer em um ritmo sólido, com melhora na margem financeira, apesar do aumento das despesas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o JP Morgan, o Inter encerrará o ano de forma sólida, inspirando confiança nos mercados de que as estimativas são “alcançáveis”. 

Negociando a um múltiplo de 1,1 vez a relação de preço sobre o valor patrimonial (P/VPA) e de 8 vezes o preço/lucro (P/L), o banco digital é a “pequena aposta favorita” dos analistas do banco norte-americano no setor financeiro brasileiro.

O que está por vir no resultado do Bradesco (BBDC4)?

  • Data de divulgação do balanço: 07 de fevereiro - Antes da abertura
  • Lucro líquido ajustado projetado: R$ 5,315 bilhões  (+84,6% a/a)
  • Rentabilidade (ROE) prevista: 12,9%

Quanto ao Bradesco (BBDC4), a expectativa é que a trajetória de recuperação continue no quarto trimestre de 2024, com outra publicação de números positivos em meio a bases de comparação de lucros mais fracas.

Apesar dos lucros resilientes, a margem financeira deve ficar aquém do guidance estimado para 2024, segundo analistas. Já a qualidade dos ativos e as provisões devem permanecer sob controle — com a PDD inclusive abaixo das projeções anuais do banco, de R$ 35 bilhões a R$ 39 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O JP Morgan prevê uma lenta melhora das tendências para o Bradesco, com crescimento de empréstimos, revisão de preços e apetite de risco apoiando a margem financeira de clientes e a melhora da inadimplência.

Porém, os analistas avaliam que o contexto macro mais complexo deve desacelerar o impulso do banco em 2025, que deve entregar lucros menores e margens mais fracas, além de um custo maior de risco ao longo deste ano. 

Em meio às projeções menos animadoras, o Itaú BBA rebaixou a recomendação para as ações BBDC4 para “market perform”, equivalente a neutro, devido à preferência por qualidade em vez de valor.

“A ação ainda detém valor, especialmente considerando o negócio de seguros rentável, e a gestão está fazendo muitas coisas certas. No entanto, a recuperação mais lenta dos lucros e a crescente incerteza provavelmente manterão os múltiplos deprimidos por mais tempo”, avaliaram os analistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o JP Morgan, ainda que o Bradesco tenha aumentado gradualmente seus resultados, as melhorias têm sido mais lentas do que o esperado.

Segundo os analistas, essa frustração poderia se estender para os próximos meses caso os ganhos de custo sobre renda sejam adiados para 2026 e se a taxa Selic mais alta fizer com que margem de mercado permaneça de lado por um tempo.

Leia também: O Bradesco (BBDC4) vai atravessar a correnteza? Para o BTG, recuperação será um processo demorado. Saiba se vale a pena comprar a ação agora

De olho nos números do BTG Pactual (BPAC11)

  • Data de divulgação do balanço: 10 de fevereiro - Antes da abertura
  • Lucro líquido ajustado projetado: R$ 3,362 bilhões  (+18% a/a)
  • Rentabilidade (ROE) prevista: 24%

Na visão dos analistas, o BTG Pactual (BPAC11) provavelmente terá um fim de ano sólido, não só entregando um lucro forte, como também vários indicadores de qualidade nas divisões de franquia de clientes, o que sustentará o guidance para 2025.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o mercado, a diversificação de negócios do BTG é quem irá suavizar os impactos das condições mais voláteis de mercado.

Segundo o Itaú BBA, as units BPAC11 hoje oferecem uma combinação favorável de risco e recompensa, com os papéis negociados a um múltiplo de 7,7 vezes o preço/lucro para este ano, o que representaria “um híbrido de valor e crescimento”. 

“Além das tendências orgânicas, o BTG também está bem posicionado para utilizar seu capital e capacidade de execução para fazer movimentos estratégicos”, disseram os analistas, que mantiveram recomendação “outperform” para o banco e o elegeram como uma das principais escolhas para o ano.

Banco do Brasil (BBAS3)

  • Data de divulgação do balanço: 19 de fevereiro - Após o fechamento
  • Lucro líquido ajustado projetado: R$ 9,414 bilhões  (-0,3% a/a)
  • Rentabilidade (ROE) prevista: 20,1%

Na visão do JP Morgan, o Banco do Brasil (BBAS3) deve vivenciar mais um trimestre difícil. Com projeções de lucro estável no quarto trimestre, a grande preocupação quanto aos números do BB continua a vir do agronegócio e de inadimplências em casos corporativos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso porque analistas preveem que o setor rural continue a pressionar os índices de inadimplência e a qualidade dos ativos do BB.

Para o BofA, o crescimento total da margem financeira também deve desacelerar, uma vez que o rápido aumento da taxa Selic pode trazer uma margem de mercado melhor do que o esperado, que deve ser parcialmente compensada por níveis mais fracos do lado dos clientes.

A expectativa é que esse panorama também deve ajudar a manter as provisões do Banco do Brasil em alta, superando o topo do guidance projetado para a PDD em 2024, que ia de R$ 34 bilhões a R$ 37 bilhões.

Os principais riscos para o Banco do Brasil incluem uma qualidade de ativos pior do que o esperado, piora das margens acima das expectativas e uma posição de capital da empresa ainda sob pressão. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nubank (ROXO34): vem mais um balanço arrasa-quarteirões?

  • Data de divulgação do balanço: 20 de fevereiro - Após o fechamento
  • Lucro líquido ajustado projetado: US$ 591,28 milhões / R$ 3,451 bilhões  (+63,8% a/a)
  • Rentabilidade (ROE) prevista: 28,7%

Para os analistas, o quarto trimestre não deve sinalizar mais uma temporada arrasa-quarteirões para o Nubank (ROXO34). Ainda que o banco digital entregue mais um resultado forte nos últimos três meses de 2024, com rentabilidade em alta, a visão dos analistas é de cautela para o futuro da fintech.

Para o mercado, o crescimento da receita deve continuar limitado pela mudança no mix de empréstimos e aumento dos custos de financiamento.

“Os lucros devem continuar a refletir um crescimento robusto dos empréstimos e despesas operacionais controlado, mas também maiores encargos de provisão, crescimento moderado das taxas e expansão limitada da margem financeira”, disseram os analistas do Bank of America. 

“Acreditamos que os investidores continuarão buscando um maior crescimento da base de clientes no México, bem como a diversificação bem-sucedida das receitas no Brasil. Por fim, a depreciação de 12% do real no 4T24 pode pressionar os números”, acrescentaram.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vale lembrar que o quarto trimestre tende a ser sazonalmente positivo para bancos digitais como o Nubank (ROXO34), com melhora nos volumes de cartão de crédito e na penetração de empréstimos pessoais compensando um ritmo mais lento de financiamento via Pix.

Para o JP Morgan, o tom do trimestre será definido pelo conforto (ou não) da gestão com o crescimento do financiamento do Pix e qualidade dos ativos.

“Em nossa visão, o Nubank criou uma das marcas mais valiosas do Brasil e está se beneficiando disso. No entanto, após uma recente valorização, acreditamos que o mercado já está precificando alguns desses benefícios e estamos preocupados que o crescimento, embora esperado permanecer acima da indústria, deve desacelerar se o Nubank não conseguir ganhar tração com clientes de renda média e alta”, avaliou o banco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
“IMPOSTO DO PECADO”

Copa, eleições e imposto indefinido: o que afeta a Ambev (ABEV3) e outras fabricantes de cerveja, segundo o BTG

24 de março de 2026 - 16:04

Ainda não é possível saber qual o tamanho do impacto do Imposto Seletivo sobre cervejas, que ainda não foi regulamentado; efeito sobre a Ambev deve ser neutro 

REAÇÃO AO RESULTADO

Ações do Agibank caem em Wall Street após primeiro balanço desde o IPO. O que incomodou o mercado?

24 de março de 2026 - 14:48

Suspensão temporária no principal motor do negócio resulta em balanço “misto” no 4T25. Vale a pena manter o otimismo com as ações agora?

DESCONTOS DE ATÉ 30%

Depois da chegada de sua marca irmã mais barata, preços da Zara caem; qual o risco para C&A (CEAB3) e Lojas Renner (LREN3)?

24 de março de 2026 - 14:15

Nos últimos dias, diversos vídeos nas redes sociais mostram que a Zara reprecificou diversos produtos. A própria XP verificou, em levantamento, que os itens ficaram 15% mais baratos, com alguns cortes chegando a 30%

PRESSÃO REGULATÓRIA

Sanepar (SAPR11) cai até 7% após Agepar propor repasse de R$ 3,9 bilhões a usuários; entenda o que está em jogo

24 de março de 2026 - 12:37

Mudança de regra pode afetar diretamente as expectativas de retorno e geração de caixa da companhia de saneamento paranaense

REAÇÃO AO BALANÇO

Movida (MOVI3) muda o foco: lucro líquido sobe 64,5% e rentabilidade bate recorde no 4T25; é hora de comprar as ações?

24 de março de 2026 - 11:38

Lucro líquido chegou a R$ 102,3 milhões no período, em meio a estratégia mais focada em rentabilidade e menos dependente de crescimento de frota; veja os destaques do resultado

VEJA OS DETALHES

Um em cada cinco: auditoria ligada à Fictor Alimentos (FICT3) aparece em 113 fundos do entorno do Banco Master

24 de março de 2026 - 11:16

Levantamento com dados da CVM e da Anbima mostra forte presença da UHY em fundos ligados ao ecossistema do Banco Master, além de conexões com a Fictor, vínculos indiretos entre estruturas e indícios de investimentos cruzados entre os veículos

PROVENTOS À VISTA

Mais dinheiro na mesa: Vibra (VBBR3) anuncia R$ 393,5 milhões em juros sobre o capital próprio — ainda dá tempo de entrar?

24 de março de 2026 - 9:38

Data de corte se aproxima e ações devem virar “ex” nos próximos dias; veja o calendário dos proventos da Vibra

MERCADO IMOBILIÁRIO EM ALTA

XP mantém aposta nas construtoras de baixa renda e elege sua ação favorita; confira qual

23 de março de 2026 - 19:49

Mais dinheiro no setor, mudança no IR e ajustes no MCMV podem turbinar vendas; veja quem deve ganhar

IMPACTOS CONTÁBEIS DA RJ

Atraso acumulado: Oi (OIBR3) adia balanços dos dois últimos trimestres e não dá nova previsão para divulgar os números

23 de março de 2026 - 19:35

A operadora adiou a divulgação dos resultados do terceiro e do quarto trimestres de 2025, além das demonstrações financeiras anuais, e segue sem nova data para apresentação dos números ao mercado

RETORNO AO ACIONISTA

Rede D’Or (RDOR3) anuncia pagamento de R$ 350 milhões em JCP; veja quem tem direito — e o efeito nos dividendos

23 de março de 2026 - 19:17

Investidor precisa ficar atento à data de corte para não perder o direito ao provento

VEJA OS DETALHES

Entre dívidas ocultas e balanços questionáveis: o que laudo pericial revela sobre a crise da Fictor

23 de março de 2026 - 18:40

Laudo da Laspro libera avanço da recuperação, mas identifica números conflitantes, dependência de aportes internos e confusão patrimonial entre as empresas

SINAL DE ALERTA

Taesa (TAEE11) pode cair 15%, segundo esta corretora que recomenda venda para as ações

23 de março de 2026 - 18:21

Genial Investimentos revisa tese e aponta riscos que colocam em xeque a percepção de estabilidade da transmissora

TROCA DE LIDERANÇA

Santander Brasil (SANB11) sem Mario Leão: o que muda — e o que não muda — com a chegada do novo CEO?

23 de março de 2026 - 16:11

Em reunião com analistas, CEO diz que transição foi planejada e que modelo atual veio para ficar; veja o que esperar do bancão agora

SINAL VERMELHO?

Alliança Saúde (AALR3) em xeque: Fitch rebaixa rating para nível pré-calote, enquanto empresa tenta segurar pressão dos credores

23 de março de 2026 - 14:04

Liminar judicial dá 60 dias de fôlego à antiga Alliar, enquanto empresa tenta negociar dívidas e evitar um desfecho mais duro

OURO LÍQUIDO EM QUEDA

Prio (PRIO3) anuncia início da produção em Wahoo e prevê 40 mil barris/dia ao fim de abril, mas ações caem com guerra no radar

23 de março de 2026 - 13:31

A ação, no entanto, está em queda, com o arrefecimento da guerra no Oriente Médio, após o anúncio de Donald Trump, e a queda do petróleo tipo brent

EXPANSÃO NO E-COMMERCE

Reforço de uma gigante: após parceria com o Mercado Livre, Casas Bahia (BHIA3) começa a vender produtos na Amazon; ações sobem

23 de março de 2026 - 11:47

Presidente da Amazon Brasil defende que a parceria une a tecnologia da plataforma norte-americana com o portfólio e a tradição da Casas Bahia

ALÍVIO

CSN (CSNA3) garante empréstimo de até R$ 7,43 bilhões enquanto tenta fechar a venda da CSN Cimentos

23 de março de 2026 - 10:11

A CSN pretende utilizar os recursos do empréstimo para refinanciar dívidas existentes no curto e médio prazo; venda da CSN Cimentos foi dada como garantia

PARCEIROS DE PESO

Ação da Oncoclínicas (ONCO3) salta mais de 57% na B3 após atrair mais um gigante: Fleury (FLRY3) pode entrar em parceria bilionária com a Porto (PSSA3)

23 de março de 2026 - 9:27

Operação envolve transferência de ativos e dívidas para nova empresa sob controle dos investidores; saiba o que esperar do potencial negócio

SURFANDO NA FIBRA ÓTICA

Adeus, B3? Claro compra 73,01% da Desktop (DESK3) por R$ 2,41 bilhões, que terá OPA para sair da bolsa

23 de março de 2026 - 8:51

Depois que a operação for fechada, a Claro será obrigada a abrir um registro de uma oferta pública para a aquisição das ações restantes da Desktop, em função da alienação de controle da empresa

REPORTAGEM ESPECIAL

O problema de R$ 17 bilhões do Pão de Açúcar (PCAR3): o risco fora da recuperação extrajudicial que assombra o mercado

23 de março de 2026 - 6:01

Com recuperação extrajudicial, o real problema do GPA é bem maior. Veja quais as chances de isso vir a pesar de fato para a empresa e quais são os principais entraves para a reestruturação da companhia

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar