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O Bank of America reafirma a recomendação de compra para a Cosan (CSAN3), destacando seu processo único de reestruturação e desalavancagem na América Latina, mas reduz o preço-alvo para R$ 11
A Cosan (CSAN3) é uma história única de reestruturação e desalavancagem na América Latina, segundo um relatório recente do Bank of America (BofA), que reiterou a recomendação de compra para os papéis.
Apesar disso, o banco reduziu o preço-alvo para as ações CSAN3 de R$ 14 para R$ 11, o que ainda implica em uma valorização de quase 90%. De acordo com o time de análise, a companhia vem atuando para reduzir a alavancagem, com a gestão de passivos e a venda da participação na Vale (VALE3).
A companhia também está focada em aprimorar suas operações, especialmente na subsidiária Raízen (RAIZ4), que passou por mudanças na gestão e venda de ativos. Contudo, os juros elevados e o timing continuam sendo desafios, o que resultou em uma queda de 27% nas ações da empresa neste ano.
Apesar disso, os analistas acreditam que o cenário está prestes a mudar com a notícia sobre um possível aumento de capital na Raízen, que poderia destravar valor e atrair um novo acionista estratégico para a Cosan, o que no futuro poderia resultar em geração adicional de valor.
Cabe lembrar que a Raízen vem passando por um processo severo de desalavancagem diante da dívida colossal da empresa, que chegou a quase R$ 50 bilhões no primeiro trimestre de 2025 do ano safra (de abril a junho), com alavancagem de 4,5 vezes dívida líquida sobre Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização).
A venda de ativos, como a participação em algumas de suas operações não essenciais, faz parte dessa estratégia para aliviar a carga da dívida, que chegou a R$ 1,6 bilhão no primeiro trimestre deste ano. No entanto, com o anúncio do aumento de capital — que ainda não foi especificado —, a empresa parece reconhecer a necessidade de ir além para resolver a situação da alavancagem.
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De acordo com os analistas, o mercado tem atribuído ‘valor zero’ à Raízen nas ações da Cosan, em razão do balanço alavancado e do risco de diluição após o anúncio do plano de aumento de capital. No entanto, somando as partes, o valor justo para a ação da Cosan seria de R$ 13,70, com R$ 3,10 vindos da subsidiária.
O relatório ainda destaca que, caso a Raízen faça o aumento de capital de até R$ 15 bilhões sem a Cosan, a holding seria diluída em cerca de 2% — o que reduziria o valor da sua participação para R$ 5,6 bilhões.
“No entanto, mesmo com essa diluição, caso a Raízen fosse incorporada ao valor de mercado da Cosan, o potencial de valorização poderia chegar até 50%”, diz relatório.
Em outras palavras, o mercado não está reconhecendo o valor da Raízen na Cosan e, mesmo se houver uma diluição com o aumento de capital, as ações CSAN3 ainda poderiam subir 50%.
Em um relatório recente, o Bank of America destacou a venda de duas usinas da Raízen, localizadas em Mato Grosso do Sul (Rio Brilhante e Passa Tempo), com capacidade total de 6 milhões de toneladas, por R$ 1,5 bilhão. Para o banco, essa movimentação é vista de forma positiva, e o desinvestimento em ativos de cana superou as expectativas iniciais da empresa.
Desde novembro de 2024, a Raízen já se desfez de cinco usinas de cana, com uma capacidade total de 12 milhões de toneladas, arrecadando R$ 3,4 bilhões — valor superior à meta inicial de venda de 7 milhões de toneladas. Com isso, a empresa atualmente opera 25 usinas, totalizando 75 milhões de toneladas de capacidade.
Embora a estratégia de renovação de portfólio esteja avançando de maneira positiva e superando as expectativas, a Raízen anunciou, juntamente com os fracos resultados do primeiro trimestre do ano safra, que planeja realizar um aumento de capital no curto prazo para acelerar o processo de desalavancagem.
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
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