O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
RCN foi convidado para assumir os cargos de vice chairman, diretor global de políticas públicas e conselheiro da fintech; ele deve assumir funções a partir de 1º de julho, depois de cumprir a quarentena do BC
De vez em quando, ao ler o noticiário, bate uma certa nostalgia daqueles nomes que, por anos, dominaram as manchetes — mas que hoje circulam mais nos bastidores do poder. Um desses nomes voltou ao tabuleiro nesta terça-feira (6): o ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, foi convidado para integrar a diretoria do Nubank.
Depois de marcar a política monetária brasileira e o cotidiano da população com a implementação do Pix, Campos Neto agora deve deixar sua assinatura no "roxinho". Segundo comunicado da fintech, ele manifestou interesse na proposta.
O cargo reservado a ele não é pequeno: vice chairman do Nubank, diretor global de políticas públicas (global head of public policy) e ainda membro do conselho de administração. A expectativa é de que Campos Neto assuma essas funções a partir de 1º de julho de 2025, após cumprir o período de quarentena de seis meses do BC, conforme prevê a legislação brasileira.
“Damos as boas-vindas a Roberto Campos Neto, que tem sido um dos principais pensadores do mundo sobre como usar a tecnologia para avançar os sistemas financeiros locais por meio de sistemas como o PIX e o Open Finance. Estamos confiantes de que sua vasta experiência técnica nos setores financeiro e regulatório proporcionará uma liderança estratégica valiosa para o crescimento contínuo de nosso portfólio e operações na América Latina e em futuras geografias”, disse David Vélez, fundador e CEO do Nubank, em nota.
“Estou ansioso por essa mudança de carreira e por liderar as equipes do Nubank em sua jornada contínua para desenvolver produtos e serviços financeiros inovadores, apoiando políticas e regulações modernas e competitivas no cenário internacional, levando a um maior acesso, transparência e qualidade para os consumidores”, declarou Roberto Campos Neto.
Campos Neto encerrou, em dezembro de 2024, um mandato de seis anos à frente do Banco Central. Indicado por Jair Bolsonaro, assumiu o comando do BC em fevereiro de 2019 e protagonizou momentos decisivos, especialmente durante a pandemia e seus desdobramentos econômicos.
Sua gestão foi marcada por decisões controversas na política monetária, incluindo juros elevados e metas de inflação descumpridas em três ocasiões, o que gerou críticas, sobretudo de integrantes do governo Lula.
Leia Também
Ainda assim, o ex-presidente do BC saiu com prestígio junto ao mercado financeiro e consolidou sua reputação especialmente na frente microeconômica. Sob seu comando, o Banco Central deu tração à Agenda BC, lançou o Pix, avançou com o open finance e posicionou o Brasil entre os pioneiros no desenvolvimento de moedas digitais, com o projeto do Drex.
Pelo visto, o Nubank viu saldo positivo nessa trajetória. Agora, Campos Neto deve continuar seu trabalho — desta vez, ajudando a moldar o futuro de uma das maiores fintechs da América Latina.
Banco revisa estimativas após resultados do 4º trimestre e mantém recomendação de compra para a fabricante brasileira de aeronaves
Cosan diz que modelo proposto não ataca o nó estrutural da Raízen e defende mudanças mais profundas na companhia de energia e combustíveis
Os objetivos do BRB são reforçar a estrutura de capital, fortalecer os indicadores patrimoniais e ampliar a capacidade de crescimento das operações
A rede varejista afirmou que ficam de fora dessas negociações os débitos com fornecedores, parceiros e clientes, bem como obrigações trabalhistas, que não serão afetadas
Apesar de bilionária, a cifra representa uma melhora de quase 40% em relação ao 4T24; veja os detaques do balanço
Direcional reportou lucro líquido de R$ 211 milhões em outubro e dezembro, alta de 28% na base anual, e atingiu ROE recorde de 44%; CEO Ricardo Gontijo atribui avanço à demanda resiliente e aos ajustes no Minha Casa Minha Vida
A moeda norte-americana terminou o pregão em baixa de 1,52%, a R$ 5,1641, menor valor de fechamento desde 27 de fevereiro
Alta da commodity reacende questionamentos sobre defasagem nos combustíveis e coloca em dúvida a estratégia da estatal para segurar os preços no Brasil; veja o que dizem os analistas
Modelo híbrido que combina atendimento físico e banco digital para aposentados do INSS chama a atenção de analistas; descubra qual a ação
Companhia chama credores e debenturistas para discutir extensão de prazos e possível waiver de alavancagem; entenda
Mesmo após melhorar as projeções para a Telefônica Brasil, banco diz que o preço da ação já reflete boa parte do cenário positivo e revela uma alternativa mais atraente
A Ipiranga não é apenas mais uma peça no portfólio da Ultrapar; é, de longe, o ativo que mais sustenta a geração de caixa do conglomerado.
O desafio de recolocar os negócios no prumo é ainda maior diante do desaquecimento do mercado de materiais de construção e dos juros altos, que elevaram bastante as despesas com empréstimos
Com foco em desalavancagem e novos projetos, as gigantes do setor lideram a preferência dos especialistas
Estatal vai pagar R$ 8,1 bilhões aos acionistas e sinalizou que pode distribuir ainda mais dinheiro se o caixa continuar cheio
Operação encerra anos de tentativas de venda da participação da Novonor e abre caminho para nova fase de gestão e reestruturação das dívidas da companhia
Enquanto os papéis da petroleira disparam no pregão, a mineradora e os bancos perderam juntos R$ 131,4 bilhões em uma semana
Quem realmente cria valor nos bancos? Itaú e Nubank disparam na frente em novo ranking — enquanto Banco do Brasil perde terreno, diz Safra
Brasileiros agora podem pagar compras em lojas físicas argentinas usando Pix; veja o mecanismo
Com Brent acima de US$ 90 após tensão geopolítica, executivos da petroleira afirmam que foco é preservar caixa, manter investimentos e garantir resiliência