O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Do lado da rentabilidade, o retorno sobre o patrimônio líquido médio atingiu a marca de 22,5% no primeiro trimestre; veja os destaques
Diante de um sarrafo difícil de ser cumprido no primeiro trimestre de 2025, o Itaú Unibanco (ITUB4) entregou nesta quinta-feira (8) mais um conjunto de resultados fortes entre janeiro e março.
Em termos de lucratividade, o lucro líquido recorrente do maior banco privado do país somou R$ 11,1 bilhões no período. O montante corresponde a um aumento de 13,9% em relação ao mesmo período do ano anterior e de 2,2% contra o trimestre passado.
O resultado veio levemente acima das expectativas de analistas, que esperavam um lucro médio de R$ 11,073 bilhões, segundo estimativas compiladas pela Bloomberg.
“A solidez dos nossos indicadores financeiros demonstram o quanto o Itaú Unibanco está preparado e forte para enfrentar desafios e aproveitar oportunidades no curto e no longo prazo, gerando valor real para clientes, investidores e a economia brasileira”, disse Milton Maluhy Filho, CEO do Itaú Unibanco, em nota.
Do lado da rentabilidade, o retorno sobre o patrimônio líquido médio anualizado (ROAE, na sigla em inglês) atingiu a marca de 22,5%, aumento de 0,6 ponto percentual (p.p) na base anual e de 0,4 p.p em relação ao quarto trimestre de 2024.
A cifra também seguiu bem acima dos níveis de pares privados como o Santander (SANB11) e o Bradesco (BBDC4).
Leia Também
“Os resultados do Itaú Unibanco neste primeiro trimestre de 2025 refletem um círculo virtuoso de solidez e entrega de valor", afirmou o diretor financeiro (CFO), Gabriel Amado de Moura.
A margem financeira, que considera a receita com crédito menos os custos de captação, somou R$ 30,3 bilhões no primeiro trimestre, um crescimento de 12,8% em relação ao mesmo período de 2024.
A margem financeira com o mercado — indicador que reflete a remuneração do banco com as operações de tesouraria — apresentou queda de 12,8% em relação ao primeiro trimestre do ano passado.
Já a margem com clientes do Itaú teve aumento de 13,9% no mesmo período. Segundo o banco, a performance foi ajudada pelo efeito positivo do crescimento da carteira de crédito, da maior margem com passivos e da melhor remuneração do capital.
Enquanto isso, o custo do crédito subiu 2,1% em relação ao 1T24 e 3,8% frente ao quarto trimestre de 2024, para R$ 9 bilhões. O aumento é atribuído à sazonal menor recuperação de créditos baixados como prejuízo, além do menor volume de vendas de carteira em prejuízo.
A carteira de crédito ampliada do Itaú subiu 13,2% frente ao mesmo intervalo de 2024, mas recuou 1,7% no comparativo com o trimestre imediatamente anterior, para R$ 1,38 trilhão.
Do lado dos níveis de inadimplência (NPLs) do banco, o índice de devedores acima de 90 dias teve queda de 0,1 ponto porcentual contra o quarto trimestre de 2024 e de 0,4 p.p na base anual, a 2,3%. Trata-se do terceiro trimestre consecutivo de redução nominal da inadimplência.
O destaque do trimestre foi a inadimplência da carteira de pessoas físicas, que recuou 0,6 ponto percentual na base anual, a 3,6%, no menor patamar da história do Itaú.
Já as provisões para devedores duvidosos (PDD) cresceram 2,5% no comparativo anual, para R$ 9,49 bilhões em perdas previstas no crédito no primeiro trimestre.
As receitas com prestação de serviços subiram 3,5% no período em relação ao ano passado, chegando a R$ 11,2 bilhões no primeiro trimestre de 2025.
Enquanto isso, as despesas não decorrentes de juros avançaram 9,8% no comparativo anual, mas recuaram 5,5% na relação trimestral, a R$ 15,7 bilhões.
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas
A transação prevê o desembolso de US$ 300 milhões em caixa e a emissão de 126,9 milhões de ações recém-criadas da USA Rare Earth
No acumulado de 12 meses, a carteira semanal de ações recomendada pela Terra Investimentos subiu 94,90% contra 51,81% do Ibovespa
Com dívidas de R$ 4,3 bilhões, grupo terá fiscalização rígida da PwC após indícios de irregularidades; investidores devem acompanhar prazos cruciais para reaver valores devidos
Decisões judiciais passaram a atingir bens pessoais e até direitos hereditários de sócios, em meio ao avanço de investigações e ações de investidores que buscam recuperar recursos após suspeitas de pirâmide financeira
Nova projeção para o petróleo melhora cenário global, mas Bank of America vê na estatal uma combinação que outras empresas na América Latina não conseguem replicar
O BTG Pactual analisou os preços de 25 mil itens das marcas Vivara, Life e Pandora entre março e abril, para entender como elas têm reagido aos aumentos de custos
Produção de minério cresce entre janeiro e março, cobre e níquel surpreendem e bancos elevam projeções de lucro e geração de caixa; saiba o que fazer com os papéis agora
O valor total da propina chegaria a R$ 146 milhões, dos quais R$ 74,6 milhões teriam sido efetivamente pagos ao então presidente do banco
Mesmo com lucro 88% maior, as ações da empresa caíram com um guidance mais fraco para o segundo trimestre e a saída do cofundador do conselho de administração
Movimento ocorre após troca de CEO e faz parte da estratégia para enfrentar o endividamento e destravar resultados
O anúncio dos proventos acontece antes de a companhia divulgar os resultados do primeiro trimestre de 2026
Metais básicos impulsionam resultados operacionais, enquanto gargalos logísticos ligados ao conflito no Oriente Médio afetam o escoamento
Durante o evento VTEX Day 2026, executivos das empresas explicaram que é necessário fazer adaptações para conquistar o público brasileiro
Além da bolada aos acionistas, estatal aprovou plano bilionário de investimentos para este ano e mudanças no conselho
O movimento marca o início de uma captação mais ampla, que tem como meta atingir US$ 1,5 bilhão ao longo dos próximos cinco anos
O banco suíço cita uma desconexão entre lucro e valuation para a nova avaliação das ações, que agora tem potencial de queda de 8,40%
Em fato relevante, a empresa comunicou ao mercado sua decisão de aceitar a proposta da MAK Capital Fund LP. e da Lumina Capital Management.