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Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

BALANÇO

Lucro do Banco do Brasil (BBAS3) tomba 60% e rentabilidade chega a 8% no 3T25; veja os destaques

O BB registrou um lucro líquido recorrente de R$ 3,78 bilhões entre julho e setembro; veja os destaques do balanço

Camille Lima
Camille Lima
12 de novembro de 2025
18:36 - atualizado às 23:25
Fachada do edifício sede do Banco do Brasil (BBAS3), em Brasília.
Fachada do edifício sede do Banco do Brasil (BBAS3), em Brasília - Imagem: Fernando Bizerra/Agência Senado

O Banco do Brasil (BBAS3) confirmou os temores do mercado ao entregar mais um balanço estressado no terceiro trimestre de 2025. O lucro líquido recorrente chegou a R$ 3,78 bilhões. O montante equivale a um tombo de 60,2% em comparação com o mesmo período do ano anterior, mas em linha com o trimestre passado.

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O resultado veio abaixo das expectativas do mercado, que previa um lucro médio de R$ 4,03 bilhões, de acordo com o consenso Bloomberg.

Mas a verdadeira frustração veio na linha da rentabilidade, que foi novamente pressionada pelo alto nível de inadimplência e as elevadas provisões. 

O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE, na sigla em inglês) chegou a 8,4%, o nível mais baixo em quase uma década, com uma queda de 12,7 pontos percentuais (p.p) na base anual. 

A título de comparação, o pior patamar de rentabilidade histórico do Banco do Brasil foi atingido no primeiro trimestre de 2016, quando o ROE chegou a 5,6%.

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A rentabilidade veio aquém do esperado pelo mercado, de 8,6%, segundo a média das estimativas compiladas pelo Seu Dinheiro.

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Esse é também o pior patamar de retorno entre os grandes bancos, bem aquém dos níveis de pares privados, como o Bradesco (BBDC4), com 14,7%, e o Santander (SANB11), com 17,5%.

Segundo Geovanne Tobias, vice-presidente de gestão financeira e relações com investidores do Banco do Brasil, mesmo com os desafios, a "capacidade do banco de gerar resultados consistentes é um fato".

"Estamos atravessando um momento de ajustes para preparar o Banco para retomar seu patamar de rentabilidade, aquele que sempre caracterizou a força do Banco do Brasil", afirmou Tobias, em vídeo após o balanço.

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“Para 2025, reconhecemos que, diante das dificuldades, entregaremos um lucro médio menor que o do ano passado, mas ainda com uma rentabilidade sólida, considerando o volume de provisões que vamos contabilizar", disse o executivo, afirmando que o patamar de lucratividade acumulado no ano "demonstra a fortaleza de geração de resultados" do BB.

Na visão de Felipe Sant'Anna, analista do Axia Investing, embora um resultado "ruim" no Banco do Brasil já fosse esperado pelo mercado, o tombo relevante do lucro deve pressionar as ações no pregão da próxima quinta-feira (13), enquanto o mercado digere o balanço mais fraco.

"Foi praticamente o mesmo lucro apresentado no trimestre anterior, só que o ROE também assusta. O Banco do Brasil, que já vinha sendo observado pelos analistas com bastante problema, e agora acaba de apresentar mais um: a carteira de crédito cresceu, puxada por dois segmentos que me preocupam muito. pessoa física e pessoa jurídica", disse o analista, destacando o temor em relação à inadimplência.

Inadimplência e mais inadimplência

E por falar em inadimplência, os indicadores de NPL continuaram a chamar atenção no terceiro trimestre.

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O índice de devedores acima de 90 dias, que mede a relação entre as operações vencidas há mais de 90 dias e o saldo da carteira de crédito, teve alta de 1,6 ponto porcentual na comparação com o mesmo trimestre de 2024 e de 0,72 p.p na base trimestral, a 4,93%.

No trimestre, a inadimplência da carteira do agronegócio chegou a 5,34%, aumento de 1,85 p.p, principalmente puxada por situações na cultura da soja e nas regiões Centro-Oeste e Sul do país, além do efeito dos pedidos de recuperação judicial no segmento, segundo o banco.

Os atrasos na carteira de pessoas físicas também subiram 0,42 p.p no trimestre, para 6,01%, pressionados pela sobreposição de operações realizadas com produtores rurais, e pela elevação da inadimplência na carteira renegociada e na linha de cartão de crédito, afirmou o banco.

Se considerada somente a inadimplência em micro, pequenas e médias empresas (MPMEs), que se tornou outro detrator dos resultados do banco nos último trimestres, a inadimplência acima de 90 dias seria de 10,25% entre julho e setembro.

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Em publicação no LinkedIn, a CEO do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, afirmou que a instituição enfrentou mudanças regulatórias e operacionais, além de um cenário de inadimplência elevada no agronegócio — o que resultou na estratégia do BB de aumentar a proximidade com o produtor rural e priorizar linhas de crédito com melhor relação risco e retorno.

"Na reta final do ano e já olhando para 2026, nosso foco estratégico está na expansão de linhas seguras para pessoas físicas, na especialização do atendimento para empresas, no controle de risco e ampliação de garantias. Seguimos investindo em tecnologia, capacitação e transformação digital, com muita responsabilidade e ganhos de eficiência", escreveu.

No trimestre, as provisões do Banco do Brasil contra calotes subiram 15,5% na comparação com o mesmo período do ano anterior, para R$ 35,3 bilhões em perdas previstas no crédito.

O percentual da carteira alocado no estágio 3 — quando o crédito é oficialmente considerado inadimplente e exige provisões ainda mais elevadas — também aumentou no trimestre, para 8,5%, um leve aumento de 0,1 p.p na base trimestral e de 0,7 p.p frente ao 3T24.

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Segundo o BB, porém, cerca de 34,8% do saldo das operações da carteira em estágio 3 estão adimplentes — ou seja, ainda não atrasaram pagamentos.

Por sua vez, o custo do crédito, que corresponde às despesas de perda esperada somadas aos descontos concedidos e deduzidas das receitas com recuperação de crédito, saltou 12,7% na base trimestral e 77,7% em relação ao ano anterior, para R$ 17,9 bilhões.

Novamente, a pressão sobre os indicadores do BB veio do agronegócio, do agravamento de casos de inadimplência na carteira corporativa e da "cessão de single names de grandes empresas com impacto sobre as linhas de perda esperada e descontos concedidos".

Segundo o diretor financeiro do banco, independentemente dos desafios, o BB continuou a apresentar "números sólidos em crédito, com destaque para o segmento de pessoas físicas, com o crescimento da nossa carteira sustentável, a evolução da margem financeira bruta, refletindo o foco em linhas mais rentáveis".

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Inadimplência sobe, carteira cresce

Embora o Banco do Brasil tenha optado por um crescimento mais seletivo das concessões de crédito em meio à inadimplência crescente, a instituição continuou a aumentar o portfólio no terceiro trimestre.

A carteira de crédito expandida do BB cresceu 7,5% em relação a igual intervalo de 2024, mas encolheu 1,2% ante ao trimestre imediatamente anterior, para R$ 1,27 trilhão. 

O portfólio de pessoa física chegou a R$ 350,5 bilhões no trimestre, um crescimento de 7,9% em um ano, puxado pelo crescimento nas linhas de crédito consignado, não consignado e cartão de crédito.

Já a carteira de crédito corporativo chegou a R$ 453 bilhões, avanço de 10,4% na comparação anual, mas redução de 3,2% no trimestre.

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Enquanto isso, o crédito para o agronegócio chegou a R$ 398,8 bilhões, expansão de 3,2% na base anual, mas queda de 1,5% na base trimestral, com crescimento em linhas de custeio e investimento agropecuário. Segundo o BB, o avanço está alinhado à "estratégia de crescimento com base na matriz de resiliência e maior volume com garantias de imóveis".

Outros destaques do balanço do Banco do Brasil (BBAS3) no 3T25

No terceiro trimestre, a margem financeira bruta, que considera a receita com crédito menos os custos de captação, subiu 1,9% em relação aos últimos 12 meses, para R$ 26,36 bilhões.

Já a margem financeira com o mercado — que reflete a remuneração do banco com as operações de tesouraria — recuou 66% em relação ao mesmo trimestre de 2024 e 37,3% na comparação com o 1T25, embora tenha se mantido no campo positivo, a R$ 1,73 bilhão.

Segundo o banco, a performance foi impactada pela menor contribuição da margem do Banco Patagonia e pelo crescimento das despesas de captação institucional, devido à estratégia de mix de funding com emissões de letras financeiras perpétuas no Brasil indexadas à taxa Selic.

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Por sua vez, a margem com clientes teve aumento de 18,6% no mesmo período frente ao ano passado e de 10,4% na base trimestral, a R$ 24,63 bilhões. O BB atribui o resultado à elevação da liquidez, ao crescimento dos juros, ao giro da carteira de crédito com taxas reprecificadas e ao efeito calendário, com 5 dias úteis a mais.

As receitas operacionais do Banco do Brasil (BBAS3) caíram 2,6% no período, chegando a R$ 8,86 bilhões no fim de setembro.

Enquanto isso, as despesas administrativas subiram 4,7% no comparativo anual, a R$ 9,81 bilhões.

Revisão de guidance

O Banco do Brasil decidiu revisar o guidance (projeções) fixado para 2025 outra vez. Agora, o BB prevê uma faixa de lucro ainda menor para o ano.

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A previsão para o lucro líquido de 2025 é de algo em torno de R$ 18 bilhões a R$ 21 bilhões, bem aquém do inicialmente previsto, de R$ 21 bilhões a R$ 25 bilhões.

O banco também espera um custo de crédito maior para 2025, de um intervalo de R$ 59 bilhões a R$ 62 bilhões.

Confira como ficou o guidance atualizado:

IndicadoresIntervaloResultado em 9M25Revisado
Carteira de crédito - variação %3,0 a 6,07,3Mantido
Pessoas Físicas - variação %7,0 a 10,07,9Mantido
Empresas - variação %0,0 a 3,011,6Mantido
Agronegócios - variação %3,0 a 6,03,2Mantido
Carteira sustentável - variação %7,0 a 10,08,0Mantido
Margem financeira bruta - R$ bilhões102,0 a 105,075,3Mantido
Custo do crédito - R$ bilhões53,0 a 56,044,059,0 a 62,0
Receitas de prestação de serviços - R$ bilhões34,5 a 36,526,0Mantido
Despesas administrativas - R$ bilhões38,5 a 40,029,0Mantido
Lucro líquido ajustado - R$ bilhões21,0 a 25,014,918,0 a 21,0

Dividendos na conta dos acionistas

Junto ao balanço, o Banco do Brasil também informou que fará mais uma distribuição de dividendos aos acionistas. O banco anunciou o pagamento de cerca de R$ 410,59 milhões na forma de juros sobre o capital próprio (JCP).

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O montante corresponde a cerca de R$ 0,07192 por ação BBAS3. Veja quem terá direito à bolada.

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