O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Nem mesmo uma série de acordos promocionais no quarto trimestre foi capaz de estimular as vendas o suficiente para superar os resultados do ano anterior
Não teve airbag que ajudasse a Tesla em 2024. A fabricante de carros elétricos do bilionário Elon Musk registrou a primeira baixa nas entregas globais de veículos em mais de uma década.
E nem mesmo uma série de acordos promocionais no quarto trimestre foi capaz de estimular as vendas o suficiente para superar os resultados do ano anterior.
Como resultado, a Tesla entregou 495.570 veículos entre outubro e dezembro de 2024 — um desempenho que só foi possível graças a iniciativas para atrair compradores como financiamento sem juros e super carregadores grátis.
Embora marque um recorde trimestral, alta de cerca de 2% em relação ao ano anterior, o desempenho ainda ficou aquém dos cerca de 515 mil veículos necessários para que a Tesla superasse o desempenho de 2023.
Durante 2024, a Tesla entregou 1,79 milhão de veículos em todo o mundo — uma queda de cerca de 1% em relação ao ano anterior.
Vale lembrar que o ano de Tesla começou difícil. No primeiro trimestre, registrou a primeira queda anual nas entregas globais desde 2020. O desempenho continuou a cair no segundo trimestre, com a companhia reportando uma queda de 6,5% nas entregas globais no primeiro semestre de 2024.
Leia Também
O desempenho do quarto trimestre pesou nas ações da Tesla em Nova York. Os papéis fecharam o dia com queda de 6,08%, cotados a US$ 379,28.
A Tesla registrou um aumento constante ano após ano nas entregas globais de veículos desde 2012, quando lançou o Modelo S — um sedã de luxo — e o segundo modelo depois do esportivo Roadster.
Só que a Tesla vem perdendo o brilho junto aos consumidores por conta da linha envelhecida de veículos, que inclui modelos que não são totalmente redesenhados há anos.
Além disso, as fabricantes de veículos elétricos rivais também inundaram o mercado com modelos concorrentes, muitos dos quais já estão sendo vendidos com grandes descontos à medida que o estoque se acumula.
A expectativa é que a Tesla dê a volta por cima este ano. Além Donald Trump assumir a Casa Branca neste mês — um forte aliado de Musk e um defensor de tarifas contra os elétricos chineses — a companhia começou a entregar alguns modelos bastante esperados.
O Cybertruck, por exemplo, chega agora ao mercado em uma versão com menor preço, que começa em US$ 79.990.
Espera-se também que a Tesla lance um carro novo e de baixo custo no primeiro semestre de 2025, embora não esteja claro se é um novo modelo ou uma atualização de um carro existente da linha.
Novo acordo prevê paridade no conselho e decisões conjuntas; analistas destacam maior influência da estatal em meio à fragilidade financeira da Braskem
Banco eleva preço-alvo de ABEV3 para R$ 16, mas avalia que mercado ignora pressão de margens e já precifica cenário positivo
A estatal colombiana pretende, ainda, lançar uma OPA (oferta pública de ações) para comprar mais 25% das ações, com preço de R$ 23, prêmio de 27,8%
Renúncia de Ricardo Sartim amplia incertezas enquanto empresa negocia dívidas e tenta reorganizar o caixa
Banco vê falta de gatilhos para a Klabin no curto prazo e cenário mais desafiador para a fibra longa e reforça aposta em concorrente
Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino