🔴 AS CRIPTOMOEDAS CERTAS PODEM TRANSFORMAR R$ 1 MIL EM ATÉ R$ 214 MIL – ENTENDA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

CORPO FECHADO

Galípolo afirma que mercado vê menor dependência dos EUA como proteção do Brasil ao tarifaço de Trump

Para o chefe do BC, essa condição fará com que o país se machuque menos do ponto de vista comercial

Presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, com a mão na cabeça.
Presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo - Imagem: Flickr Banco Central

Se antes era uma desvantagem, atualmente, a baixa dependência comercial do Brasil em relação aos EUA é vista pelo mercado como uma proteção, disse o presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, nesta segunda-feira (11).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ele afirmou que essa condição fará com que o país “se machuque menos do ponto de vista comercial no processo do tarifaço".

No acumulado do ano até julho, apenas 11,98% das exportações brasileiras tiveram os EUA como destino, ficando atrás do bloco China, Hong Kong e Macau (29,51%) e da União Europeia (14,41%).

  • LEIA TAMBÉM: Market Makers destrincham o ‘método de investimento de Mugler e Buffett’ em 3 aulas gratuitas; veja

O presidente do BC relembrou que, após as tarifas impostas ao México, a dependência do mercado consumidor norte-americano trouxe impactos significativos, mas o Brasil não seguiu esse caminho.

Efeitos das tarifas

O Banco Central, em janeiro, revisou seu balanço de riscos, incluindo o caráter “baixista” das taxas, que poderia enfraquecer as relações comerciais e desacelerar a economia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os economistas consultados no Questionário Pré-Copom (QPC) identificaram três percepções principais sobre os efeitos das tarifas norte-americanas no Brasil.

Leia Também

VEJA COMO VOTAR

Seu Dinheiro é finalista do Prêmio +Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças 2026; veja como votar

PARA OS ESTUDANTES

Pé-de-Meia outubro 2026: veja quem recebe a sétima parcela e as datas de depósito

As duas primeiras seriam de efeito temporário: a primeira prevê aumento da oferta no mercado interno, o que tenderia a reduzir preços; a segunda aponta para um possível acirramento das relações com os EUA, levando à desvalorização do real frente ao dólar e pressionando a inflação.

Já a terceira percepção indica que as tarifas podem afetar de forma mais duradoura a atividade econômica, ao dificultar a realocação das exportações para novos mercados e gerar perda de empregos. Galípolo observa, contudo, que esse cenário ainda não foi incorporado às projeções dos economistas.

Efeitos sobre a inflação

Galípolo ressaltou que o tarifaço de Trump é um dos fatores cruciais que o Banco Central monitora de perto para entender como a inflação é afetada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esse cenário complexo — que inclui tanto as tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros quanto a preocupação com o aumento de tarifas internas, como as de energia — exerce pressão direta sobre as projeções inflacionárias.

O chefe da autarquia afirmou que as projeções de inflação apresentam “caudas mais gordas”, indicando maior incerteza e riscos de efeitos maiores que o esperado caso esses riscos, incluindo a parte tarifária, se materializem.

Para isso, a instituição interrompeu o ciclo de aperto nos juros, segundo Galípolo, e está monitorando a economia para verificar se o patamar da taxa de juros é “restritivo o suficiente” para garantir a convergência da inflação.

Ele ainda acrescentou que, embora os investidores não deixem de aplicar nos EUA, passaram a buscar alternativas de segurança diante da desvalorização do dólar, já que dificilmente encontrarão outro mercado com o mesmo nível de liquidez e volume de ativos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

*Com informações do Money Times

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Tela do Meu INSS com opção de acesso pela conta gov.br 2 de outubro de 2026 - 5:07
Uma gangarra representando o Ibovespa: de um lado (vermelho), a gangorra está para baixo. De outro (verde), a gangorra está para cima. No centro, o Ibovespa. 1 de outubro de 2026 - 19:50
1 de outubro de 2026 - 15:01
pix internacional 1 de outubro de 2026 - 11:01
Bernard Appy, um dos autores do texto da reforma tributária 30 de setembro de 2026 - 13:50
Montagem de um leão deitado sobre pilhas de moedas, representando os títulos isentos de Imposto de Renda 30 de setembro de 2026 - 8:42
Fachada de agência da Caixa Econômica Federal durante greve 30 de setembro de 2026 - 7:55
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar