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No Touros e Ursos desta semana, Claudio Pires, sócio-diretor da MAG Investimentos, fala sobre o impacto da queda do dólar na economia e nos investimentos

O dólar perdeu o patamar dos R$ 5,50 nesta semana, e as sucessivas quedas da moeda norte-americana neste ano, em relação ao real e a outras divisas estrangeiras, têm surpreendido o mercado financeiro.
A moeda, que já foi considerada o ativo de segurança dos investidores para momentos de aversão a risco, tem sido trocada por outras moedas, como o euro, ou por outros ativos, como o ouro.
Mas, afinal, por que essa desdolarização é importante para o Brasil e para o bolso dos brasileiros?
No Touros e Ursos desta semana, Claudio Pires, sócio-diretor da MAG Investimentos, explora as múltiplas implicações dessa desvalorização, não só para quem investe ou viaja, mas também para os preços do dia a dia.
Segundo Pires, a desvalorização do dólar é um fenômeno global, não restrito ao Brasil. Em sua entrevista ao podcast, ele atribuiu a perda de valor da moeda aos "déficits gêmeos" da economia americana — déficit de transação corrente e fiscal, aumentando a dívida pública do país.
Além disso, o gestor afirma que os rebaixamentos da classificação de risco (rating) dos títulos dos Estados Unidos por agências de crédito fez com que a moeda perdesse sua percepção de "porto seguro".
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Diante deste cenário, grandes investidores globais têm rebalanceado seus portfólios, tirando recursos dos EUA e levando para outras economias, incluindo o Brasil — o que contribui para a valorização do real.
E isso tem um impacto significativo para a economia brasileira.
A tendência de desdolarização dos investimentos, combinada com a alta taxa de juros do país, atualmente a 15% ao ano, potencializa a operação de "carry trade", em que investidores estrangeiros aplicam no Brasil para aproveitar os altos juros, valorizando o real.
Embora a diversificação de carteira, incluindo ativos internacionais, seja importante, Pires alerta que o momento não é bom para comprar dólar pensando no médio prazo.
O sócio-diretor da MAG prefere os ativos brasileiros devido à alta taxa de juros. Para ele, os títulos do Tesouro IPCA+ e as taxas pré-fixadas de 2029/2028 são mais interessantes neste momento.
Para conferir os detalhes destas análises, ver as recomendações de investimento e entender como se posicionar diante das turbulências do mercado, assista ao episódio completo do podcast Touros e Ursos desta semana:
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