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Esse é o 11º fechamento recorde em 2025 do índice mais amplo de Nova York; confira o que mexeu com a bolsa lá fora e aqui nesta terça-feira (22)
Se continuar neste ritmo, os recordes do S&P 500 deixarão de ser notícia por se tornarem corriqueiros. Nesta terça-feira (22), o índice mais amplo da bolsa de Nova York voltou a fazer história ao fechar o dia na máxima, embalado pelo balanço das empresas. O Ibovespa, no entanto, não conseguiu acompanhar o ritmo.
O S&P 500 subiu 0,06%, para terminar o dia aos 6.309,62 pontos — o 11º fechamento recorde em 2025. O Dow Jones avançou 0,40%, aos 44.502,44 pontos. Em contrapartida, o Nasdaq caiu 0,39%, aos 20.892,69 pontos, impactado por perdas das ações de tecnologia.
Esse foi o primeiro dia negativo para o índice, que concentra ações de tecnologia, em sete sessões e tem uma explicação: os papéis das fabricantes de chips estiveram sob pressão depois que uma reportagem do The Wall Street Journal que afirmou que o projeto de inteligência artificial (IA) de US$ 500 bilhões da SoftBank e da OpenAI enfrenta dificuldades para ser implementado.
A Broadcom perdeu mais de 3% e a queridinha da inteligência artificial, Nvidia caiu mais de 2%. A Taiwan Semiconductor Manufacturing recuou quase 2%.
Essas perdas foram compensadas por ganhos no mercado mais amplo, fora do setor de tecnologia. O destaque da sessão em Wall Street foi o setor de saúde, com uma alta de quase 2% no dia.
O desempenho se deu graças ao avanço da IQVIA, que disparou quase 18% após superar os lucros e a receita, bem como de outras empresas como Amgen e Merck.
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De acordo com a FactSet, quase 90 empresas do S&P 500 divulgaram resultados trimestrais, com quase 85% delas superando as estimativas dos analistas.
Na quarta-feira (23), Alphabet, controladora do Google, e a Tesla divulgarão os balanços, dando início aos aguardados resultados das Sete Magníficas.
Por aqui, o Ibovespa voltou a testar a linha dos 135 mil pontos na máxima do dia, mas não conseguiu sustentá-la no fechamento. O principal índice da bolsa brasileira encerrou o dia com queda de -0,10%, aos 134.035,72 pontos.
O Ibovespa recebeu uma boa contribuição da Vale (+2,46%), e da Petrobras (ON +1,39%, PN +0,81%). O contraponto à ajuda do segmento de commodities foi o setor financeiro, com os grandes bancos no negativo, exceto Banco do Brasil (ON +0,45%), em leve alta após ter fechado ontem na mínima do dia, e Santander (+0,69%).
No mercado de câmbio, o dólar à vista terminou o dia próximo da estabilidade, com leve variação positiva de 0,04%, cotado a R$ 5,5670.
A mínima do dólar ante o real (R$ 5,5525), ocorreu no início da tarde, em sintonia com a perda de força da moeda norte-americana globalmente.
As declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, criticando o presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, pesaram sobre o câmbio. Você pode conferir aqui essa história.
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
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