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Durante o evento Onde Investir no Segundo Semestre de 2025, especialistas da Empiricus Research, da Kinea e da TRX debateram o que esperar para o setor imobiliário se o imposto for aprovado no Congresso
Uma das características dos fundos imobiliários que chama a atenção dos investidores é a isenção do imposto de renda sobre os rendimentos — mas ela poder estar com os dias contados.
Os dividendos dos FIIs e fiagros entraram na mira da Receita Federal no início de junho. Em um pacote de medidas para substituir o aumento no Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), o governo incluiu um IR de 5% sobre os proventos.
No entanto, na visão do analista da Empiricus Research Caio Araujo, a medida não é uma grande surpresa para o mercado. “O investidor já conhece o risco da tributação. É um fantasma que aparece de seis em seis meses”, opinou ele, durante o evento Onde Investir no Segundo Semestre, realizado pelo Seu Dinheiro.
Para o analista, a taxação chegará na conta do investidor em algum momento. “Os fundos imobiliários não serão isentos para sempre”, alertou.
Não é só ele que não tem medo da taxação. Durante o evento Onde Investir no Segundo Semestre de 2025, Gabriel Barbosa, sócio e diretor de gestão da TRX, e Pedro Bruder, gestor dos fundos imobiliários da Kinea, também avaliaram os impactos dos impostos no setor imobiliário.
É consenso entre os especialistas: colocar dinheiro em FIIs continua sendo uma boa oportunidade de investimento. Isso porque a taxação foi definida por meio de uma Medida Provisória (MP), ou seja, apesar de ter efeito imediato, ainda precisa ser aprovada pelo Congresso — e há grandes chances de que o texto seja, pelo menos, alterado.
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Desde o anúncio do novo pacote de medidas, setores empresariais e alas políticas vêm se posicionando contra o avanço dos novos impostos. “Ainda é um cenário incerto. Existe uma chance alta, inclusive, da taxação de FIIs e fiagros não ser aprovada”, afirmou Pedro Bruder.
Segundo o gestor, a principal crítica às medidas é devido ao fato da arrecadação obtida pela taxação ser pequena em comparação ao que o mercado imobiliário gera para a economia no longo prazo. “O financiamento que sustenta o setor gera emprego, renda e arrecadação. Esses benefícios superam os impostos de 5% nos rendimentos”, avalia Bruder.
Na visão dele, como há fundamento nas críticas feitas sobre as novas medidas, é necessário esperar o debate no Congresso.
Caio Araújo também avalia que a paciência será a chave e já adiantou que tentar se antecipar às taxações pode não ser a melhor estratégia.
“As tarifas implicam em outras regulamentações da categoria de fundos imobiliários. Então, é cedo para comprar antes do imposto entrar, mas vale a pena analisar”, afirmou.
Se o imposto sobre os rendimentos for aprovado no Congresso, não será motivo para se desesperar. Na visão dos especialistas, os fundos imobiliários de qualidade vão seguir atrativos.
Segundo Bruder, caso esse cenário se torne realidade, os gestores ficarão com a tarefa de ajustar as carteiras para que elas sigam chamando a atenção dos investidores.
Porém, no caso dos títulos de crédito imobiliário, como Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRIs), os participantes do mercado podem esperar um aumento nos preços. “Deve haver uma reprecificação nos papéis. Então, no final das contas, infelizmente o custo de crédito deve aumentar, e a tendência é que os títulos fiquem um pouco mais caros”, opinou.
Já Gabriel Barbosa avalia que a medida proposta é igualitária para todos os veículos isentos, o que enxerga como ponto positivo. “Os fundos imobiliários e os outros produtos que são isentos hoje ainda vão ter um benefício fiscal, porque a taxação de 5% sobre os dividendos ainda é menor do que o imposto sobre os demais produtos”, afirmou.
“Os impostos acabam retraindo um pouco a capacidade de investir, mas o mercado de fundo imobiliário ainda é relativamente pequeno no Brasil, por isso ainda tem um caminho muito grande para crescer”, disse Barbosa.
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