🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Patrick Fuentes

Patrick Fuentes

Jornalista formado pela ECA-USP, foi repórter de Economia na Folha de S.Paulo e na CNN Brasil. Atualmente, atua na cobertura de empresas no Seu Dinheiro.

FÍSICO OU DIGITAL

Ouro vs. bitcoin: afinal, qual dos dois ativos é a melhor reserva de valor em momentos de turbulência econômica?

Ambos vêm renovando recordes nos últimos dois anos à medida que as incertezas no cenário econômico internacional crescem e o mercado busca uma maneira de se proteger

Patrick Fuentes
Patrick Fuentes
16 de setembro de 2025
7:15 - atualizado às 14:41
Ouro-Bitcoin-reserva-valor
Imagem: Montagem feita pelo ChatGPT

Nada mais humano do que procurar um porto-seguro em momentos de turbulências e incertezas, principalmente quando se trata de dinheiro. Atualmente, dois ativos disputam o título de melhor reserva de valor: o bitcoin (BTC) e o ouro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ambos trazem consigo momentos diferentes da história do mercado financeiro. O metal precioso foi motivo de guerras travadas por diferentes impérios e referência para o sistema monetário mundial. Já a moeda digital foi criada para ser uma alternativa de valor descentralizada e é considerada por alguns como o futuro na cena financeira.

Tanto o ouro quanto o bitcoin vêm renovando recordes nos últimos dois anos à medida que as incertezas internacionais crescem e indicadores econômicos causam movimentos entre os investidores, com governos tentando se blindar de desdobramentos da inflação global pós-pandemia.

Por exemplo, o famoso gestor Ray Dalio, em entrevista ao Financial Times, afirmou que o avanço da dívida pública de vários países, incluindo os Estados Unidos, tem ameaçado a atratividade das moedas de reserva como forma de armazenar riqueza.

Esse cenário, segundo o fundador da Bridgewater Associates, reforça a demanda por ouro e abre espaço para as criptomoedas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O bitcoin atingiu sua máxima histórica de US$ 124.457,12 em 14 de agosto. Nesta segunda-feira (15), operava na casa dos US$ 114.600.

Leia Também

Já o ouro (preço spot) encerrou a última sexta-feira (12) a US$ 3.686,40 por onça-troy, um marco histórico para o metal precioso. Na terça-feira passada (9), superou, durante a máxima do dia, a marca de US$ 3.700 pela primeira vez na história.

Ray Dalio alertou, ainda, que a maioria das moedas fiduciárias, sobretudo aquelas associadas a países altamente endividados, deve enfrentar dificuldades para preservar valor frente a esses ativos.

Mas, afinal, qual a melhor reserva de valor para quem procura um investimento de proteção? Se você não sabe bem o que é uma reserva de valor, explicamos tudo a respeito nesta outra matéria. Se já sabe, continue nesta matéria para entender qual ativo — ouro ou bitcoin — merece o título no curto prazo, e se o cenário deve mudar em breve.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Parecidos, mas diferentes

O ouro e o bitcoin têm muito em comum: ambos os ativos são não locais, são úteis para a proteção contra questões cambiais e inflacionárias, e escassos em relação às suas respectivas obtenções. Mas uma característica importante separa ambos: a volatilidade.

Marcello Cestari, especialista da Empiricus Asset, explica que o BTC tem saltos de valorização muito grandes por causa da escassez da criptomoeda mais valiosa do mundo.

Entre janeiro de 2023 e agosto deste ano, o bitcoin saiu dos US$ 16.521,233, um salto de 555% até o final do último mês, quando encerrou cotado a US$ 108.236.

Em contraste, o ouro tem uma valorização contínua e lenta. No mesmo período, o metal dourado avançou 79,19%, indo de US$ 1.962,20, no final de janeiro de 2023, para US$ 3.654,92, no final de agosto de 2025.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para Paulo Cunha, CEO da assessoria iHUB Investimentos, a valorização de ambos os ativos ganhou força após a pandemia, quando os governos realizaram múltiplos estímulos fiscais e monetários nas economias.

“O excesso de liquidez e o avanço da inflação global reforçaram o papel do ouro como ativo anti-inflacionário. O bitcoin também surfou nessa onda, devido às suas características semelhantes às do ouro, mas sua trajetória foi potencializada por fatores adicionais, como a euforia em torno da adoção global, a simpatia de políticos como Donald Trump e o avanço de regulamentações favoráveis nos EUA, que deram força às cotações”, afirma.

Em julho, o presidente dos EUA sancionou o Genius Act, lei que estabelece as regras para o mercado de stablecoins no país. Para especialistas, a medida trouxe clareza regulatória e segurança jurídica, o que deve acelerar a entrada de investidores institucionais no setor cripto.

Um bitcoin por um quilo de ouro

Para Cestari, a melhor forma de entender a paridade entre os ativos é imaginar que um quilo de ouro equivale a cerca de um bitcoin. Com isso, a commodity ficaria precificada em US$ 117.478,65.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O especialista da Empiricus Asset explica que a volatilidade é um fator a ser levado em consideração, mas que, devido à natureza da criptomoeda, tende a se reduzir.

“O bitcoin é um ativo com 15 anos de vida e tem sua estrutura programada para a emissão diminuir pela metade a cada quatro anos — o chamado halving. A inflação da criptomoeda já é menor que a do ouro e tende a diminuir ainda mais.”

A “inflação”, neste caso, é a taxa de novas unidades da criptomoeda “emitidas”, atualmente em 0,85%. No próximo halving, programado para abril de 2028, a mineração do bitcoin será reduzida de 450 BTC/dia para 225 BTC/dia, o que colocaria a taxa em 0,42%.

O ouro não possui um mecanismo de controle de oferta ou produção e mantém um ritmo constante. A taxa de crescimento por tonelada da commodity é estimada em 4,75% para 2025 e 6,78% para 2030, de acordo com a Mordor Intelligence.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No entanto, Mauriciano Cavalcante, diretor de ouro da Ourominas, ressalta que o metal precioso não perde seu valor intrínseco, assegurando o capital mesmo com desvalorização.

Para ele, conflitos como a guerra entre Rússia e Ucrânia aumentam a projeção de demanda pelo ativo, enquanto medidas como o tarifaço de Trump dão fôlego extra à cotação da commodity.

O Citi também projeta que a alta do ouro deve continuar no curto prazo, com a expectativa de que avance até US$ 3.750 a onça-troy em dezembro.

Qual a melhor reserva de valor para o investidor?

Não há uma resposta única e simples, já que o ouro e o bitcoin dividem opiniões entre especialistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para Cestari, o metal dourado tem a desvantagem de ser confiscável, enquanto a criptomoeda é o oposto, além de permitir transações globais pela blockchain, usando apenas celular e internet.

Cavalcante, da Ourominas, por sua vez, aponta para o valor tangível do ouro. Segundo ele, o investidor sabe exatamente onde aplica seu capital, amparado por legislação que garante segurança.

A grande fragilidade do bitcoin, afirma, está na ausência de regras claras no Brasil: sem legislação específica, não há garantias de ressarcimento caso uma corretora quebre.

De um lado está o metal, historicamente reconhecido como proteção de riqueza. Do outro, a criptomoeda, ainda em “fase de testes”, mas vista como alternativa global diante das incertezas do sistema financeiro. Para Cunha, da iHub, a disputa não tem um fim à vista.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“O ouro mantém a tradição milenar e a confiança de governos, enquanto o bitcoin, com aura especulativa e alcance digital, busca provar que pode ser o ‘novo ouro’ no sistema financeiro internacional”, afirma.

Cada um com seu nicho

O mundo tenta entender se a criptomoeda terá uso em larga escala em trocas comerciais ou até na emissão de dívidas por países e empresas, de acordo com o CEO da iHUB Investimentos.

Um exemplo é a Strategy (antiga MicroStrategy), que segue como a maior detentora corporativa de bitcoin no mundo. A companhia acumula 638.460 BTC, avaliados em cerca de US$ 71 bilhões.

O movimento começou em 2020, quando a empresa adotou o criptoativo como estratégia de tesouraria. A decisão, liderada pelo fundador e chairman Michael Saylor, foi feita para ser um “porto seguro” contra a inflação e a perda de valor das moedas fiduciárias.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No Brasil, o Méliuz também entrou nesse caminho. Em março, a empresa anunciou que passaria a usar o bitcoin como principal ativo estratégico da tesouraria. A companhia já soma 604,69 BTC, adquiridos a um preço médio de US$ 103.323.

Já os bancos centrais são mais fãs do ativo dourado do que do digital.

Nos últimos três anos, mais de mil toneladas do metal entraram nos cofres das autarquias sob a justificativa do desempenho da commodity em crises, de acordo com o World Gold Council. Atualmente, a entidade estima que a reserva global do metal dourado seja de 60.370 toneladas.

O levantamento revela que 95% das autarquias monetárias acreditam que as reservas globais do metal dourado aumentarão nos próximos 12 meses. Somente em julho, bancos centrais pelo mundo adicionaram 10 toneladas do metal às reservas globais, segundo o mesmo World Gold Council.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Diversidade dos ativos

Mas o mercado de criptomoedas e metais é diverso, o que dá uma vantagem para o ouro.

Mesmo não sendo o metal mais raro da Terra, o ouro continua mantendo um patamar acima de pares mais escassos, devido ao seu valor histórico.

Para se ter uma ideia, os contratos futuros da platina para dezembro, também negociados na Nymex, encerraram o pregão na última sexta-feira, cotados a US$ 1.386,7, valor 62% menor do que o ouro na mesma data.

Já o bitcoin segue no centro do radar do mercado financeiro, com análises que vão de projeções otimistas a alertas de risco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O BTG Pactual apontou que, em agosto, a criptomoeda mais valiosa do mundo teve uma rotação relevante, com a migração de capital para o ethereum (ETH) e, depois, para outras altcoins. Com isso, a dominância do BTC caiu 3,63% no mês — maior retração desde maio de 2021.

Já o Itaú BBA mantém um tom cauteloso e considera que o bitcoin segue em tendência indefinida no médio prazo, com resistência técnica para superar a máxima histórica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
DESTAQUES DA BOLSA

Raízen (RAIZ4) dispara, volta a ser negociada acima de R$ 1 e lidera as altas do Ibovespa na semana; veja os destaques

1 de fevereiro de 2026 - 15:00

Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice

CRIPTOMOEDAS HOJE

US$ 2,4 bilhões liquidados em 24 horas: Bitcoin (BTC) sofre nova derrocada e opera abaixo dos US$ 80 mil. O que explica?

1 de fevereiro de 2026 - 12:01

Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas

BALANÇO DO MÊS

Ibovespa dispara em janeiro e nenhum outro investimento foi páreo — nem mesmo o ouro

30 de janeiro de 2026 - 19:34

Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente

NÃO PERCA O PRAZO

Gol (GOLL54) vai sair da bolsa com OPA, mas adesão ao leilão não é automática; veja o que o investidor deve fazer

30 de janeiro de 2026 - 18:13

A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa

DESCE E SOBE

Fundo imobiliário TGAR11 cai 14% em três dias, mas BB-BI diz que não é hora de vender — entenda o que pode impulsionar o FII na bolsa agora

30 de janeiro de 2026 - 12:55

O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados

NA ROTA DO CRESCIMENTO

FIIs driblam juros altos com troca de cotas, mas há riscos para os cotistas? O BTG Pactual responde

29 de janeiro de 2026 - 15:21

O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor

BUSCA POR SEGURANÇA

Ibovespa dispara no ano, mas investidores brasileiros estão receosos e tiram dinheiro da bolsa, diz XP

29 de janeiro de 2026 - 14:15

Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável

VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

REFORÇO FINANCEIRO

Raízen (RAIZ4) dispara 20% com expectativa por aumento de capital de R$ 1 bilhão; ação volta a valer mais de R$ 1

28 de janeiro de 2026 - 17:55

A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira

BOLSA EM FESTA

Recorde do Ibovespa é fichinha: bolsa brasileira pode ir a 300 mil pontos — e o investidor brasileiro pode chegar atrasado

28 de janeiro de 2026 - 17:02

Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa

BOLSA E CÂMBIO

Dólar leva tombo e fecha a R$ 5,20 — o menor nível desde maio de 2024 — graças a empurrão de Trump 

27 de janeiro de 2026 - 20:04

Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais

ALOCAÇÃO GLOBAL

Mesmo em recorde, a bolsa brasileira segue barata para o gringo — e fiscal não apavora o estrangeiro, diz UBS

27 de janeiro de 2026 - 17:30

Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global

FOGUETE NÃO TEM RÉ

Ibovespa bate mais um recorde, e mérito não é (só) do Brasil; veja as ações preferidas dos estrangeiros

27 de janeiro de 2026 - 12:31

As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice

NEM TUDO QUE RELUZ...

Nem ouro, nem prata: metais ‘diferentões’ como platina, paládio e ródio chegam a altas de mais de 120%, mas não são para todo mundo 

26 de janeiro de 2026 - 6:04

Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento

FORA DO CONSENSO

Santander diz que o mercado minimiza os riscos do Banco do Brasil (BBAS3) e ignora outras boas ações; veja quais

25 de janeiro de 2026 - 12:52

Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação

ONDE INVESTIR 2026

Onde investir em 2026? Tudo que você precisa saber para montar sua carteira para este ano

25 de janeiro de 2026 - 8:00

Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano

MERCADOS NA SEMANA

Bolsa brasileira nas alturas: Cogna (COGN3) lidera altas do Ibovespa, enquanto só uma dupla de ações fecha semana no vermelho

24 de janeiro de 2026 - 12:10

Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar