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O banco central norte-americano cortou os juros pela segunda vez neste ano mesmo diante da ausência de dados econômicos — o problema foi o que Powell disse depois da decisão
Tudo estava correndo como o planejado nesta quarta-feira (29): Wall Street operava em alta, dando sequência aos ganhos recordes da sessão anterior, quando o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) anunciou o esperado corte de 0,25 ponto percentual dos juros — o que levou o Dow Jones, o S&P 500 e o Nasdaq a acelerarem os ganhos. Exatos 30 minutos depois, o tempo fechou sob a bolsa de Nova York e os investidores enfrentaram uma montanha-russa na última hora do pregão.
A virada para o vermelho aconteceu quando o presidente do Fed, Jerome Powell, disse que uma redução de juros na reunião de dezembro não está garantida. O comitê de política monetária (Fomc, na sigla em inglês) volta a se reunir pela última vez em 2025 nos dias 9 e 10 de dezembro.
Ao afirmar que a política monetária norte-americana não é predeterminada, Powell alertou: "Uma nova redução nos juros na reunião de dezembro não é uma conclusão inevitável".
O presidente do Fed destacou que não há caminhos sem riscos para a política monetária e, por isso, devem ser considerados os riscos para os dois lados do mandato, de pleno emprego e de estabilidade de preços em 2% ao ano. “Consideramos apropriado tomar passos rumo a juros mais neutros em outubro”, afirmou.
Mas em meio ao shutdown, uma guerra comercial não resolvida com a China e uma decisão divergente no encontro desta quarta-feira (29), Powell foi ainda mais categórico: “Cortamos 0,25 pp nas últimas duas reuniões e há forte sentimento que é hora de pausar”.
Questionado sobre o shutdown, Powell afirmou que não é possível saber o efeito da paralisação sobre a decisão de dezembro. O shutdown causou um apagão de dados e já dura quase um mês, se transformando no segundo maior da história dos EUA.
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No entanto, o presidente do Fed fez questão de afirmar que a paralisação é temporária, e que enquanto durar, o Fed coletará todos os dados que puder, avaliando e pensando cuidadosamente sobre eles.
"Não estou dizendo que vai [afetar a decisão de dezembro]. Se você está dirigindo no nevoeiro, diminui a velocidade, então isso [shutdown] poderia impactar ou não. Eu não sei como isso vai influenciar as coisas", disse.
Em Wall Street, as bolsas devolveram os ganhos imediatamente após as declarações do presidente do Fed. O Dow Jones encerrou a sessão com queda de 0,16%, aos 47.632,00 pontos, enquanto o S&P 500 recuou ficou estável em 6.890,59 pontos, e o Nasdaq subiu 0,55%, aos 23.958,47 pontos.
Por aqui, o Ibovespa resistiu e fechou no azul. Depois de atingir a marca de 149 mil pontos ao longo da sessão, o principal índice da bolsa brasileira terminou o dia em alta de 0,82%, aos 148.632,93 pontos. No mercado de câmbio, o dólar à vista, que operou em queda durante boa parte da sessão, ganhou força, em linha com o exterior, e fechou em alta de 0,08%, cotado a R$ 5,3595.
O Ibovespa até perdeu um pouco do ímpeto com as sinalizações de Powell sobre uma pausa no ciclo de corte de juros nos EUA, mas nem mesmo o presidente do Federal Reserve foi capaz de segurar o avanço do principal índice da bolsa brasileira.
Na tarde de hoje, o principal índice da bolsa brasileira atingiu o nível inédito dos 149 mil pontos (149.067,16 pontos na máxima do dia). A valorização foi puxada pelas ações de primeira linha, com exceção de Petrobras ON (-0,41%) e Usiminas PNA (-0,73%).
E os ganhos do Ibovespa não devem parar por aí. Segundo o JPMorgan, há espaço para o principal índice da bolsa brasileira alcançar o nível dos 155 mil pontos até o fim de 2025, por expectativa de cortes de juros tanto no Brasil quanto nos EUA, e na esteira de um cenário tarifário melhor para a China e para o Brasil.
Para o JPMorgan, como os dados de inflação e as expectativas de inflação têm diminuído, há margem para que a taxa Selic — atualmente em 15% — caia mais cedo do que o esperado.
Ainda assim, algumas ações sentiram o golpe das declarações de Powell. As ações ligadas ao setor de varejo, consumo e de incorporação, mais sensíveis ao ciclo da economia, perderam um pouco de tração. Magazine Luiza caiu 1,50%, em linha com Azzas (-1,13%) e Cyrela (-0,60%).
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