O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Se nada mudar radicalmente nos próximos dias, as duas ações estrearão no Ibovespa em 5 de maio
A B3 (Bolsa de Valores do Brasil) divulgou nesta quarta-feira (30) a terceira e última prévia da carteira teórica do Ibovespa válida para o período de maio a agosto de 2025.
Essa mexida no esqueleto confirma a inclusão das ações da Smart Fit (SMFT3), que entra na carteira pela primeira vez desde a listagem dos papéis na B3, em 2021. A inclusão da companhia já era esperada pelo Bank of America (BofA) e pela XP.
Outra confirmação envolve a entrada da Direcional (DIRR3), cuja presença do papel no índice foi antecipada nas duas prévias divulgadas anteriormente pela B3.
Em contrapartida, os papéis da LWSA (LWSA3) e da Automob (AMOB3) vão deixar de integrar o principal índice da bolsa.
A saída desses papéis vinha sendo prevista pelo Bank of America (BofA), pelo BTG Pactual, pelo Itaú BBA e pela XP Investimentos.
A nova carteira passa a valer a partir de 5 de maio de 2025.
Leia Também
A Smart Fit (SMFT3) vai estrear no Ibovespa com peso de 0,373% na nova carteira teórica, enquanto a Direcional (DIRR3) participa com 0,175%.
A presença na prévia dessas ações reflete o cumprimento dos critérios exigidos pela B3 para inclusão no Ibovespa, como liquidez, frequência de negociação e representatividade no mercado, informa a dona da bolsa.
A nova prévia mostra que a Vale (VALE3) continua sendo a ação mais pesada do Ibovespa.
Confira a seguir os cinco ativos com maior peso no índice:
Essas empresas seguem liderando o peso no índice, refletindo sua importância e volume de negociação no mercado brasileiro.
Para fazer parte da carteira do Ibovespa, as empresas listadas precisam atender aos seguintes critérios estabelecidos pela B3:
A B3 divulga três prévias da nova composição do Ibovespa antes da vigência oficial. Elas ocorrem:
A divulgação das prévias permite ao mercado se antecipar às mudanças, ajustando portfólios e estratégias conforme as alterações na carteira.
*Com informações do Estadão Conteúdo
Pregão desta terça-feira (12) foi marcado por maior aversão ao risco nos mercados globais; guerra entre Estados Unidos e Irã segue no radar dos investidores
Sérgio Ribeiro afirmou ao Seu Dinheiro que a corrida das construtoras para antecipar compras em meio ao risco inflacionário ajudou os resultados da companhia no 1T26; veja os destaques do balanço
Após dois trimestres turbulentos, a companhia melhora sinistralidade e geração de caixa, enquanto nova gestão de Lucas Adib acena com venda de ativos, revisão geográfica e foco em desalavancagem e eficiência operacional
Recebíveis corrigidos pelo INCC, poder de reajuste nos preços e bilhões em estoque ajudam a construtora a se proteger de uma eventual disparada dos custos da construção após a alta do petróleo; CEO Ricardo Gontijo também comentou os resultados do 1T26 da companhia
A conclusão da compra ainda depende do cumprimento de condições precedentes, com expectativa de fechamento até o fim deste mês
A companhia, subsidiária da Cosan que já estava listada na B3 com emissões de dívida, abre seu capital no Novo Mercado, patamar mais alto e exigente da bolsa, em oferta secundária
BTG Pactual, XP e Itaú BBA recomendam o que fazer com os papéis, enquanto o mercado acompanha a reta final da privatização e a disputa pelo futuro sócio estratégico da estatal mineira
Além das mudanças nos papéis, a corretora também recalibrou os pesos de algumas ações da carteira
Bancos avaliam que a companhia segue executando a estratégia esperada pelo mercado, mas a combinação de margens pressionadas, lucro em queda e novos investimentos reacendeu o debate sobre até onde o Mercado Livre pode sacrificar rentabilidade para acelerar crescimento
Mesmo com queda de mais de 10% no preço das ações, bancos acreditam que a fabricante tem potencial para continuar crescendo e entregar tudo o que prometeu aos acionistas
Companhia foi beneficiada pela volatilidade dos mercados, fluxo estrangeiro e aumento das negociações em renda variável e derivativos
Além da aquisição, o HGLG11 receberá, sem custo adicional, uma área de 15,9 mil metros quadrados, que servirá como acesso ao empreendimento
Em teleconferência nesta sexta-feira (8), o CEO do Magazine Luiza comentou sobre o cenário macro, que segue pressionando a empresa e é um dos grandes fatores pelos quais ele não topa entrar na guerra dos preços online
A companhia chega à bolsa com uma tese que mistura ativos regulados e previsíveis, como a Comgás, com a aposta de crescimento da Edge, braço voltado ao mercado livre de gás, GNL e biometano
Para muitos, o recuo do ouro sinaliza cautela. Mas para Benjamin Mandel, o metal precioso é uma convicção de longo prazo; saiba como investir na tese de maneira descomplicada
Em teleconferência com analistas, Abhi Shah detalhou como a companhia está tentando se blindar da disparada nos preços dos combustíveis na esteira dos conflitos no Oriente Médio
A operação será 100% secundária, ou seja, os recursos irão para os acionistas vendedores, e não para o caixa da companhia
Analistas que indicaram o FII em maio ainda enxergam potencial de valorização nas cotas e geração de renda atrativa
Com minério em alta e fluxo estrangeiro, papel recupera fôlego e acumula ganhos de dois dígitos em 2026
O estilo Trump de negociar traz alguma volatilidade aos mercados. De um lado, há fortes sinais de trégua. De outro, o republicano promete a pior ofensiva que o Irã já viu. Entenda como essas forças mexem com as bolsas aqui e lá fora