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Gestores de fundos multimercados notórios estão vendidos na moeda norte-americana e não veem tendência de reversão na maré de baixa no curto e médio prazo
Para alguns dos maiores gestores de fundos multimercado do país, a tendência de enfraquecimento do dólar é natural e não é exclusiva da divisa norte-americana. Em painel no evento Itaú BBA Macro Vision, Luis Stuhlberger, da Verde Asset, Rodrigo Azevedo, da Ibiuna Investimentos e James Oliveira, da Vinland Capital, afirmaram que o dólar estava fadado a perder influência diante do mundo mais fragmentado.
“Vivemos em um mundo multipolar em que nem todas as dinâmicas comerciais são atendidas pelo dólar. O que acontece é que a dominância do dólar ainda é muito grande e não vai acabar da noite para o dia. Mas a tendência é de enfraquecimento no curto e no médio prazo”, disse Azevedo.
O gestor da Ibiuna Investimentos acredita que as moedas que podem ser concorrentes ao dólar precisam de mais estrutura para que a moeda norte-americana perca mais espaço.
Ele vê o euro e o yuan como os principais candidatos. Entretanto, a Europa não consegue absorver a demanda atual do mercado de capitais globais, enquanto o yuan ainda está restrito ao ambiente de negócios da China, que tem o mercado de capitais fechado.
“É um processo contínuo. Veremos o mercado diminuir cada vez mais sua posição em dólar [moeda] e adotar proteção [hedge] para manter posição nos ativos dos EUA sem o risco da moeda”, afirmou Luis Stuhlberger.
O gestor da Verde Asset vê espaço para mais 10% a 15% de desvalorização do dólar no mercado global para a moeda atingir seu valor histórico de longo prazo.
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Segundo Stuhlberger, o caminho natural dos investidores institucionais em substituição ao dólar têm sido os ativos reais. Ele citou ouro, bitcoin, prata, cobre, urânio e ações de infraestrutura.
Em sua argumentação, as ações de infraestrutura são descritas como ativos que protegem contra a inflação e que tem aspectos regulatórios próprios devido à importância do investimento para a sociedade.
Em relação aos outros ativos, ele destacou o rali dos últimos dois anos. O ouro, por exemplo, renovou — novamente — seu preço histórico no pregão desta segunda-feira em Nova York. A onça-troy chegou a US$ 3.855,20.
Entretanto, Stuhlberger não vê com bons olhos uma saída intempestiva do dólar para entrar nesses outros ativos, principalmente após os preços renovados dos últimos tempos.
O gestor da Verde Asset avalia que a mudança de direção precisa ser bem calculada e ponderada, para o investidor não “se dar um calote comprando um ativo caro para sair de um desvalorizado”.
A unanimidade é a posição vendida em dólar nos fundos administrados por Azevedo, Oliveira e Stuhlberger.
Para o gestor da Vinland, a melhor oportunidade do momento é o título brasileiro indexado à inflação, a NTN-B — renomeado no Tesouro Direto para Tesouro IPCA+. Segundo Oliveira, o prêmio acima de 7% dos papéis de médio prazo é muito atrativo diante das eleições de 2026.
“No cenário de um resultado positivo para o mercado, as taxas devem fechar e o título irá valorizar. No cenário negativo, as taxas já estão estressadas e valem o carrego”, afirmou.
Já Azevedo afirmou que sua estratégia está centrada no enfraquecimento do dólar e na redução dos juros nos Estados Unidos.
O gestor da Ibiuna afirmou estar aplicado — posição baseada na expectativa de queda das taxas na curva de juros — na ponta curta da curva de mercados emergentes. A principal posição é no México.
Além disso, Azevedo está vendido em dólar e comprado em metais preciosos. “Tem também uma pequena posição em Brasil, porque não dá para ser vendido em Brasil agora”, disse.
Por fim, na Verde Asset, Stuhlberger afirmou estar comprado em ouro e bitcoin. A carteira também tem posições pontuais em algumas ações do Brasil e no ETF EWZ, de ações locais listado nos EUA.
O gestor também afirmou que está aumentando as proteções contra dólar e contra a volatilidade das eleições 2026.
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