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Na expectativa pela decisão do Copom, o principal índice de ações da B3 segue avançando, com potencial de chegar aos 170 mil pontos, segundo a XP
As expectativas eram de que o Ibovespa rompesse a marca de 150 mil pontos até o final do ano, mas o principal índice da bolsa brasileira superou a marca histórica pouco depois das 10 horas desta segunda-feira (3) e manteve a trajetória de alta durante todo pregão.
O principal índice de ações da B3 subiu 0,61%, a 150.454,24 pontos, acumulando no ano um ganho de 25,1%. O dólar à vista, por sua vez, fechou o dia com queda de 0,43%, a R$ 5,3574. Em 2025, a moeda norte-americana cai 13,4%.
As negociações por aqui tiveram como pano de fundo a expectativa pela decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para quarta-feira (05). A maior probabilidade é de manutenção da Selic em 15% ao ano.
Lá fora, as bolsas operaram em alta, com exceção do Dow Jones, que caiu 0,48%, enquanto o S&P 500 e Nasdaq tiveram alta de 0,17% e de 0,46%, respectivamente.
O impulso em Wall Street veio do setor de tecnologia, com destaque para as ações da Nvidia, que chegaram a subir 3% após os EUA aprovarem a venda de chips para os Emirados Árabes Unidos em um acordo com a Microsoft.
Segundo o analista da Empiricus Research, Matheus Spiess, dados mais fortes de emprego reduziram as apostas em cortes de juros, mas a sinalização recente de arrefecimento na inflação e atividade de maneira geral indica que a política monetária já surte efeito.
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Essa visão é reforçada pelos números do Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (03). Pela sexta semana consecutiva, os economistas consultados pelo Banco Central reduziram as projeções para a inflação de 2025, sinalizando uma melhora gradual das expectativas.
“Assim, é possível que o Banco Central adote uma comunicação gradualmente mais flexível nesta semana, mantendo em aberto a chance de um primeiro corte já na reunião inaugural de política monetária do ano que vem”, afirma Spiess.
Entre os destaques da bolsa, as ações da Natura lideram os ganhos, com alta de 1,81% por volta das 11h30, graças às expectativas para o balanço do terceiro trimestre.
Já a Marcopolo (POMO4) lidera as quedas no índice (-6,84%) depois de um resultado do terceiro trimestre que frustrou o mercado, e o rebaixamento da recomendação das ações de compra para neutro pelo BTG Pactual.
O Ibovespa encerrou outubro com quatro semanas seguidas de recorde, levando bancos e corretoras a reverem suas estimativas para o principal índice da bolsa brasileira.
Em relatório recente, o JPMorgan projetou o Ibovespa em 155 mil pontos, enquanto a Santander Corretora estima 160 mil pontos para o índice até o final do ano. Mas já tem gente olhando para o potencial da bolsa em 2026.
Nesta segunda-feira (3), a XP Investimentos manteve a expectativa de o Ibovespa alcançar os 170 mil pontos no ano que vem.
Segundo a corretora, os mercados globais continuaram voláteis em outubro, mas no Brasil observou-se um mês de dois opostos: uma correção na primeira metade, seguida de uma forte recuperação na segunda.
“Continuamos vendo o valuation atrativo, com o Ibovespa sendo negociado a 9,3 vezes o preço sobre o lucro projetado”, diz a XP em relatório.
Wall Street vem de ganhos liderados pela inteligência artificial (IA) e também pelo arrefecimento das tensões entre EUA e China.
Pequim aceitou suspender a implementação de novos controles de exportação de terras raras — os chineses detêm a maior reserva global do grupo de 17 elementos químicos essenciais à produção dos “super ímãs”, usados desde motores de carros elétricos até equipamentos militares.
O gigante asiático também retomou a compra de soja norte-americana, uma das principais demandas do país. Por sua vez, os EUA retiraram parte das tarifas impostas anteriormente.
O acerto ajudou o S&P 500 e o Dow Jones a encerrarem outubro com ganhos de 2,3% e 2,5%, respectivamente, enquanto o Nasdaq subiu 4,7% no período.
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