O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Megainvestidor apresenta sua lógica por trás da venda da maior geradora de energia do país e da compra de sua concorrente
Eletrobras (ELET3) é venda, pelo menos para o megainvestidor Luiz Barsi. Durante evento do AGF Day, da empresa de sua filha Louise Barsi, o chamado "Rei dos Dividendos" afirmou que já vendeu praticamente toda a sua posição na elétrica brasileira.
Entretanto, trata-se de uma venda estratégia: "É muito raro eu vender. Quando vendo, já tenho algo programado para colocar no lugar", afirmou Barsi.
O megainvestidor contou que sua primeira compra de ações da Eletrobras aconteceu em 2013, no governo Dilma Rousseff. Naquele ano, a Medida Provisória 579 — que pretendia reduzir tarifas de energia — gerou um impacto de cerca de R$ 200 bilhões no setor.
Com isso, as ações da Eletrobras que valiam cerca de R$ 30 caíram para menos de R$ 4. "Eu comprei porque o valor patrimonial era de R$ 40, R$ 50”, disse Barsi.
Atualmente, os papéis estão negociando justamente nessa faixa: a R$ 53,57, perto das máximas históricas, após uma valorização de quase 50% no ano.
Todo o dinheiro arrecadado com a venda de Eletrobras já está carimbado: “Estou vendendo Eletrobras, a maior geradora do país, para comprar Auren, a terceira maior, que custa menos de R$ 11”, disse Barsi.
Leia Também
Para ele, trata-se de uma lógica simples, que deve reger qualquer decisão alinhada a uma estratégia de renda. Dividendos são pagos pela quantidade de ações que o investidor tem, não pelo valor aplicado. Quando ele vende uma ação da Eletrobras, avaliada em R$ 53, consegue comprar cinco da Auren (AURE3), avaliada em R$ 10,70.
“Mesmo que a Auren pague menos por papel, no total eu receberei mais dividendos, porque terei uma quantidade maior de ações”, afirmou Barsi.
Em 2024, a Auren pagou R$ 0,40 por ação no ano, enquanto a Eletrobras pagou R$ 1,27, segundo informações do Status Invest. Não dá para saber quanto cada uma das companhias irá pagar neste ano, mas, pela lógica apresentada, Barsi de fato teria um lucro maior com a Auren Energia.
Leia também:
A Auren nasceu em 2021 a partir da fusão da Votorantim Energia com o fundo canadense CPP Investments — e pagou dividendos desde o seu ano um.
Logo no início, a empresa assumiu a usina de Porto Primavera, último ativo da Companhia Energética de São Paulo (CESP). No ano passado, porém, adquiriu a AES Brasil por R$ 7 bilhões — um movimento que pode reduzir o ritmo de pagamentos no curto prazo, embora visto com bons olhos pelos analistas para o longo prazo.
Barsi vê valor na tese. “A companhia já mostrou consistência na remuneração ao acionista. Por isso, vejo vantagem em manter ações da Auren a um preço atrativo”.
Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público
Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%
A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa