O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Enquanto as bolsas de valores caem ao redor do mundo, investidores especulam sobre possíveis cortes emergenciais de juros pelo Fed
Os mercados financeiros internacionais iniciam a semana em forte queda. Enquanto as bolsas derretem ao redor do mundo, investidores especulam quanto a uma possível ação emergencial de contenção de danos por parte do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).
Os participantes do mercado reagem à retaliação da China ao tarifaço imposto por Donald Trump a todos os parceiros comerciais dos Estados Unidos.
Os temores dos investidores com a possibilidade de uma recessão global provocada pela guerra comercial começaram a dar as caras já na noite de domingo (6), com a reabertura dos índices futuros de Wall Street.
A bolsa de valores de Xangai recuou 7,34%. Trata-se da maior queda em um único dia desde fevereiro de 2020, quando o mundo estava às voltas com a pandemia de covid-19.
Em Tóquio, a queda foi parecida com a de Xangai (7,83%), com direito a circuit-breaker.
Até o momento, porém, nenhuma se compara ao recuo da bolsa de Hong Kong.
Leia Também
A queda de 13,22% ocorrida hoje foi a maior desde a crise asiática de 1997.
Na Alemanha, o índice Dax chegou a cair 10% na abertura.
Perto das 7 horas, os principais índices de ações europeus caíam todos na casa dos 5%.
Em Nova York, a queda dos índices futuros de Wall Street também é generalizada e oscila entre os 3% e 4% no início desta manhã.
Na sexta-feira, com as bolsas da China fechadas por causa de um feriado, Pequim anunciou sobretaxas de 34% a importações dos EUA.
A resposta chinesa veio na mesma proporção da tarifa anunciada um dia antes por Trump.
As criptomoedas também iniciam a semana em forte queda.
O bitcoin (BTC) caía mais de 8% por volta das 7h, orbitando a faixa dos US$ 76 mil.
Segunda maior criptomoeda do mundo, o ethereum (ETH) caía mais de 16%, abaixo do nível de suporte de US$ 1.500.
Enquanto Trump chama suas tarifas de "coisa mais linda", a situação alimenta especulações quanto à possibilidade de o Fed implementar um corte emergencial de juros.
Diante disso, as taxas projetadas dos títulos da dívida norte-americana recuam na manhã de hoje.
O dólar também cai ante o euro e o iene.
Os temores de recessão também derrubam o petróleo, que mais cedo renovaram as mínimas desde 2021.
Em meio ao pânico, os investidores buscam refúgio no ouro, que segue acima de US$ 3 mil por onça-troy.
Tudo indica que o Ibovespa terá dificuldade para escapar da sangria nesta segunda-feira.
Escalada das tensões no Oriente Médio, com foco em Israel e Líbano, ainda mantém os preços do barril em níveis elevados, e coloca estatal entre as mais negociadas do dia na bolsa brasileira
O fundo imobiliário destacou que a movimentação faz parte da estratégia ativa de gestão, com foco na geração de valor para os cotistas
A construtora divulgou números acima das expectativas do mercado e ações disparam mais de 12%, mas Alea segue sendo o grande incômodo de investidores
Trump pausou a guerra contra o Irã, mas o setor de defesa está longe de esfriar; BTG Pactual projeta um novo superciclo global de investimentos e recomenda ETF para capturar ganhos. Entenda por que a tese de rearmamento segue forte.
Após críticas da Squadra sobre a operação da empresa no Sul e Sudeste, a empresa estaria buscando vender ativos em uma das regiões, segundo reportagem do Pipeline
Três operações de peso envolvendo os FIIs Bresco Logística (BRCO11), Capitânia Logística (CPLG11) e REC Recebíveis (RECR11) são destaques hoje; confira a seguir
O principal índice de ações da B3 encerrou o dia em alta de 2,01%, a 192.201,16 pontos. O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1029, com queda de 1,01%, enquanto os futuros do petróleo tiveram as maiores quedas percentuais desde a pandemia
Em evento do Bradesco BBI, especialistas afirmaram esperar a retomada do apetite dos estrangeiros e a continuidade da queda dos juros para destravar mais valor da Bolsa
O fundo imobiliário GGRC11 poderá emitir um lote extra de até 50%, o que pode elevar o volume total da oferta
Santander espera que a Hypera tenha um 1º trimestre mais fraco em 2026, mas ainda assim recomenda a compra da ação; o que está em jogo?
Aos poucos, a empresa está amadurecendo seus procedimentos internos e pode se tornar uma candidata a novos patamares nos EUA, como entrar em certos índices de ações
O FII do mês da série do Seu Dinheiro é avaliado como um dos maiores e mais diversificados fundos imobiliários do mercado brasileiro
Foram mantidas C&A (CEAB3), Brava Energia (BRAV3), Suzano (SUZB3), Plano&Plano (PLPL3), Smart Fit (SMFT3) e Intelbras (INTB3)
Segundo o banco, o portfólio busca superar o Índice de Dividendos (IDIV) da B3 no longo prazo
Até o dia 24 de março, a bolsa brasileira já acumulava R$ 7,05 bilhões, e a expectativa é de que o ingresso de capital internacional continue
Com a semana mais enxuta pelo feriado de Sexta-Feira Santa, apenas oito ações encerraram em queda
A Fictor Alimentos recebeu correspondência da B3 por negociar suas ações abaixo de R$ 1, condição conhecida como penny stock. A empresa busca solucionar o caso com um grupamento
Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar
A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra
Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas