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Bolsas globais reagem ao anúncio de isenção de tarifas recíprocas para smartphones, computadores e outros eletrônicos

Hoje os mercados começaram o dia sorridentes. É gráfico verde para todo lado: Europa, Estados Unidos, Ásia e Brasil. E o destaque vai para as ações da Apple.
Por aqui, o Ibovespa sobe 1,26% por volta das 15h desta segunda-feira (14), aos 129.234 pontos. O dólar cai 0,46%, negociado a R$ 5,83.
Lá fora, a Nasdaq sobe 0,86%, à medida que Dow Jones ganha 300 pontos, com uma alta de 0,82%. O S&P 500 se valoriza 0,98% no mesmo horário.
Já o VIX, índice que mede a aversão ao risco global, cai mais de 16% nesta manhã.
Na Europa, as bolsas também tiveram um dia alegre. O DAX, índice que compila as maiores empresas abertas da Alemanha, teve alta de 2,85% hoje. O FTSE, índice do Reino Unido, teve ganhos de 2,14%, e o CAC, da França, se valorizou 2,37%.
O destaque na Europa são as ações da Novo Nordisk, fabricante do Ozempic, que subiu mais de 4% após a concorrente Pfizer divulgar a suspensão de um estudo com uma pílula para perda de peso devido a uma lesão no fígado em um paciente.
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A Ásia também fechou o pregão em tom positivo, com o Nikkei, do Japão, subindo 1,18%. Em Xangai, a alta foi de 0,76%, e o Hang Seng, de Hong Kong, terminou o dia com ganhos de 2,40%.
Os contratos futuros do petróleo Brent, referência internacional, está caindo 0,22%. Já o WTI, padrão nos EUA, perde 0,39%. Os futuros do ouro caem 0,69% nesta tarde.
O movimento acontece à medida que os investidores digerem o anúncio de que os EUA iriam isentar tarifas de produtos como celulares, computadores e chips.
Você pode ler mais sobre isso nesta reportagem do Seu Dinheiro.
Nos EUA, o papel que mais comemora a notícia é o da Apple — que dispara 4,16% nesta manhã. A empresa era uma das principais vítimas do tarifaço norte-americano contra a China, que está sendo taxada em 145% até agora.
Isso porque 50% de sua produção está concentrada no gigante asiático.
Estimativas de mercado chegaram a apontar que a continuidade da guerra comercial entre as duas maiores potências globais poderia fazer os custos do iPhone subirem expressivamente.
Outras projeções indicaram que, após o anúncio das tarifas na semana passada, o preço do iPhone nos Estados Unidos poderia chegar a US$ 3.500 – ante valor médio atual de US$ 1.199
Estima-se que a Apple teria que investir cerca de US$ 30 bilhões em três anos para transferir 10% da sua cadeia de suprimentos para o país.
Agora, com a isenção, os investidores da companhia — e os usuários de iPhone — respiram aliviados, pelo menos por enquanto.
Veja o desempenho das ações das 7 magníficas — Alphabet (dona do Google), Amazon, Apple, Meta, Microsoft, Nvidia e Tesla — na última semana:
Como estão as outras maiores companhias do mundo nesta segunda-feira (14):
| Empresa | Chg. % |
| Apple | 4,38% |
| Tesla | 2,45% |
| Alphabet | 2,07% |
| Nvidia | 1,32% |
| Microsoft | 0,66% |
| Meta Platforms | 0,57% |
| Amazon.com | -0,74% |
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