🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Katherine Rivas

Katherine Rivas

CHUVA DE PROVENTOS CONTINUA

As ações que devem ser as melhores pagadoras de dividendos de 2026, com retornos de até 15%

Bancos, seguradoras e elétricas lideram e uma empresa de shoppings será a grande revelação do próximo ano

Katherine Rivas
Katherine Rivas
15 de dezembro de 2025
6:05 - atualizado às 11:53
Imagem criada por inteligência artificial mostra uma onda de dinheiro e um surfista vestindo terno escuro, surfando essa onda
Imagem: ChatGPT

Ofuscados pela renda fixa e pelos juros elevados, os dividendos voltaram ao centro das atenções nesta reta final do ano. A nova tributação impulsionou uma onda de distribuições antecipadas e reacendeu o debate sobre o futuro da renda passiva.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A grande dúvida é se a estratégia seguirá atrativa em 2026, ano de juros ainda altos, bolsa volátil por causa das eleições e empresas ajustando seus modelos à tributação. Analistas ouvidos pelo Seu Dinheiro avaliam que a tese continua válida, mas com mudanças importantes.

Para eles, o espaço para commodities, como petroleiras e mineradoras, tende a diminuir, enquanto ganham força empresas com geração de caixa estável e histórico previsível de payout (parcela do lucro destinada a proventos). O tradicional arroz com feijão dos dividendos volta ao protagonismo.

Setores defensivos, como bancos, seguros, elétricas e saneamento, devem se destacar. Mas analistas também enxergam oportunidades em segmentos menos óbvios, como construção civil, shoppings e indústria.

O dividendo extraordinário perde espaço, abrindo caminho para distribuições ordinárias, sustentáveis e consistentes. Nesta outra reportagem, você entende o que esperar do cenário de dividendos em 2026.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Diante de tantas incertezas, quais são as ações preferidas de grandes bancos e corretoras para quem busca dividendos em 2026? E será que analistas independentes pensam igual? Consultamos diversas fontes para responder a essas perguntas.

Leia Também

11 ações para turbinar seus dividendos em 2026

Levantamento do Seu Dinheiro com cinco bancos e corretoras aponta as 11 ações mais indicadas para dividendos em 2026, considerando recomendações de BB Investimentos (BB-BI), BTG Pactual, Itaú BBA, Ágora e Terra Investimentos.

O Itaú (ITUB4) lidera a lista com três recomendações, sustentado por lucros fortes, rentabilidade crescente e proventos previsíveis. Ao seu lado, a Allos (ALOS3) ganha destaque após triplicar a distribuição mensal para cerca de R$ 150 milhões, equivalente a R$ 0,28 a R$ 0,30 por ação.

Mesmo com a desaceleração esperada nos dividendos de commodities, Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4) seguem entre as preferidas do mercado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O ranking inclui ainda elétricas, mineradoras de ouro, seguradoras, bancos e construtoras de baixa renda. Os dividend yields (retorno com dividendos) projetados variam de 6,5% a 14% em 2026. Veja a lista:

Ação Dividend yield projetado para 2026 Preço-alvo Quem recomenda Indicação
Itaú (ITUB4) - 6,80%
- 6,50%
- 7% 
- R$ 40,60
- R$ 50
- R$ 47 
- BB-BI
- BTG
- Terra 
Compra 
Allos (ALOS3) - 12,80%
- 7,50%
- 14,00% 
- R$ 28
- R$ 25
- R$ 34
- Itaú BBA
- BTG
- Ágora
Compra 
Petrobras (PETR4) - 11,20%
- 11%
- R$ 45
- R$ 40
- BB-BI
- Terra
- Neutro
- Compra
Vale (VALE3) - 9%
- 6,8%
- R$ 75
- R$ 83
- Terra
- Ágora
Compra 
Itaúsa (ITSA4) 9,30% BB-BI Sem indicação
Aura Minerals (AURA33) 6,20% R$ 78 Itaú BBA Compra 
Copel (CPLE6) 9,10% R$ 14 BTG Compra 
Bradesco (BBDC4) 7,30% R$ 21 BTG Compra 
Direcional (DIRR3) 8,30% R$ 20 BTG Compra 
Caixa Seguridade (CXSE3) 8,50% R$ 19 Terra Compra 
Axia Energia (AXIA3) 8,00% R$ 70 Terra Compra 
Fonte: levantamento Seu Dinheiro com bancos e corretoras

Itaú: o relógio suíço

Não é de hoje que o Itaú surpreende em proventos. Desde 2024, o banco privado mantém trajetória crescente de lucros, ROE (Retorno sobre Patrimônio Líquido) e remuneração aos acionistas.

Levantamento exclusivo do Meu Dividendo para o Seu Dinheiro mostra que, em 2025, o Itaú lidera o ranking de maiores pagadoras da bolsa, com R$ 74,067 bilhões distribuídos, alta de 166% ante 2024. O dividendo por ação também saltou de R$ 2,82 para R$ 7,39, avanço de 162%. Veja estudo.

Para 2026, analistas esperam que o banco siga atrativo em dividendos, podendo entregar até 7% de dividend yield, somado a uma boa valorização. Na visão de Rafael Reis, analista da BB Investimentos, embora o yield do Itaú seja mais modesto que o de outras pagadoras, ele conversa com o valor da ação, já que o lucro cresce ano após ano. O desafio, segundo ele, é manter essa trajetória.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Reis lembra que, no passado, a rentabilidade do ROE esperada dos bancos era de cerca de 20%, mas o Itaú já entrega 23,3%, destrava valor e ainda paga dividendos robustos e até extraordinários. “Um voo de cruzeiro interessante”, afirma o analista, que vê o banco como líder em rentabilidade e consistência de proventos em 2026.

Bruno Henriques, analista do BTG, destaca que o Itaú é o banco com maior colchão de capital. Pelo mínimo regulatório, precisaria ter índice de 11%, mas trabalha com meta entre 11,5% e 12%. Tudo o que ultrapassa 12% é distribuído aos acionistas.

No operacional, Henriques avalia que o banco melhora eficiência, ganha produtividade e continua gerando capital. Há metas fortes para os próximos cinco anos, como migrar 100% para a nuvem e reduzir custos do varejo.

O banco também mira crescimento, mas deve equilibrar esse movimento com dividendos, desde que lucros e rentabilidade sigam em alta. Mesmo com volatilidade eleitoral, juros altos e tributação, o Itaú mantém confiança.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao Seu Dinheiro, Renato Lulia, diretor de RI do Itaú, afirmou que a instituição está pronta para acelerar se o macro ajudar, mas também tem folga no balanço para enfrentar cenários mais duros.

Em 2026, a estratégia segue baseada em juros sobre capital próprio (JCP) mensais no limite permitido, distribuições trimestrais maiores, pelo menos dois pagamentos ao ano e dividendos adicionais robustos no início de 2027. Para o ROE, o Itaú acredita ter condições de sustentar 23% no médio prazo.

Allos

A grande revelação para 2026 é a Allos (ALOS3). A companhia adotou pagamentos mensais desde outubro de 2024, em torno de R$ 0,10 por ação. Para 2026, projeta triplicar esse valor para R$ 0,28 a R$ 0,30, o que representa cerca de R$ 150 milhões por mês e leva o dividend yield para perto de 13%.

Victor Natal, analista do Itaú BBA, reconhece que shoppings não são ativos clássicos de dividendos, mas afirma que a recorrência mensal tem peso relevante. “É mais interessante receber um valor mês a mês do que acumulado no final do ano, isso traz o valor da companhia para o presente”, comenta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Natal destaca ainda que a empresa tende a se beneficiar dos cortes de juros esperados a partir de janeiro, já que o setor tem receitas previsíveis, atreladas à inflação. “Allos responde bem aos cortes da Selic”, pontua.

Para 2027, porém, o cenário dos dividendos dependerá da continuidade do ciclo de queda dos juros e do comportamento das cotações, que podem disparar e reduzir o yield.

Na Ágora Investimentos, os analistas Ricardo França e Renato Chanes projetam um 2026 de investimentos conservadores, dividendos maiores e dividend yield próximo de 14%, com alavancagem abaixo de duas vezes dívida líquida sobre Ebitda.

A média de dividendos da bolsa é de cerca de 6%. Para os analistas, o setor de shoppings pode se consolidar como líder na remuneração ao acionista em 2026.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Commodities

Menos sexys, mas ainda relevantes, Petrobras e Vale seguem no radar dos dividendos. Na petroleira, Regis Chinchila, head de research da Terra Investimentos, lembra que a companhia comprovou a força do caixa e continua tendo uma agenda forte em dividendos, mesmo com a queda de 16% do petróleo em 2025.

Segundo a Meu Dividendo, a Petrobras já repassou R$ 53,87 bilhões aos acionistas neste ano, superando sozinha várias empresas do Ibovespa. “A sustentabilidade desses proventos dependerá da gestão e do preço do petróleo, mas há histórico de grandes distribuições”, afirma.

No caso da Vale, a geração de caixa apoiada nos preços do minério sustenta os pagamentos, embora o ciclo da commodity exija atenção. “A estrutura de capital suporta proventos recorrentes em cenários favoráveis”, diz Chinchila. A companhia costuma distribuir proventos em março e setembro.

VEJA TAMBÉM: Tributação de dividendos à vista: empresas aceleram pagamento de proventos

Queridinhas dos independentes

Quando se observam as escolhas dos analistas independentes, os setores tradicionais continuam dominando, com liderança de bancos e elétricas. Mas há espaço também para small caps e nomes fora do radar, como Marcopolo, Metal Leve, Plano & Plano e Valid. Veja abaixo:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
AçãoDividend yield projetado para 2026 Preço-teto Quem recomenda Indicação
BB Seguridade (BBSE3) - 10,60%
- 9% até 9,5%
- 12,47%
- 12% 
- R$ 38,30
- R$ 36
- R$ 37,36
- R$ 37
- VG Research
- GuiaInvest
- AGF
- Blue3 Research
Compra 
Axia (AXIA6) - 9%
- 13,40% 
- R$ 62
- R$ 63
- VG Research
- Hub do Investidor
- Neutra
- Compra
BMG (BMGB4) 11,60% R$ 4,50 VG Research Compra 
BR Partners (BRBI11) 8,90% R$ 20Hub do Investidor Compra 
Bradesco (BBDC4) 7,46%R$ 17,31 AGF Compra 
Cemig (CMIG4) 11,03%R$ 13,10AGF Compra 
Isa Energia (ISAE4) 10,09%R$ 28,07AGF Compra 
Itaú (ITUB3) 8%R$ 40Nord Research Compra 
Marcopolo (POMO3) 10%R$ 9Nord Research Compra 
Metal Leve (LEVE3) 15%R$ 34Blue3 Research Compra 
Plano & Plano (PLPL3) 13%R$ 17,50Blue3 Research Compra 
Vale (VALE3) 9%R$ 66GuiaInvest Compra 
Valid (VLID3 11%R$ 27Nord Research Compra 
Fonte: levantamento Seu Dinheiro com casas de análise

BBSE3: uma máquina de gerar lucro

A BB Seguridade (BBSE3) lidera as preferências entre analistas independentes, mesmo com expectativa de desaceleração de lucros e dividendos em 2026. Conhecida pela resiliência em cenários de Selic alta ou baixa, a companhia segue vista como destaque para renda passiva.

Para Milton Rabelo, analista da VG Research, a BB Seguridade tem potencial até para figurar entre as maiores pagadoras da bolsa em 2026. Ele reconhece sinais de deterioração operacional, mas lembra que o resultado financeiro ainda se beneficia dos juros elevados, que o Focus projeta em 12% no fim de 2026.

Rabelo acrescenta que o papel recuou em 2025 por temores ligados ao Banco do Brasil, ao agronegócio e à queda no seguro rural, embora veja os resultados da seguradora como mais resilientes por causa das receitas de previdência.

“Mesmo em um cenário de deterioração adicional do resultado operacional em 2026, as ações BBSE3 possuem uma boa margem de segurança para compra”, afirma Rabelo. Para ele, a companhia combina lucros estáveis, forte distribuição de proventos e preços atraentes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Historicamente, BBSE3 paga 80% dos lucros, mas desde 2019 distribui 90%, com dois pagamentos anuais, em fevereiro e agosto. Diante da nova tributação para dividendos mensais acima de R$ 50 mil, Rabelo vê chance de a empresa passar o prazo das distribuições para trimestral, uma demanda recorrente dos investidores.

Sergio Biz, analista do GuiaInvest, aponta poucos riscos no radar. O principal é a renovação do contrato com o Banco do Brasil para ofertar seguros pelos canais digitais e presenciais do banco, responsável por mais de 90% das receitas, que vence em 2031.

“A renovação deve ocorrer, mas o que está em dúvida são os termos. Apesar disso, quem investe em BB Seguridade vai receber praticamente o valor de mercado da companhia em dividendos até lá”, afirma Biz.

Pedro Galdi, analista do AGF, reforça a importância da rede de agências do Banco do Brasil para o crescimento da seguradora. Segundo ele, riscos como aumento de sinistros e descasamentos inflacionários não tiram da empresa o status de grande pagadora de proventos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma nova fase para Axia

Outra surpresa positiva para 2026 é a Axia (AXIA3), vista como futura vaca leiteira do mercado, com potencial de entregar dividendos de até 13,40%.

Para Jayme Simão, sócio do Hub do Investidor, a companhia vive seu melhor momento desde a privatização, impulsionada por eficiência operacional, cortes de custos, reorganização do portfólio e desinvestimentos, somados à previsibilidade do segmento de geração e transmissão elétrica.

Simão considera a Axia uma forte candidata a maior pagadora de 2026. “A companhia está protegida da volatilidade eleitoral, pelo caráter defensivo do setor e ciclo operacional extremamente favorável. Geração de caixa e desinvestimentos reforçam pagamentos elevados”, afirma.

Aurélio Sales, da VG Research, destaca a redução gradual dos empréstimos compulsórios, das despesas operacionais e a conclusão de acordos judiciais. Os dividendos vêm crescendo: foram R$ 4 bilhões em 2024, yield de 4,4% e payout de 40%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em 2025, o terceiro trimestre somou R$ 4,3 bilhões, totalizando R$ 8,3 bilhões no ano, yield de 8,85%. “Além disso, a companhia apresentou proposta de distribuir reservas de lucros até 2031, na ordem de R$ 40 bilhões”, diz.

A empresa também tem adotado estratégias criativas para lidar com a tributação, como a criação de uma nova classe de ações preferenciais, com direito a dividendos e possibilidade de conversão ou resgate até 2031.

Fora do radar

No campo industrial, Marcopolo (POMO4) e Metal Leve (LEVE3) ganham destaque. Victor Bueno, da Nord Research, aponta a Marcopolo como uma das maiores apostas, impulsionada pela idade média elevada da frota de ônibus no Brasil e pelo avanço das exportações.

Segundo ele, a empresa pode crescer cerca de 10% ao ano no médio prazo, mantendo endividamento confortável e capacidade de entregar dividendos de dois dígitos. A Nord prefere as ações ordinárias.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Metal Leve, fabricante de peças e motores, mostra força em diferentes ciclos econômicos. Renato Reis, da Blue3 Research, explica que em economias aquecidas há mais troca de carros; em períodos fracos, aumenta a troca de peças, o que torna a empresa resiliente até em crises.

Com dividend yield projetado de 15%, Reis avalia que a companhia pode facilmente figurar entre as maiores pagadoras da bolsa em 2026, sem ser afetada por Selic alta ou volatilidade eleitoral.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

REFORÇO FINANCEIRO

Raízen (RAIZ4) dispara 20% com expectativa por aumento de capital de R$ 1 bilhão; ação volta a valer mais de R$ 1

28 de janeiro de 2026 - 17:55

A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira

BOLSA EM FESTA

Recorde do Ibovespa é fichinha: bolsa brasileira pode ir a 300 mil pontos — e o investidor brasileiro pode chegar atrasado

28 de janeiro de 2026 - 17:02

Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa

BOLSA E CÂMBIO

Dólar leva tombo e fecha a R$ 5,20 — o menor nível desde maio de 2024 — graças a empurrão de Trump 

27 de janeiro de 2026 - 20:04

Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais

ALOCAÇÃO GLOBAL

Mesmo em recorde, a bolsa brasileira segue barata para o gringo — e fiscal não apavora o estrangeiro, diz UBS

27 de janeiro de 2026 - 17:30

Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global

FOGUETE NÃO TEM RÉ

Ibovespa bate mais um recorde, e mérito não é (só) do Brasil; veja as ações preferidas dos estrangeiros

27 de janeiro de 2026 - 12:31

As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice

NEM TUDO QUE RELUZ...

Nem ouro, nem prata: metais ‘diferentões’ como platina, paládio e ródio chegam a altas de mais de 120%, mas não são para todo mundo 

26 de janeiro de 2026 - 6:04

Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento

FORA DO CONSENSO

Santander diz que o mercado minimiza os riscos do Banco do Brasil (BBAS3) e ignora outras boas ações; veja quais

25 de janeiro de 2026 - 12:52

Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação

ONDE INVESTIR 2026

Onde investir em 2026? Tudo que você precisa saber para montar sua carteira para este ano

25 de janeiro de 2026 - 8:00

Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano

MERCADOS NA SEMANA

Bolsa brasileira nas alturas: Cogna (COGN3) lidera altas do Ibovespa, enquanto só uma dupla de ações fecha semana no vermelho

24 de janeiro de 2026 - 12:10

Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias

ONDE INVESTIR 2026

Não basta escolher o ativo perfeito: o segredo para ganhar dinheiro com investimentos é outro — veja a fórmula para 2026

24 de janeiro de 2026 - 10:00

No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários

FAZENDO HISTÓRIA TODO DIA

Fome do estrangeiro pela bolsa brasileira leva o Ibovespa aos 180 mil pontos na máxima do dia; dólar vai a R$ 5,2862 

23 de janeiro de 2026 - 18:44

Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias

OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

MERCADOS

Foguete não tem ré: Ibovespa quebra novo recorde histórico e supera os 177 mil pontos. Entenda o que impulsiona o índice

22 de janeiro de 2026 - 14:49

Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA

ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

ONDE INVESTIR EM 2026

Nubank (ROXO34), Localiza (RENT3) e mais: as 10 ações para investir em 2026, com cortes na Selic e eleições à vista

21 de janeiro de 2026 - 18:00

Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições

MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar