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Vale relembrar que os fundos de direitos creditórios só puderam passar a ser oferecidos ao público geral em outubro do ano passado
Faz apenas menos de um ano que as pessoas físicas podem investir Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), mas os produtos já parecem ter caído no gosto popular. Ao menos é o que indicam dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (Anbima) divulgados nesta segunda-feira (29).
O relatório mostra que, do final de 2023 para cá, cresceu em 70% o número de CPFs que investem em FIDCs. O total desse tipo de cotista já se aproxima dos 38 mil.
Vale relembrar que, apesar de pertencer a uma indústria de quase R$ 450 bilhões e cerca de 20 anos de idade, os fundos de direitos creditórios só puderam passar a ser oferecidos ao público geral em outubro do ano passado, após a entrada em vigor da Resolução CVM 175.
“Nossa expectativa é que a adaptação do estoque de FIDC às novas normas, que acontecerá em novembro deste ano, abra espaço para um crescimento ainda maior que o registrado até aqui”, afirma Sergio Cutolo, diretor da Anbima.
Outra tipo cotistas que tem demonstrado um apetite crescente pelo produto são os fundos de investimento financeiros (FIFs). Ainda segundo o relatório da Anbima, eles são o segundo maior público com cotas de FIDCs.
Mas vale destacar que, atualmente, 75% dos FIFs que investem nos fundos de direito creditório mantêm no máximo 10% do patrimônio líquido aplicado na classe. Essa proporção registra estabilidade na comparação com 2023.
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Também chama atenção da Anbima a quantidade de fundos abertos que investem em um FIDC fechado. A associação alerta para um possível problema da estratégia: "para o investidor final, esse tipo de investimento pode oferecer risco de liquidez, devido às possíveis dificuldades do fundo aberto para atender a pedidos de resgate."
Apesar do risco, a modalidade cresceu 39% — em maio de 2024, havia 1.656 fundos desse tipo, ante 1.189 em janeiro de 2023.
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