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Em sabatina,o jornalista negou que esteja usando a política para renegociar seu contrato com a Band
O apresentador de televisão José Luiz Datena (PSDB) disse nesta terça-feira (16) que sua intenção é ir "até o final" na sua pré-candidatura a prefeito de São Paulo, mas expressou desconfiança em relação aos políticos brasileiros.
Ele não descartou desistir pela quinta vez de disputar uma eleição caso "encham seu saco" e o "sacaneiem".
O apresentador de TV e agora tucano participou de sua primeira sabatina neste ciclo eleitoral, promovida pelo jornal Folha de São Paulo e pelo portal UOL.
O jornalista negou que esteja usando a política para renegociar seu contrato com a Band, evitou se classificar dentro de um espectro político, como direita ou esquerda.
Em uma tentativa de fugir da polarização, criticou tanto o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), assim como Ricardo Nunes (MDB), a quem classificou como "pior prefeito da história de São Paulo", e o deputado federal Guilherme Boulos (PSOL), seus oponentes que lideram as pesquisas eleitorais neste momento.
"A minha desconfiança com político é total. E até que eu faça parte do meio político e passe a ter confiança nos políticos de forma geral, eu vou continuar na expectativa de ser ou não ser. Eis a questão", afirmou Datena.
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"Se alguém me sacanear de hoje até o dia da eleição, vai ficar no meio do caminho também. [...] A minha intenção dessa vez é ir até o fim, desde que alguém não me encha o saco", continuou.
Como mostrou a Coluna do Estadão, ainda há incerteza no PSDB se o apresentador estará nas urnas. Marconi Perillo, presidente da sigla, quer antecipar a convenção municipal que confirmaria a candidatura de Datena.
A avaliação nos bastidores da sigla é que a data inicial, 3 de agosto, daria pouco tempo para negociar uma aliança com outros pré-candidatos caso o apresentador desista.
Datena criticou Nunes, que, na segunda-feira, 15, disse na sabatina que a imagem do ex-prefeito Bruno Covas (PSDB), morto em 2021 vítima de um câncer, não deveria ser explorada nesta campanha e que o PSDB deveria apoiá-lo porque integra sua gestão
"Como não relembrar o Bruno? Ele me convidou para ser o vice dele. O Ricardo disse que é uma injustiça eu ser candidato pelo PSDB. Injustiça é São Paulo ter um prefeito tão ruim como ele", criticou o jornalista. Ele afirma que foi vice de Covas durante um mês, mas desistiu porque o estavam "sacaneando"
Ele também marcou posição diferente de Nunes ao considerar que tanto o 8 de Janeiro quanto a tentativa de assassinato contra Donald Trump nos EUA são atentados à democracia.
Na segunda-feira, o atual prefeito afirmou que houve invasão e depredação de prédios dos Três Poderes, mas que não acreditava que os envolvidos queriam dar um golpe de Estado.
Datena também afirmou que Boulos precisa acabar com a imagem de invasor devido à sua atuação pregressa no Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST).
Questionado se a imagem corresponde à realidade, o apresentador respondeu: "Ele deve ter feito por isso. Não é à toa que dizem que ele gosta de tomar a propriedade dos outros", acrescentando que o pré-candidato do PSOL é mais ponderado hoje do que no passado.
Datena disse ainda que Bolsonaro cometeu "vários erros", ao mesmo tempo que fez piada quando o apresentador da sabatina citou logo no início do programa que ele foi demitido da Rede Globo em 1989 por subir no palanque do petista na eleição presidencial contra Fernando Collor.
"Tinha que lembrar isso? Vai me tirar voto pra caramba", disse Datena. Apesar de ter sido filiado ao PT por 23 anos, de 1992 até 2015, o jornalista respondeu ser "constitucionalista" ao ser questionado se era de direita ou de esquerda. "Nos extremos não há nada bom".
O apresentador também confirmou as notícias veiculadas na imprensa de que firmou um novo contrato com a Band e aceitou reduzir em seu salário em 70%.
Segundo o apresentador, ele trabalhará na emissora por dois anos com a remuneração reduzida caso não seja eleito. Ele afirmou ainda que sua remuneração já ultrapassou R$ 1 milhão, mas que atualmente gira entre R$ 600 mil a R$ 800 mil, valor sobre o qual a redução será aplicada.
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