O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os dois políticos polarizam a disputa também no primeiro turno, ainda sem serem ameaçados por outros pré-candidatos
As eleições de outubro deste repetem um quadro já bem conhecido pelos brasileiros: a polaridade. Tudo indica que a disputa presidencial ficará entre o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) — e ela já está acirrada.
Segundo a pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (15), Lula está tecnicamente empatado com o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro em um eventual segundo turno. Porém, o senador aparece numericamente na frente, com 42% das intenções de voto, contra 40% para o atual chefe do Executivo.
Ainda assim, as variações ocorrem dentro da margem de erro de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos.
Em relação ao levantamento anterior, Lula recuou 1 ponto porcentual, enquanto Flávio avançou também 1 ponto porcentual. Nessa projeção, 16% declararam votos em branco, nulo ou que não votariam e 2% estavam indecisos.
A pesquisa ainda revelou que 57% dos entrevistados já definiram o voto e 43% ainda podem mudar sua escolha.
Na pesquisa, foram consultados 2.004 eleitores presencialmente entre a última quinta-feira (9) e segunda-feira (13). O índice de confiança do levantamento é de 95%.
Leia Também
E não é só no segundo turno que a disputa será acirrada. Os dois políticos polarizam a disputa também na primeira rodada, ainda sem serem ameaçados por outros pré-candidatos ao Planalto.
De acordo com a Genial/Quaest, Lula tem 37% das intenções de votos, Flávio Bolsonaro tem 32%, Ronaldo Caiado (PSD), 6% e Romeu Zema (Novo), 3%. O escritor Augusto Cury (Avante), incluído pela primeira vez, tem 2%, empatado numericamente com Renan Santos (Missão).
Cabo Daciolo (Mobiliza) e Samara Martins (UP), também novatos na pesquisa, atingiram 1% e Aldo Rebelo (DC) não atingiu esse porcentual, ficando com 0%. Brancos e nulos e os que declaram que não votarão foram 11% e os indecisos atingiram 5%.
Não há uma comparação com as pesquisas anteriores, feitas antes da janela partidária, e que incluíam outros candidatos.
Caso Flávio Bolsonaro não estivesse na corrida eleitoral, Lula estaria mais perto do quarto mandato. Isso porque, em outros cenários do segundo turno, o presidente venceria Zema por 43% a 36% (44% a 34% no levantamento de março), bateria Caiado por 43% a 35% (44% a 32%) e teria vantagem de 44% a 24% sobre Renan Santos (43% a 24%).
Em um quinto e inédito cenário, Lula venceria Augusto Cury por 44% a 23% no segundo turno.
Já na pesquisa espontânea, na qual os nomes não são fornecidos aos entrevistados, Lula foi citado por 19% dos eleitores, Flávio Bolsonaro por 13% e o ex-presidente Jair Bolsonaro por 1%. Outros nomes foram citados por 5%, e 62% se declararam indecisos.
A pesquisa Genial/Quaest mostrou também que 52% desaprovam e 43% aprovam o governo do presidente Lula. Outros 5% não souberam ou não responderam. Em março, os porcentuais eram, respectivamente, de 51% e 44%.
A avaliação do governo é negativa para 42% dos entrevistados, ante 43% no levantamento anterior e positiva para 31%, mesmo porcentual de março. Outros 26% consideraram o governo regular, ante 25% em março e 1% não soube ou não respondeu.
O trabalho do presidente Lula foi aprovado por 46%, contra 45% em março, e desaprovado por 49% dos entrevistados, ante 51%
Neste 19 de abril, lideranças reforçam a pressão por avanços na regularização territorial dos povos originários
O presidente e Flávio Bolsonaro também são os pré-candidatos mais conhecidos pelos eleitores
Em evento do BBI, gestores afirmam que cenário global predomina e eleições ficaram no segundo plano
O prazo vale também para quem pretende tirar o título de eleitor pela primeira vez ou alterar o local de votação
Cláudio Felisoni, presidente do IBEVAR e professor da FIA Business School, fala no Touros e Ursos desta semana sobre um estudo que mensura os possíveis efeitos da redução da jornada no varejo e na economia
Segundo Lula, mais auxiliares podem deixar a Esplanada, mas ainda precisam avisá-lo
Licença-paternidade foi instituída no Brasil com a promulgação da Constituição de 1988. Mesmo com ampliação, benefício seguirá muito aquém do observado em países mais desenvolvidos.
Mesmo sem a confirmação oficial, integrantes do PSD começam a repercutir a escolha do governador de Goiás, em detrimento de Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul
O potencial de voto de Lula é um pouco maior e chega a 50%, enquanto Flávio Bolsonaro também tem 48% dos eleitores que admitem votar nele
O equívoco nasce de uma leitura imprecisa do artigo 224 do Código Eleitoral. O texto menciona, de fato, a necessidade de novas eleições caso a “nulidade” atinja mais da metade dos votos
Apesar da vantagem numérica do petista no primeiro turno entre os moderados, a disputa se acirra em uma eventual rodada decisiva
Decisão do STF limita verbas indenizatórias, suspende auxílios e tenta conter supersalários, embora preserve margem para penduricalhos na magistratura
A pena estipulada pelo TSE foi de 4 anos, retirando o ex-governador da corrida eleitoral deste ano e de 2030
Atual secretário-executivo da Fazenda tem perfil mais técnico e pode assumir a pasta com o desafio de tocar a agenda econômica em ano eleitoral
Além do efeito da bandeira do governo Lula na renda, levantamento mostra que a violência permanece no topo das preocupações dos entrevistados
Especialistas apontam que a observação detalhada da face e do áudio é o primeiro filtro de segurança, mas não é o único
Investigação da PF encontra mensagens do ministro do STF no WhatsApp do banqueiro que apontam para uma relação de pelo menos dois anos
Ex-governador de São Paulo e nome forte no Estado, Geraldo Alckmin também foi lembrado com elogios por Lula pela nova política da indústria brasileira
Os dados mostram também o filho de Jair Bolsonaro numericamente a frente de Lula no segundo turno, apesar da igualdade técnica entre ambos