O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O presidente argentino será o primeiro líder a ser recebido pelo republicano; saiba quando eles vão se reunir e onde
O segundo governo de Donald Trump promete começar de onde parou em relação à proximidade com a América Latina: estreitar laços com a Argentina. O presidente Javier Milei será o primeiro a ser recebido pelo republicano antes mesmo de assumir a Casa Branca. E não estará sozinho: Elon Musk estará com eles.
Quando Trump assumiu pela primeira vez o comando da maior economia do mundo, Maurício Macri era o presidente da Argentina e os dois viviam trocando declarações públicas de apoio. E não era sem motivo: ambos eram antigos conhecidos, cujas famílias já haviam realizados negócios bilionários em Nova York.
Agora, parece que o republicano está determinado em colocar o Brasil para escanteio e pavimentar o caminho da Argentina na liderança da América Latina.
Milei é líder do partido de ultradireita La Libertad Avanza na Argentina e não escondeu suas preferências por Trump durante a campanha às eleições presidenciais dos EUA.
Desde que assumiu a presidência argentina, em dezembro passado, elegeu EUA e Israel como os principais aliados em política externa.
Na quarta-feira (6), quando a vitória de Trump já era incontestável, Milei correu para expressar "apoio incondicional" à "liderança" do republicano — a quem classificou como um "exponente do mundo livre, ocidental e capitalista".
Leia Também
"Agora, faça o EUA Grande de Novo. Você sabe que pode contar com a Argentina para levar adiante sua tarefa. Sucesso e bênçãos. Abraços cordiais", disse Milei em seu perfil na rede social X.
Essa não será a primeira vez que Milei e Trump vão se reunir — e eles não estarão sozinho: terão a companhia de Musk, apoiador declaração do retorno do republicano à Casa Branca.
Trump e Milei se encontraram nos bastidores de uma edição da Conferência Política de Ação Conservadora (Cpac), em 24 de fevereiro, em National Harbor, Maryland.
O palco do novo encontro será o mesmo. Milei será recebido pelo presidente eleito dos EUA em sua mansão de luxo em Mar-a-Lago, na Flórida, onde ocorrerá a mesma conferência.
O presidente argentino será um dos oradores — o único líder da América Latina, e será ouvido por Trump junto com seu vice-presidente eleito, J.D. Vance.
A conferência ocorre nos próximos dias 14 e 15 de novembro, em Palm Beach, de onde Trump fez o seu primeiro discurso quando já estava claro que estava virtualmente eleito 47º presidente.
Segundo a agência francesa RFI, Milei foi convidado a sentar-se com Trump, Vance e o provável secretário de Estado norte-americano, Ric Grenell, separadamente enquanto estiver em Mar-a-Lago. Também deve se reunir com Musk.
Milei será o único líder latino-americano a se reunir com Trump antes da posse, marcada para 20 de janeiro em Washington. O argentino já confirmou que estará presente no evento.
Milei se vê como o líder mais importante depois de Trump, em suas próprias palavras, e busca se colocar como o expoente do movimento conservador na região — especialmente em um cenário de esquerdas na Colômbia, com Gustavo Petro, e Luiz Inácio Lula da Silvia, no Brasil.
Após anos de perdas e baixa contábil, a saída do “sonho grande” volta à mesa com a chegada do novo CEO Greg Abel; entenda
Pequena parte do dinheiro reaparece quase dez anos depois, mas a mulher por trás do maior golpe de cripto continua desaparecida
No interior da China, um homem decidiu morar dentro de uma montanha ao escavá-la por completo, criando uma casa sustentável integrada à produção agrícola
Um levantamento da CBRE mostra a capital paulista no top 5 entre os maiores mercados do mundo em residências de luxo associadas a marcas
Cálculos do JP Morgan mostram que cerca de US$ 25 bilhões poderiam entrar na bolsa brasileira vindos lá de fora
Medida dos Estados Unidos barra novos vistos de imigrantes para o Brasil e outras 74 nações sob o argumento de evitar custos ao contribuinte americano
Número 1 do Brasil, João Fonseca estreia no Australian Open 2026 diante do norte-americano Eliot Spizzirri; partida acontece às 22h40, no horário de Brasília
A China domina o segmento dos minérios indispensáveis para fazer de smartphones até mísseis inteligentes, mas o Brasil ocupa o segundo lugar e pode se beneficiar com o “degelo” nas relações com os EUA
Após ameaça de tarifas de até 25% feita por Donald Trump, União Europeia avalia acionar instrumento de anticoerção econômica que pode atingir empresas e investimentos dos EUA
Relatório da Oxfam mostra que bilionários acumularam US$ 2,5 trilhões em um único ano, enquanto pobreza estagna e fome avança
Até então, o Inter operava nos EUA por meio da subsidiária Inter Payments e pela Inter US Holdings; BTG e Nubank também miraram o mercado norte-americano
Os estrategistas do BofA selecionaram quatro setores que podem se beneficiar da inteligência artificial sem a exposição direta às empresas de tecnologia
Declarações de Trump sobre a Groenlândia levantam dúvidas sobre os limites da defesa coletiva da OTAN quando a ameaça parte de um país-membro da própria aliança
O primeiro lugar do pódio com o maior potencial de retorno, segundo o banco, também é o primeiro no quesito volatilidade
Fundo projeta um crescimento de cerca de 4,5% para este ano e destaca desceleração expressiva da inflação em 2025; mas norte-americanos alertam para possibilidade de calote
Com sol escasso no inverno, dias intermináveis no verão e uma população menor que a de muitas cidades brasileiras, a Groenlândia saiu do isolamento e entrou no centro da geopolítica global
A dona da Bloomingdale’s deve ser uma das poucas a se beneficiar com a entrada na rival no Chapter 11 — e os números mostram que ela está pronta para essa oportunidade
Premiação que “celebra” os tropeços do cinema inclui nomes brasileiros na lista de indicados e mostra como sucesso e decepção caminham lado a lado
Suspensão de vistos atinge 75 países e inclui 23 seleções classificadas ou na repescagem da Copa do Mundo, que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México
Medida do governo Trump entra em vigor em 21 de janeiro, atinge 75 países e faz parte de uma revisão nos critérios de triagem e concessão de vistos pelos Estados Unidos