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Entenda os motores por trás da tendência que contrasta com uma economia na qual a inflação estimada para o mês está projetada em 15%

Quem vai a Argentina certamente tira algum momento do dia para conhecer a famosa Calle Florida, uma rua de compras de Buenos Aires onde é possível encontrar de tudo: de roupas em couro, alfajores e doces de leite — até dólar.
Basta entrar na rua de pouco mais de um quilômetro que logo você vai ouvir a pergunta: “Câmbio para cambiar?” — são várias as pessoas que ao longo da Calle Florida oferecem a troca reais, dólares e outras moedas por pesos argentinos.
E quem passou por lá em fevereiro notou que essas trocas não se deram na mesma base que de costume. O motivo? Fevereiro foi caracterizado por um “verão cambial” raramente visto na Argentina.
O dólar livre caiu até 15% nas últimas quatro semanas — a baixa real mais acentuada dos últimos 20 anos. Uma tendência que contrasta com uma economia na qual a inflação estimada para o mês está projetada em 15% e as taxas de inflação e juros são negativas em termos reais.
Para os analistas de mercado, esse movimento foi explicado principalmente pelo excesso de oferta de dólares e pela queda na demanda.
No entanto, a tendência acabou por se consolidar após os esforços do governo de Javier Milei para absorver parte dos pesos excedentes que circulavam na economia, a liquefação dos rendimentos da população e o fato de os preços terem atingido valores historicamente elevados durante os meses anteriores.
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Os analistas explicam que houve uma forte dolarização durante as eleições na argentina, nas quais muitas pessoas e empresas se refugiaram na moeda forte. Só que com o choque inflacionário atual, as pessoas perderam a capacidade de poupar porque o rendimento não acompanha o aumento dos preços.
É importante lembrar que a valorização do dólar ocorre justamente por causa do excesso de pesos na economia, já que grande parte desse dinheiro é usado na compra de moeda estrangeira para se proteger da inflação.
E, segundo os especialistas, a queda de fevereiro não deve se sustentar com uma inflação de 15% ao mês.
Segundo eles, em algum momento esse baixa deverá ser corrigida porque as magnitudes não são lógicas — a chance é se a economia se estabilizar, mas é uma realidade ainda distante para os hermanos.
*Com informações do La Nacion
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