Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
ELEIÇÕES NOS EUA

De ameaça a cabo eleitoral: como os erros do governador da Flórida jogam as primárias republicanas no colo de Donald Trump

Saída de Ron DeSantis deixa Nikki Haley como única alternativa a Trump nas primárias do Partido Republicano nos EUA

O presidente dos EUA, Donald Trump, parado em frente a um púlpito
O presidente dos EUA, Donald Trump - Imagem: Shealah Craighead/Casa Branca

Quando o governador da Flórida, Ron DeSantis, anunciou a intenção de concorrer nas primárias do Partido Republicano, ele era visto como a principal ameaça interna à candidatura do ex-presidente Donald Trump.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Agora Trump não precisa mais se preocupar com De Santis. O governador da Flórida anunciou na noite de domingo (21) que desistiu da disputa pela indicação do partido para a disputa da Casa Branca.

Mas não só. Além de desistir, DeSantis declarou apoio à candidatura de Trump. A decisão veio à tona dias depois de uma dura derrota do governador nos caucuses de Iowa e às vésperas das primárias em New Hampshire.

Com a desistência de DeSantis, a ex-embaixadora norte-americana na ONU Nikki Haley restou como a única alternativa a Donald Trump dentro do Partido Republicano.

Os erros que levaram DeSantis a acabar como cabo eleitoral de Trump

O estilo combativo e o conservadorismo exacerbado de Ron DeSantis o posicionaram rapidamente como principal ameaça a Trump dentro de um Partido Republicano dividido.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O governador da Flórida chegou a liderar pesquisas de intenção de voto dos eleitores republicanos com vistas às primárias.

Leia Também

FÁBRICA DE TEMPESTADES

Clima de Copa: por que os EUA têm tantas tempestades nessa época do ano — e por que elas estão cada vez piores

ARGENTINA E FRANÇA

Confira programação de jogos da Copa do Mundo nesta segunda-feira (22) e onde assistir

Mas o protagonismo durou pouco. O apoio a ele começou a minguar antes mesmo do início do processo.

Analistas políticos apontam alguns erros de estratégia que podem explicar o resultado.

Primeiro, Ron DeSantis tentou apelar ao mesmo tempo aos trumpistas mais fanáticos e aos republicanos que não podem ver o ex-presidente nem pintado de ouro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ninguém disse que seria fácil.

De um lado, Trump é apontado como o grande responsável por uma divisão profunda no Partido Republicano.

O ex-presidente e seus seguidores costumam se referir aos correligionários contrários da Trump como “rinos”, acrônimo para algo como “republicanos de fachada”.

De outro, pesquisas indicam que mais de 70% dos filiados ao partido têm uma visão positiva sobre Trump.

DeSantis, por sua vez, não conseguiu se impor como uma alternativa aceitável para os admiradores do ex-presidente nem se apresentar como o “anti-Trump”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao mesmo tempo, DeSantis teria entrado tardiamente na campanha, dizem aliados. A situação o teria deixado ainda mais exposto à conhecida língua ferina de Trump.

O governador da Flórida também torrou rapidamente o dinheiro arrecadado com facilidade ao lançar sua candidatura. Isso o forçou a terceirizar uma parte da campanha e descontentou os financiadores de primeira hora.

Seu maior erro, porém, talvez tenha sido outro.

Em diversos momentos da pré-campanha, DeSantis expôs uma falha fatal para qualquer político com ambições maiores: a falta de tato no trato com eleitores de outras regiões dos Estados Unidos.

Sobrou para Nikki Haley?

Com a saída de DeSantis, caberá a Nikki Haley o papel de desafiar Trump em uma estrutura partidária há anos dominada pelos interesses pessoais do ex-presidente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para alguns analistas, trata-se de uma missão quase impossível para a ex-embaixadora de Trump na ONU.

Sondagens indicam que a maioria dos partidários de DeSantis têm Trump como segunda opção de voto nas primárias.

No frigir dos ovos, o próprio DeSantis lançou-se como cabo eleitoral de Trump.

“Ele tem o meu apoio porque não podemos voltar à velha ordem republicana de corporativismo requentado que Nikki Haley representa”, disse o governador da Flórida.

Há quem considere que a decisão joga as primárias republicanas no colo de Trump.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No entanto, o confronto direto com o ex-chefe é a situação ambicionada por Nikki Haley desde o lançamento de sua pré-candidatura.

Enquanto ela nega qualquer possibilidade de sair como vice de Trump com vistas às eleições de novembro e o acusa pelas derrotas do partido em 2020 e 2022, o ex-presidente agora elogia um DeSantis subjugado e mira exclusivamente na ex-embaixadora.

Segundo ele, Nikki Haley protagoniza uma “aliança profana” com liberais.

Trump lidera pesquisas em New Hampshire

O próximo confronto está marcado para amanhã, quando o Partido Republicano promove eleições primárias em New Hampshire.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O problema para Nikki Haley é que, embora as primárias estejam apenas começando, ela corre contra o tempo para convencer os republicanos de que o partido precisa de uma alternativa ao personalismo de Donald Trump.

Depois de uma vitória retumbante em Iowa, Trump lidera as pesquisas em New Hampshire com 50% das intenções de voto, segundo a CNN. Nikki Haley tem 39% da preferência.

Realizada antes da desistência de DeSantis, a sondagem ainda mostra o governador como a opção de 6% dos eleitores republicanos do Estado.

No curtíssimo prazo, porém, analistas políticos olham para as primárias na Carolina do Sul, Estado-natal de Nikki Haley, em 24 de fevereiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma eventual derrota "em casa" teria o potencial de sepultar precocemente as pretensões da pré-candidata.

*Com informações da Reuters e da CNN.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Em um fundo com uma cidade, cheio de prédios, um círculo azul iluminado aparece no centro com a sigla IPO em branco 19 de junho de 2026 - 15:01
Wesley França e Vini Jr em campo 19 de junho de 2026 - 6:22
Cristiano Ronaldo jogando pela seleção de Portugal. 17 de junho de 2026 - 6:52
Bandeira do Japão e do Brasil 16 de junho de 2026 - 15:28
Uma barra de ouro flutua sobre uma mão aberta. O fundo da foto é escuro e a barra é iluminada por luzes douradas 16 de junho de 2026 - 13:33
Seleção da França na Copa do Mundo de 2022 16 de junho de 2026 - 6:41
petróleo caindo sobre notas de dólar afeta bolsas hoje 15 de junho de 2026 - 19:45
Fachada da Amazon 15 de junho de 2026 - 17:58
15 de junho de 2026 - 13:35
Pessoas segurando bandeiras da Espanha. 15 de junho de 2026 - 6:43

SEGUNDA DE JOGOS

Copa do Mundo: Onde assistir aos jogos desta segunda-feira (15)

15 de junho de 2026 - 6:43
Memphis Depay para a seleção da Holanda 14 de junho de 2026 - 6:52

DOMINGO DE JOGO

Onde assistir aos jogos da Copa do Mundo neste domingo

14 de junho de 2026 - 6:52
Na imagem, ícones de três aplicativos de IA: ChatGPT, Claude e Perplexity. 13 de junho de 2026 - 9:34
Torcedor do brasil assitindo ao jogo de futebol. 13 de junho de 2026 - 6:10
Foto de jogador de futebol da seleção dos Estados Unidos em campo. 12 de junho de 2026 - 6:00
cachorro caramelo vira lata 11 de junho de 2026 - 14:57
Pessoas torcendo para o Brasil na Copa do Mundo no sofá de casa 11 de junho de 2026 - 5:57
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar