O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Grupo de hotéis boutique já tem presença na França, Espanha e Itália com ‘hotelaria de experiência’
Não coloque todos os ovos na mesma bolsa. É esta a filosofia que Bernard Arnault, dono do maior conglomerado de luxo do mundo, tem adotado nos últimos anos. Em 2018, a LVMH adquiriu a rede de hotéis Belmond (dona do Copacabana Palace). Neste ano, comprou um time de futebol parisiense.
Agora, o grupo, junto à firma de investimentos suíça Anaïs Ventures, adquiriu uma participação na “Les Domaines de Fontenille”.
A empresa francesa é focada em hotéis boutique, ou seja, propriedades pequenas e elegantes, que oferecem serviços personalizados e uma experiência de hospedagem mais autêntica.
O valor da transação não foi revelado, mas a LVMH tornou-se a principal acionista da empresa com a compra.
As 11 propriedades da “Les Domaines” se juntam à rede Belmond (adquirida por R$ 19,2 bilhões em 2018); ao resort de ski Courchevel, nos Alpes Franceses; e aos hotéis Bvlgari, consolidando ainda mais a família Arnault como uma player relevante no mercado de hotelaria de luxo.
"Com este investimento nos Domaines de Fontenille, o grupo LVMH explora um novo universo na área de hospitalidade, complementando nossa oferta de marcas", afirmou o CFO (diretor financeiro), Jean-Jacques Guiony.
Leia Também
Criada em 2016, a rede de hotéis adquirida pela dona da Louis Vuitton está presente em três países: França, Espanha e Itália. No momento, são 11 hotéis, mas há dois no cronograma de inauguração: um na região da Bretanha para o ano que vem e outro em Aix-en-Provence, em 2026.
A injeção de capital dos novos investidores vai permitir que a Domaines não só aumente o portfólio, mas também renove as propriedades já existentes.
"A chegada da LVMH e da Anaïs Ventures atesta a qualidade do trabalho realizado em pouco tempo para criar uma marca forte e única. Celebramos a possibilidade de continuar investindo a longo prazo em destinos únicos que nos representam, ao mesmo tempo em que seguimos aprimorando nossos serviços", destacaram os fundadores Frédéric Biousse e Guillaume Foucher.
Com objetivo de espalhar “a arte francesa de viver”, as propriedades da rede lembram pequenos châteaux (castelos) franceses e focam na chamada “hotelaria de experiência”.

Os hotéis vão além do conforto e das instalações de nível quatro ou cinco estrelas. Eles buscam oferecer aos hóspedes uma conexão mais profunda com o local, além de considerarem o impacto social e ambiental da hotelaria.
Por exemplo, entre as atividades que a rede oferece, estão visitas e degustações em vinícolas ao redor das propriedades, passeio de bike pelos campos de lavanda da região da Provence, tour pelo jardim e pomar dos hotéis e visitas guiadas em museus de arte contemporânea.
Além disso, há uma priorização da produção local. “Nos Domaines de Fontenille, o vinho servido é o nosso próprio, o azeite de oliva que tempera as saladas vem de nossos olivais, e os legumes preparados por nossos chefs são cultivados em nossas hortas”, declara o hotel no site oficial.
Este tipo de viagem tem sido cada vez mais valorizado pelos turistas de alto padrão e promete ser uma das grandes tendências do turismo de luxo pelos próximos anos. O Seu Dinheiro fez uma reportagem falando sobre o assunto de forma mais aprofundada.
A LVMH parece já ter notado que os novos consumidores de luxo não se contentarão apenas com itens de alto padrão, como bolsas e roupas.
À época do deal com a Belmond, o CFO, Jean-Jacques Guiony, afirmou que a compra refletia a crença da companhia de que o “futuro do luxo está em itens de luxo e em experiências de luxo.”
* Com informações de Les Echos, Journal du Luxe, La Provence e Reuters.
Brent sobe 12% em três dias com risco no Estreito de Ormuz; para o banco, Petrobras ganha fôlego para reforçar caixa e sustentar proventos
O Kospi vinha de uma valorização estrondosa de 75% no ano passado, impulsionado pelo hype da inteligência artificial
O banco avalia o choque da alta dos preços do petróleo na região e diz quem ganha, quem perde e como ficam inflação e juros no Brasil, na Argentina, na Colômbia, no Chile e no México; confira a análise
Com quedas de até 15% no ano, as empresas de software brasileiras estão no olho do furacão da IA, mas, segundo o Bank of America, a barreira de dados e a chance de proventos ainda pesam mais que o risco tecnológico
Queda de aeronave militar carregada com 18 toneladas de papel-moeda gera onda de saques e vandalismo
As agências de classificação de risco S&P Global, Fitch Ratings e Moody’s lançam um olhar sobre o Oriente Médio e dizem o que pode acontecer se o conflito durar muito tempo
O banco realizou algumas alterações na carteira de ações internacionais em março, com novas oportunidades de ganho em meio ao ciclo de juros do Fed
Bombardeio contra refinaria da Saudi Aramco coloca em xeque produção da petroleira, mas isso já aconteceu no passado — bem no ano de seu IPO bilionário
A disparada do petróleo pode reascender a inflação global, e alguns líderes de bancos centrais ao redor do mundo já estão em alerta
O gringo está injetando dinheiro no Brasil, México e Colômbia, atraído pelo tamanho desses mercados, mas, para o investidor brasileiro, a diversificação para EUA, Ásia e Europa seguem como o mantra dos bons retornos
Com o espaço aéreo fechado desde sábado (28), cidades dos Emirados Árabes Unidos se aliam com hotelaria para administrar milhares de turistas presos no país após ataques iranianos
Para o capital estrangeiro, o Brasil não é um debate político ou fiscal, mas um balcão de oportunidades de valor; entenda por que, para o gringo, o micro das companhias vence o macro do governo — mas não para sempre
Mesmo com os ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã afetando o fluxo de petróleo na região, o grupo decidiu elevar a oferta em 206 mil barris por dia
Banco avalia que risco maior está na logística global da commodity e mantém recomendação de compra para ação do setor
Aiatolá Alireza Arafi assume interinamente enquanto Assembleia dos Peritos inicia processo para escolha do novo líder supremo
O aiatolá de 86 anos era o homem mais poderoso do Irã e o chefe de Estado mais longevo do Oriente Médio, ocupando a posição de líder supremo por 35 anos
Depois dos ataques coordenados de EUA e Israel ao Irã neste sábado (28), entenda qual deve ser o posicionamento do governo brasileiro e as implicações do conflito para o País
China, Rússia, países na Europa e no Oriente Médio se manifestam após o que vem sendo considerado um dos maiores ataques dos EUA à região na história recente; confira o que as autoridades disseram
O investidor está de frente com um mundo mais perigoso; entenda quem ganha e quem perde e o que pode acontecer a partir de agora
Explosões em Teerã marcam mudança de patamar na crise geopolítica; Teerã reage e atinge alvos ligados a forças americanas na região