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Depois de abrir mão da reeleição, o presidente norte-americano já deixou claro que vencer é primordial e usará o discurso da noite desta segunda-feira (19) para defender sua vice na corrida contra o republicano

Quando Joe Biden e Kamala Harris subirem ao palco do primeiro dia da Convenção Nacional Democrata na noite desta segunda-feira (19), exaltarão as realizações conjuntas do presidente dos EUA e de sua vice. A dupla também alertará os norte-americanos dos perigos de um segundo mandato de Donald Trump à frente da Casa Branca.
Biden falará na abertura da convenção já que, em julho, desistiu da reeleição — tradicionalmente, ele ficaria com o horário nobre de quinta-feira (22) à noite — e usará o evento para defender sua agenda de governo e reafirmar Harris.
A expectativa é de que Biden receba uma calorosa manifestação dos delegados — muitos dos quais estão aliviados que a disputa agora parece muito mais competitiva do que antes do presidente norte-americano decidir abandonar a corrida à Casa Branca.
O histórico de Biden deve ser o centro do discurso desta noite, de acordo com autoridades da Casa Branca.
O presidente norte-americano deve destacar o trabalho de seu governo para superar a pandemia de covid-19, conduzir a economia e defender a democracia tanto nos EUA como no exterior.
Biden deve ainda reforçar que vencer as eleições de 5 de novembro é primordial e também usará o discurso para defender Harris na corrida contra Trump.
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Harris deve aproveitar a convenção para apresentar seu novo plano econômico — ela está prometendo usar o poder federal para combater o que diz ser um aumento abusivo de preços por gigantes do varejo e oferecer ajuda federal para a compra da primeira casa própria.
Trump criticou a abordagem de Harris, classificando-a como socialismo ao estilo da Venezuela. Mas o republicano tem seu próprio plano populista.
Ele está prometendo acabar com os impostos sobre gorjetas para trabalhadores do setor de serviços — uma proposta que Harris igualou — e aplicaria tarifas sobre produtos importados de até 20% e ainda mais para a China.
Economistas mais tradicionais dizem que os controles de preços de Harris levariam à escassez de alimentos e argumentam que o custo dos impostos de importação de Trump seria suportado pelos norte-americanos em vez de concorrentes do comércio exterior e provocaria uma inflação massiva.
Trump não vai deixar a convenção democrata passar batida. O republicano realizará uma série do que sua campanha está chamando de "eventos de mensagens" em estados-chave.
Nesta segunda-feira ele está na Pensilvânia, enquanto a Convenção Nacional Democrata começa em Chicago. O discurso de Trump deve se concentrar na economia dos EUA.
E na terça-feira (20), Trump falará sobre crime e justiça em Howell, Michigan. Seu companheiro de chapa, o senador de Ohio JD Vance, também realizará um comício focado no crime no mesmo dia em Kenosha, Wisconsin.
Ele também deve visitar a Carolina do Norte e o Arizona. As viagens adicionais abordarão a economia, bem como o crime e a imigração — três questões que a campanha de Trump acredita que podem ajudá-lo a vencer em novembro.
*Com informações da CNN Internacional e da CNBC
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