O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Papéi da companhia do candidato à presidência dos Estados Unidos saltaram antes da abertura dos mercados e operam em alta nesta segunda-feira
Após um final de semana dramático marcado pelo atentado contra o ex-presidente Donald Trump nos Estados Unidos, as ações da Trump Media dispararam nesta segunda-feira (15).
Os papéis da Trump Media & Technology Group (DJT) – a empresa por trás da Truth Social, a rede social de Trump – chegaram a subir 67%, alcançando US$ 50 antes da abertura da NASDAQ. Logo após o sino de abertura, o papel era cotado a US$ 46,20, subindo mais de 40%.
Outras ações relacionadas ao ex-presidente, como a Rumble (RUM), plataforma de mídia social com tendências conservadoras, semelhante ao YouTube, subia mais de 10%
Às 12h22 (horário de Brasília), a DJT subia 32,11%, cotada a US$ 40,89. O valor é equivalente a uma alta de 26% em relação ao fechamento da sexta-feira (US$ 30,89).
Trump foi ferido na noite do último sábado (13), durante seu comício em Butler, no estado da Pensilvânia, por um atirador posicionado no telhado de um prédio próximo.
O ex-presidente foi levado para o hospital. Um homem que assistia ao comício morreu e dois foram socorridos em estado grave. O atirador foi morto.
Leia Também
LEIA TAMBÉM: Casa de análise libera carteira gratuita de ações americanas para você buscar lucros dolarizados em 2024. Clique aqui e acesse.
As ações da DJT acumulam alta de 76% em 2024, impulsionadas principalmente pela forte ascensão de Donald Trump como um dos principais candidatos republicanos nas eleições presidenciais dos Estados Unidos, que ocorrem em cinco de novembro.
No entanto, a empresa também passou por fortes oscilações na bolsa.
Depois da condenação histórica de Trump, em maio, os papéis da DTJ não pararam de cair. O republicado foi considerado culpado por fraude contábil após falsificar documentos para encobrir um suborno à atriz pornô Stormy Daniels.
Por volta do dia 20 de junho, as ações chegaram a ser negociadas a US$ 27,26, valor 40% menor do que no início do mês, quando os papéis custavam pouco mais de US$ 49 cada.
Embora a condenação tenha pesado sobre as ações da Trump Media, a desvalorização da companhia começou meses antes.
No início de abril, Trump chegou a perder US$ 1 bilhão de sua fortuna como consequência de uma baixa de 21,47% no preço das ações de sua empresa de mídia social.
Uma das razões principais para isso foi a preocupação dos investidores com a valorização inicial dos papéis, que poderia não refletir a realidade da situação financeira da empresa.
*Com informações do Investing e Yahoo Finance
Brent sobe 12% em três dias com risco no Estreito de Ormuz; para o banco, Petrobras ganha fôlego para reforçar caixa e sustentar proventos
O Kospi vinha de uma valorização estrondosa de 75% no ano passado, impulsionado pelo hype da inteligência artificial
O banco avalia o choque da alta dos preços do petróleo na região e diz quem ganha, quem perde e como ficam inflação e juros no Brasil, na Argentina, na Colômbia, no Chile e no México; confira a análise
Com quedas de até 15% no ano, as empresas de software brasileiras estão no olho do furacão da IA, mas, segundo o Bank of America, a barreira de dados e a chance de proventos ainda pesam mais que o risco tecnológico
Queda de aeronave militar carregada com 18 toneladas de papel-moeda gera onda de saques e vandalismo
As agências de classificação de risco S&P Global, Fitch Ratings e Moody’s lançam um olhar sobre o Oriente Médio e dizem o que pode acontecer se o conflito durar muito tempo
O banco realizou algumas alterações na carteira de ações internacionais em março, com novas oportunidades de ganho em meio ao ciclo de juros do Fed
Bombardeio contra refinaria da Saudi Aramco coloca em xeque produção da petroleira, mas isso já aconteceu no passado — bem no ano de seu IPO bilionário
A disparada do petróleo pode reascender a inflação global, e alguns líderes de bancos centrais ao redor do mundo já estão em alerta
O gringo está injetando dinheiro no Brasil, México e Colômbia, atraído pelo tamanho desses mercados, mas, para o investidor brasileiro, a diversificação para EUA, Ásia e Europa seguem como o mantra dos bons retornos
Com o espaço aéreo fechado desde sábado (28), cidades dos Emirados Árabes Unidos se aliam com hotelaria para administrar milhares de turistas presos no país após ataques iranianos
Para o capital estrangeiro, o Brasil não é um debate político ou fiscal, mas um balcão de oportunidades de valor; entenda por que, para o gringo, o micro das companhias vence o macro do governo — mas não para sempre
Mesmo com os ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã afetando o fluxo de petróleo na região, o grupo decidiu elevar a oferta em 206 mil barris por dia
Banco avalia que risco maior está na logística global da commodity e mantém recomendação de compra para ação do setor
Aiatolá Alireza Arafi assume interinamente enquanto Assembleia dos Peritos inicia processo para escolha do novo líder supremo
O aiatolá de 86 anos era o homem mais poderoso do Irã e o chefe de Estado mais longevo do Oriente Médio, ocupando a posição de líder supremo por 35 anos
Depois dos ataques coordenados de EUA e Israel ao Irã neste sábado (28), entenda qual deve ser o posicionamento do governo brasileiro e as implicações do conflito para o País
China, Rússia, países na Europa e no Oriente Médio se manifestam após o que vem sendo considerado um dos maiores ataques dos EUA à região na história recente; confira o que as autoridades disseram
O investidor está de frente com um mundo mais perigoso; entenda quem ganha e quem perde e o que pode acontecer a partir de agora
Explosões em Teerã marcam mudança de patamar na crise geopolítica; Teerã reage e atinge alvos ligados a forças americanas na região