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O presidente da Rússia fez um discurso à nação nesta quinta-feira (29) e deixou bem claro que está preparado para o que der e vier para conter o Ocidente

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, não deixou barato a entrada da Suécia na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) — e nem as provocações recentes do presidente francês, Emmanuel Macron. Nesta quinta-feira (29), o chefe do Kremlin reagiu ao cerco que a aliança parece estar montando contra Moscou.
Putin alertou os países da Otan sobre o perigo de um conflito nuclear com Moscou caso as tropas da aliança fossem destacadas para a Ucrânia.
“[O Ocidente] deve perceber que também temos armas que podem atingir alvos no seu território. Tudo isto ameaça realmente um conflito com o uso de armas nucleares e a destruição da civilização. Eles não entendem isso?”, disse Putin em discurso anual sobre o estado da nação.
No discurso aos legisladores russos, que durou mais de uma hora, Putin acusou o Ocidente de tentar arrastar a Rússia para uma “corrida armamentista”.
Ele se disse pronto para o diálogo com os EUA sobre “estabilidade estratégica”, mas iria não ser forçado a conversações.
Putin fez questão também de destacar uma “Rússia unida enquanto enfrenta as ameaças do terrorismo internacional” e os desafios à soberania colocados pelo “Ocidente colonial que está tentando trazer a discórdia à nossa casa”.
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As declarações de Putin acontecem em um momento no qual a Suécia se torna o 32° membro da Otan, deixando a Rússia praticamente cercada por países que formam uma aliança cujo lema é “mexeu com um, mexeu com todos”.
Vale lembrar que foi a intenção de Kiev de fazer parte da Otan que levou a Rússia a invadir a Ucrânia em 24 de fevereiro de 2022.
Os comentários também servem como resposta direta à sugestão de Macron aos chefes de Estado europeus, que se reuniram em Paris na segunda-feira, de enviar tropas terrestres para a Ucrânia.
Na ocasião, o presidente francês disse que não havia consenso sobre a ideia, mas que a proposta não tinha sido “descartada”.
As declarações de Macron provocaram uma verdadeira corrida entre os países da Otan para negar o envio de tropas à Ucrânia, com Putin aumentando os níveis de alerta de que tal manobra provocaria um conflito “inevitável” entre a Rússia e a aliança.
“Superaremos tudo juntos”, disse Putin ao apresentar o discurso. Ele elogiou os cidadãos, indústrias e empresas russas, juntamente com as tropas do país na Ucrânia, pelos seus esforços em “defender a pátria”.
“Provamos que estamos preparados para resolver as tarefas mais difíceis e enfrentar os desafios mais difíceis. Repelimos a agressão do terrorismo internacional, preservamos a unidade do país, impedimos que fosse dilacerado, apoiamos os nossos irmãos e irmãs e o seu desejo de estar com a Rússia”, disse.
Putin afirmou ainda que as forças russas estavam na ofensiva para libertar novos territórios na Ucrânia, repetindo mais uma vez alegações infundadas de que a Rússia está tentando derrubar um regime “nazista” no país.
O líder russo fez um minuto de silêncio para homenagear as forças armadas do país e depois exaltou a experiência “colossal” no campo de batalha que adquiriram durante os dois anos de combates na Ucrânia.
*Com informações da CNBC
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