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TRAGÉDIA AMBIENTAL

Vale (VALE3) sofre bloqueio de ações pela Justiça na Holanda no caso Samarco

Tutela contra a Vale ocorreu em antecipação a uma futura ação judicial de pessoas que alegam terem sido afetadas pelo rompimento da barragem de Fundão

Instalações da Samarco, controlada pela Vale (VALE3)
Instalações da Samarco, controlada pela Vale (VALE3) - Imagem: Shutterstock

No meio de uma crise de governança sobre a escolha do futuro CEO, a Vale (VALE3) voltou a ter problemas na Justiça com o rompimento da barragem da Samarco em Mariana (MG). E desta vez bem longe do local da tragédia ambiental.

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Isso porque a Justiça da Holanda decidiu pelo bloqueio de ações da subsidiária local da mineradora, em garantia do valor aproximado de 920 milhões de euros (aproximadamente R$ 5 bilhões).

A concessão da tutela contra a Vale ocorreu em antecipação a uma futura ação judicial de pessoas que alegam terem sido afetadas pelo rompimento da barragem de Fundão, em novembro de 2015.

O bloqueio das ações não representa uma avaliação quanto ao mérito, seja processual ou material, de acordo com a mineradora. A Vale controla a Samarco ao lado da anglo-australiana BHP.

"A Vale avaliará oportunamente os termos dessa ação e apresentará a sua defesa, inclusive quanto à jurisdição dos Tribunais Holandeses para tratar dessas questões", acrescentou, em comunicado.

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Vale (VALE3): Processo na Holanda e cobrança de Lula

Na visão da Vale, o processo na Justiça holandesa "aparenta pretender replicar questões já tratadas e cobertas no Brasil". Isso inclui não só processos judiciais como o trabalho da Fundação Renova, entidade criada para a reparação de todos os danos causados pelo rompimento.

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A mineradora informa que destinou R$ 36,5 bilhões às ações de reparação e compensação a cargo da Fundação. Desse valor, R$ 14,1 bilhões foram para o pagamento de indenizações e R$ 2,7 bilhões em Auxílios Financeiros Emergenciais. No total, foram R$ 16,8 bilhões para cerca de 450 mil pessoas.

Ainda assim, a Vale sofreu recentemente críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a atuação da empresa. O presidente cobrou ações da empresa tanto em Mariana como no rompimento da barragem de Brumadinho (MG), em 2019, que deixou 270 mortos.

VEJA TAMBÉM - Vale está cheia de impasses: é hora de comprar mesmo assim? Analista responde

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