O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A companhia também anunciou, junto com o balanço, que um acordo definitivo sobre o desastre em Mariana (MG) deve ser assinado nesta sexta-feira (25)
A Vale (VALE3) apresentou dados de produção no terceiro trimestre que agradaram o mercado, ainda que as vendas não tenham acompanhado o mesmo ritmo. Só que a mineradora não conseguiu escapar da queda do preço do minério de ferro e dos efeitos da desaceleração da China.
Esse combo fez a Vale ver o lucro líquido cair 16% entre julho e setembro na comparação com o mesmo período do ano anterior, para US$ 2,391 bilhões.
Já o lucro líquido atribuído aos acionistas da mineradora somou US$ 2,412 bilhões no período, o que representa uma queda de 15% em termos anuais.
A receita líquida de vendas, por sua vez, alcançou US$ 9,553 bilhões no terceiro trimestre, uma baixa de 10% na mesma base de comparação.
As projeções da Bloomberg indicavam lucro líquido de US$ 1,892 bilhão e receita de US$ 9,732 bilhões. Você pode conferir o que o mercado esperava para a Vale no terceiro trimestre em uma matéria especial do Seu Dinheiro.
No terceiro trimestre, o Ebitda (indicador que o mercado usa como uma medida de geração de caixa) ajustado da Vale caiu 18%, para US$ 3,615 bilhões.
Leia Também
A Vale explica…
A mineradora informou que os preços de referência do minério de ferro foram de US$ 99,70 a tonelada no terceiro trimestre, 13% menor do que o praticado no mesmo período do ano anterior. Já o preço realizado dos finos de minério recuou 14%, para US$ 90,60 a tonelada.
Desde que a Vale recebeu uma notificação do governo sobre a cobrança pela renovação antecipada de concessões ferroviárias e também pela condenação pela tragédia de Mariana (MG), a dívida da mineradora é acompanhada com lupa pelo mercado.
E os investidores ganharam mais um motivo para acompanhar de perto esse endividamento. Junto com os resultados desta quinta-feira (24), a Vale informou que a o acordo reparar o desastre provocado pelo rompimento da barragem de Fundão deve ser assinado amanhã (25) de forma definitiva, às 9h30.
No último dia 18, a companhia, junto com a Samarco, a BHP e os órgãos públicos, informou que discutia os termos finais de uma proposta de R$ 170 bilhões.
Segundo o balanço divulgado hoje, a Vale encerrou o período de julho a setembro com uma dívida líquida de US$ 9,536 bilhões, 5% abaixo dos US$ 10,009 bilhões do mesmo período de 2023.
A dívida líquida expandida, que inclui provisões relativas a Brumadinho e Samarco/Fundação Renova, atingiu US$ 16,472 bilhões, 6% acima do terceiro trimestre do ano anterior.
Já os investimentos da Vale em projetos somaram US$ 1,398 bilhão entre julho e setembro ante US$ 1,464 bilhão do mesmo período do ano anterior. Considerando projetos em crescimento, os investimentos totalizaram US$ 376 milhões, queda de 20% em termos anuais.
As provisões de Brumadinho somaram US$ 2,390 bilhões no terceiro trimestre, uma queda de 25% em relação ao mesmo período do ano anterior. As provisões com a Samarco e a Fundação Renova totalizaram US$ 4,674 bilhões no período, uma alta de 55% em base anual.
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar
Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos
Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes
Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem