O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Valor de R$ 127 bilhões oferecido na última proposta, do final de abril, foi mantido, mas as empresas retomariam agora obrigações que tinham ficado de fora
As mineradoras Vale (VALE3), BHP e Samarco apresentaram na última sexta-feira (17) uma nova proposta de acordo para a renegociação das medidas de compensação pelo desastre de Mariana, ocorrida em novembro de 2015. O valor de R$ 127 bilhões oferecido na última proposta, do final de abril, foi mantido. As informações são do Broadcast.
Porém, apesar do montante permanecer o mesmo, as empresas retomariam obrigações que haviam ficado de fora na oferta do mês passado, segundo pessoas a par das negociações ouvidas pela reportagem.
Recapitulando, no início de maio, a União e o Espírito Santo (ES) recusaram uma das propostas das empresas.
Essa proposta já leva em conta cerca de R$ 37 bilhões já desembolsados, além de R$ 18 bilhões de “obrigações a fazer”. Com isso, o total de dinheiro novo seria de R$ 72 bilhões, acima dos R$ 42 bilhões oferecidos no ano passado.
Agora, as empresas se comprometem a retirar 9 milhões de metros cúbicos de rejeitos, volume que tinha sido reduzido a 900 mil na última proposta — e foi considerado "inadmissível" pelos negociadores.
Estimativas dão conta de que o rompimento da barragem da Samarco — joint venture entre Vale e BHP — derramou 39 milhões de metros cúbicos de rejeitos no Vale do Rio Doce.
Leia Também
Outro item que foi condenado pela Advocacia-Geral da União (AGU) e pelo ES é a desresponsabilização por eventuais danos futuros ou ainda desconhecidos, inclusive à saúde humana. Contudo, esse ponto teria sido retirado na nova oferta.
A proposta ainda será analisada ao longo da próxima semana pelos entes públicos envolvidos, mas, sem mudanças de valor, a expectativa é de que "é difícil evoluir".
A busca pela repactuação mediada corre em paralelo à ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal, que demandou R$ 155 bilhões das mineradoras, no Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF-6).
Em nota, a Samarco não confirmou a proposta e afirmou que "permanece aberta ao diálogo, em busca de soluções consensuais, sempre baseadas em critérios técnicos, ambientais e sociais, que atendam às demandas da sociedade, sobretudo do território diretamente impactado".
Reafirmou, ainda, o seu compromisso, destacando que segue "empenhada na reparação integral dos danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão".
A Vale disse que segue engajada na renegociação do Termo de Transação e Ajustamento de Conduta (TTAC) por meio do qual a empresa, a BHP e a Samarco buscam soluções, junto ao poder público, para garantir a "reparação justa e integral à sociedade, pessoas atingidas e meio ambiente" pelos danos decorrentes do rompimento da barragem do Fundão, em Mariana (MG).
Procurada, a BHP ainda não se manifestou.
*As informações são do Broadcast
Mesmo sem a Estátua da Liberdade, abertura da nova unidade está prevista para o começo de maio
Banco revisa projeções, cita forte geração de caixa e vê espaço para novos pagamentos ao acionista, mas mantém cautela com o papel
Banco amplia ofensiva no esporte e assume o lugar da Allianz como detentor do naming rights do estádio. O resultado da votação será divulgado em 4 de maio
Oferta será 100% primária, com recursos destinados à redução de dívida, reforço de caixa e investimentos operacionais; operação também prevê aumento do free float e da liquidez das ações na bolsa
A empresa informou que a aliança abre “um ciclo de crescimento” e cria receitas recorrentes de gestão de ativos e fundos
A empresa vem passando por um momento de reestruturação, decorrente de uma pressão financeira que levou a companhia de tratamentos oncológicos a recalcular a rota e buscar retomar o seu core business
Companhia promete “tomada de decisão cada vez mais eficaz” enquanto enfrenta pressão de acionistas por melhoria na governança
A Panobianco possui 400 academias pelo país e está crescendo de maneira acelerada com uma parceria com o Wellhub
Estatal cita guerra no Oriente Médio e pressão de órgãos reguladores ao anunciar correção nos valores do GLP; entenda o imbróglio
Mudança segue o rodízio entre os grandes bancos privados e mantém o comando da entidade nas mãos do Itaú até 2029
Em 2025, a empresa investiu R$ 15,2 bilhões. Já para 2026, os planos são mais ambiciosos, de R$ 20 bilhões em capex
Em uma apresentação institucional, o Digimais afirma ser um banco focado em crédito com forte ênfase em financiamento de automóveis
O tombo a R$ 604,9 bilhões em valor de mercado veio na primeira hora do pregão desta quarta-feira (8), o quarto maior da história da companhia
Mudanças no cenário global levaram analistas a revisar suas avaliações sobre a varejista; entenda o que está em jogo
No entanto, a decisão sobre qual seria a medida de proteção — uma recuperação judicial ou extrajudicial — ainda não foi tomada, e estão sendo avaliadas diversas iniciativas diferentes, disse a Oncoclínicas
Essa não é sua primeira tentativa de se recuperar. Em 2023, a empresa encerrou um processo de recuperação judicial que durou quase dez anos, após uma crise desencadeada pela Operação Lava Jato
Embora ainda pequena, operação de telefonia do Nubank começa a aparecer nos números e levanta dúvidas sobre o impacto de novos entrantes no longo prazo. Veja o que esperar
Após críticas à estrutura do acordo com a Direcional, companhia elimina minoritários e tenta destravar valor no Minha Casa, Minha Vida
Os CEOs das gigantes brasileiras de proteína participaram nesta terça-feira (7) de evento promovido pelo Bradesco BBI e fizeram um raio-x do setor
Banco rebaixou ação para neutra e cortou preço-alvo tanto das ações quanto dos ADRs; Suzano figurou entre as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (7)