O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Pelo acordo, a AES Brasil será transformada em subsidiária integral da Auren, com a unificação das bases acionárias das duas empresas no Novo Mercado
A terceira maior geradora de energia do Brasil acabou de ser criada: a Auren Energia (AURE3) anunciou nesta quarta-feira (15) a combinação de negócios com a AES Brasil (AESB3), criando uma empresa com receita de R$ 9,6 bilhões e R$ 30 bilhões em enterprise value (valor da firma).
A Auren — atualmente a 11ª maior geradora do país, com 3,6 GW de capacidade — vinha negociando a compra da operação brasileira da AES desde março, quando fez uma oferta vinculante.
O negócio dá origem à terceira maior empresa geradora de energia do país, com 8,8 GW de capacidade instalada 100% renovável.
Com a aquisição, a Auren passa a contar com 39 ativos, com a capacidade distribuída em 54% de geração hidrelétrica, 36% de eólica e 10% solar. A estimativa é gerar uma economia de R$ 1,2 bilhão em sinergias.
A transação também faz a receita da Auren saltar 55%, para R$ 9,6 bilhões, e o Ebitda ajustado praticamente dobrar, saindo de R$ 1,8 bilhão para R$ 3,5 bilhões.
O transação será submetida à aprovação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A expectativa é de que o acordo seja concluído no segundo semestre deste ano.
Leia Também
Pelo acordo, a AES Brasil será transformada em subsidiária integral da Auren, com a unificação das bases acionárias das duas empresas no Novo Mercado.
Os acionistas da AES Brasil também poderão escolher se receberão ações da Auren, pagamento em dinheiro — R$ 11,55 por papel — ou uma combinação dos dois.
A relação de troca equivale a 0,762 ação da AES Brasil para cada ação da Auren. A ação da AES encerrou o dia cotada a R$ 9,78 e a Auren a R$ 12,03.
Dessa forma, a Auren não terá que realizar uma oferta de ações para quitar a operação e ainda reduz alavancagem neste primeiro momento.
Vale lembrar que a Votorantim detém uma participação de 4,1% na AES, enquanto a AES Corporation detém 47,3% da subsidiária brasileira. A empresa tem ainda 36,5% das ações negociadas em bolsa. O BNDES tem 7% e o investidor Luiz Barsi, outros 5,1% da companhia.
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026