O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Além da aquisição, o acordo com acionistas da B&C inclui o direito da Suzano a duas cadeiras no conselho de administração da Lenzing
A Suzano (SUZB3) informou na noite da última terça-feira (11) que firmou uma parceria com a B&C Holding Österreich GmbH para adquirir uma participação minoritária de 15% das ações da Lenzing Aktiengesellschaft, detidas pela holding.
Segundo as informações divulgadas à CVM, a operação deve sair por 229.971.261,90 de euros, equivalente a R$ 1,309 bilhão.
A Lenzing é uma empresa com sede na Áustria, focada em tecidos sustentáveis e fibras especiais de celulose, à base de madeira, com capacidade superior a 1 milhão de toneladas.
Esses fios são utilizados tanto na indústria têxtil quanto na fabricação de materiais de higiene e outros produtos.
Vale destacar que a aquisição faz parte da expansão de novos negócios da Suzano, que atua justamente no setor de celulose e papel.
Recentemente, houve rumores sobre a empresa adquirir a International Paper, porém Walter Schalka, presidente da Suzano, dissipou as especulações.
Leia Também
Além da aquisição, o acordo com acionistas da B&C inclui o direito da Suzano deter duas cadeiras no conselho de administração da Lenzing.
A ideia, de acordo com a companhia de papel e celulose, é buscar conhecer o negócio da Lenzing antes de decidir pela aquisição do controle da companhia.
Ainda, a Suzano terá o direito de alterar o controle da Lenzing com a aquisição de um adicional de participação de 15% de ações da Lenzing detidas pela B&C.
Esse processo se dará por meio de uma oferta pública de aquisição obrigatória, de acordo com a lei austríaca, que será devidamente informado ao mercado.
Por fim, a Suzano afirma que a operação não traz impacto material para sua alavancagem financeira e/ou endividamento.
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas
A transação prevê o desembolso de US$ 300 milhões em caixa e a emissão de 126,9 milhões de ações recém-criadas da USA Rare Earth