O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Segundo a gigante de papel e celulose, a atualização se deve, principalmente, ao maior investimento em “Terras e Florestas” este ano
A Suzano (SUZB3) elevou sua previsão de investimentos (Capex) de 2024 de R$ 16,5 bilhões para R$ 17,1 bilhões, segundo comunicado nesta terça-feira (10). A atualização, aprovada pelo conselho de administração, incluiu também R$ 12,4 bilhões para 2025.
Segundo a gigante de papel e celulose, a atualização da previsão atual do capex em relação à projeção anterior se deve, principalmente, ao maior investimento em “Terras e Florestas”, que passou de R$ 3,3 bilhões para R$ 3,8 bilhões este ano.
A nova também estimativa reflete o efeito da depreciação do real em relação ao dólar na aquisição de ativos florestais, conforme antecipado em fato relevante divulgado pela companhia em dezembro de 2023.
Para 2025, a distribuição de recursos terá foco na manutenção das operações, com um total de R$ 7,8 bilhões destinados a essa área.
Já a rubrica "Expansão, Modernização e Outros" terá um aumento significativo, passando de R$ 1 bilhão previstos para 2024 para R$ 1,5 bilhão no próximo ano.
Leia Também
O Projeto Cerrado, principal empreendimento da Suzano no Mato Grosso do Sul, terá seu investimento reduzido de R$ 4,6 bilhões em 2024 para R$ 900 milhões em 2025, acompanhando o progresso das etapas já concluídas.
Em relação ao investimento com “Terras e Florestas”, de R$ 2,2 bilhões, a companhia afirmou que o montante é adequado para a continuidade de sua estratégia de expansão de base florestal, com o objetivo de proporcionar maior competitividade no longo prazo e opcionalidade de crescimento futuro.
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas