O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Lucro líquido do Santander foi de R$ 3,332 bilhões no segundo trimestre de 2024 e rentabilidade supera o patamar de 15%
Depois de ficar para trás na "corrida" dos resultados dos grandes bancos, o Santander Brasil (SANB11) acaba de dar mais uma amostra de que pretende voltar a acelerar. A unidade do banco espanhol registrou lucro líquido recorrente de R$ 3,332 bilhões no segundo trimestre (2T24).
O resultado representa uma alta de 44,3% em relação ao mesmo período do ano passado. O número ficou pouco acima das projeções dos analistas, que apontavam para um lucro na casa dos R$ 3,3 bilhões.
Com o lucro maior, a rentabilidade sobre o patrimônio líquido médio (ROAE, na sigla em inglês) do Santander passou para 15,5%. Ou seja, bem acima dos 11,2% do segundo trimestre de 2023, quando o banco precisou lidar com o aumento de provisões, entre elas as relacionadas ao caso Americanas.
Quando se analisa os eventos que o banco classificou como não-recorrentes, o Santander teve um ganho de R$ 1,9 bilhão com a joint venture da Ben, empresa de benefícios corporativos, com a Pluxee Brasil. O banco terá 20% de participação nesse negócio.
Por outro lado, o Santander usou esse valor que engordaria o lucro contábil para reforçar as provisões. Desse modo, o efeito no resultado foi neutro.
As principais linhas do resultado do Santander Brasil apresentaram melhora no segundo trimestre de 2024.
Leia Também
Começando pela margem financeira, que considera a receita com crédito menos os custos de captação, houve alta de 10,6% na comparação com o período de abril a junho do ano passado, para R$ 14,751 bilhões.
Ao mesmo tempo, as despesas com provisões para perdas no crédito recuaram 1,4%, para R$ 5,896 bilhões.
A carteira de crédito ampliada do Santander encerrou junho na casa dos R$ 665 bilhões. Ou seja, um avanço de 1,8% no trimestre e de 7,8% em 12 meses.
Por fim, o índice de inadimplência do banco se manteve sob controle e ficou em 3,2% no fim do trimestre. Trata-se do mesmo patamar de março deste ano e de uma redução de 0,1 ponto percentual na comparação com junho de 2023.
Outro destaque do resultado do Santander veio das receitas com prestação de serviços no segundo trimestre de 2024. A cobrança de tarifas rendeu R$ 5,182 bilhões, o que representa um forte avanço de 17,5% em relação ao mesmo período do ano passado.
Os negócios de cartões e seguros estão entre os destaques de crescimento nas receitas com comissões, de acordo com o balanço.
Enquanto isso, as despesas operacionais do Santander registraram alta de 4,6% em relação ao segundo trimestre de 2023, para R$ 6,314 bilhões.
Resta saber agora como o mercado vai reagir aos números. No ano, as units do Santander (SANB11) acumulam queda da ordem de 12% na B3.
Com foco em desalavancagem e novos projetos, as gigantes do setor lideram a preferência dos especialistas
Estatal vai pagar R$ 8,1 bilhões aos acionistas e sinalizou que pode distribuir ainda mais dinheiro se o caixa continuar cheio
Operação encerra anos de tentativas de venda da participação da Novonor e abre caminho para nova fase de gestão e reestruturação das dívidas da companhia
Enquanto os papéis da petroleira disparam no pregão, a mineradora e os bancos perderam juntos R$ 131,4 bilhões em uma semana
Quem realmente cria valor nos bancos? Itaú e Nubank disparam na frente em novo ranking — enquanto Banco do Brasil perde terreno, diz Safra
Brasileiros agora podem pagar compras em lojas físicas argentinas usando Pix; veja o mecanismo
Com Brent acima de US$ 90 após tensão geopolítica, executivos da petroleira afirmam que foco é preservar caixa, manter investimentos e garantir resiliência
O Brent cotado acima de US$ 90 o barril ajuda no avanço dos papéis da companhia, mas o desempenho financeiro do quarto trimestre de 2025 agrada o mercado, que se debruça sobre o resultado
Bruno Ferrari renuncia ao cargo de CEO; empresa afirma que mudança abre caminho para uma nova fase de reestruturação
Venda da fatia na V.tal recebe proposta abaixo do valor mínimo e vai à análise de credores; Fitch Ratings rebaixa a Oi por atraso no pagamento de juros
Pacote envolve três companhias do grupo e conta com apoio da controladora e da BNDESPar; veja os detalhes
Pedido de registro envolve oferta secundária de ações da Compass e surge em meio à pressão financeira enfrentada pela Raízen
O consenso de mercado compilado pela Bloomberg apontava para lucro líquido de R$ 16,935 bilhões no período; já as estimativas de proventos eram de R$ 6,7 bilhões
A decisão ocorre após a empresa informar que avalia um plano de reestruturação financeira, que inclui uma injeção de R$ 4 bilhões
Decisão mira patrimônio pessoal dos envolvidos enquanto credores tentam recuperar parte de bilhões captados pelo grupo
Banco vê risco de depreciação mais forte da frota com nova enxurrada de carros chineses e diz que espaço para surpresas positivas diminuiu; veja a visão dos analistas
Empresa teve queda expressiva nos lucros líquidos, quando comparados ao ano anterior, porém o contexto da queda e outros dados foram vistos com bons olhos pelo mercado; confira
O caso envolve um investimento que integra o plano de capitalização da companhia aérea após sua recuperação judicial nos Estados Unidos (Chapter 11)
Os papéis da mineradora subiram cerca de 80% nos últimos 12 meses, impulsionadas principalmente por fluxos estrangeiros para mercados emergentes, pela valorização de metais e pelo crescente interesse dos investidores em ativos ligados ao cobre
Depois de anos correndo atrás de players digitais, os grandes bancos reconstruíram sua infraestrutura tecnológica, apostaram em inteligência artificial e agora brigam pelo verdadeiro troféu da guerra digital: a principalidade