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De acordo com o comunicado da petroleira, o rendimento ao investidor será de 6,25% ao ano e os recursos serão usados para recomprar até US$ 1 bilhão de outros títulos
A Petrobras (PETR3; PETR4) confirmou a realização de uma nova emissão de títulos (bonds), no valor total de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,6 bilhões), por meio da sua subsidiária integral Petrobras Global Finance B.V. (PGF).
Os títulos, denominados “Global Notes”, terão vencimento em janeiro de 2035 e pagam juro (cupom) anual de 6,0%. Assim, os pagamentos de juros estão programados para os dias 13 de janeiro e 13 de julho de cada ano, a partir de 13 de janeiro de 2025.
De acordo com o comunicado da petroleira, o rendimento ao investidor será de 6,25% ao ano.
O dinheiro levantado na operação será usado para recomprar até US$ 1 bilhão de outros títulos com vencimentos entre 2030 e 2051, conforme informações do Broadcast.
"A operação está em linha com a gestão de dívida da companhia, mantendo o compromisso de controle do endividamento em nível saudável para empresas do segmento e porte da Petrobras", diz o comunicado.
Por fim, a Petrobras afirma que os recursos líquidos obtidos serão utilizados principalmente para o pagamento dos títulos validamente entregues e aceitos na oferta de recompra anunciada em 3 de setembro de 2024.
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Caso haja recursos excedentes, eles serão direcionados para fins corporativos gerais da Petrobras.
Enquanto isso, a discussão sobre a possibilidade de dividendos extraordinários da Petrobras (PETR4) voltou outra vez à mesa.
Desta vez, quem traçou essa expectativa foi a XP Investimentos, na esteira da divulgação do projeto de lei orçamentária anual (PLOA) de 2025 pelo governo federal — maior acionista da petroleira.
Na visão dos analistas, a estatal deve pagar US$ 10 bilhões em proventos aos acionistas em 2025 — equivalente a R$ 55,82 bilhões no câmbio atual —, com possibilidade de remuneração adicional ainda no próximo ano.
Segundo a XP, a previsão é “consistente com as recentes distribuições de cerca de US$ 2,5 bilhões por trimestre” pela Petrobras.
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