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O valor aproximado da recompra de ações da Movida equivale a R$ 149 milhões, segundo as cotações de fechamento do pregão desta segunda-feira (11)
O conselho de administração da Movida (MOVI3) aprovou um novo programa de recompra de ações, segundo um fato relevante divulgado nesta segunda-feira (11) ao mercado.
A medida prevê a recompra de até 23 milhões de ações ordinárias de emissão da companhia, que equivalem a cerca de 15% do total de papéis da Movida no mercado.
O valor aproximado da recompra equivale a R$ 149 milhões, segundo as cotações de fechamento do pregão desta segunda-feira.
Segundo a locadora de veículos, o programa tem duração de 18 meses, com início em 11 de novembro de 2024 e término previsto para o dia 11 de maio de 2026.
Existem diversos motivos que levam uma empresa como a Movida a aprovar um programa de recompras como esse. Entre eles, estão:
Isso porque a recompra é uma das maneiras que uma empresa pode escolher para dar retorno para o seu investidor.
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Por outro lado, a recompra de ações faz com que os papéis percam liquidez na bolsa, uma vez que menos ações são negociadas.
No caso da Movida, a recompra visa a maximização de valor ao acionista, sem redução do capital social, sendo que as ações adquiridas podem ser usadas para manutenção em tesouraria, cancelamento, alienação ou para atender as obrigações assumidas pela companhia perante os beneficiários dos planos de remuneração baseado em ações.
Na última semana, a locadora de veículos divulgou seus resultados do terceiro trimestre. A companhia do grupo Simpar (SIMH3) registrou lucro líquido de R$ 78,2 milhões no terceiro trimestre de 2024, revertendo o prejuízo de R$ 65,7 milhões do mesmo período em 2023.
O lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda) consolidado, foi de R$ 1,248 bilhão, com alta de 43,7% em relação ao mesmo período do ano passado.
Entre julho e setembro deste ano, a Movida registrou receita líquida de R$ 3,776 bilhões. O resultado é 34,5% maior que o obtido um ano antes.
Recentemente, a Movida também aprovou a cisão parcial de sua subsidiária integral Movida Locação e vai incorporar a parcela cindida. De acordo com a companhia, o movimento, que deve custar R$ 400 mil, não vai afetar os acionistas da Movida Participações diretamente.
“A cisão parcial promoverá benefícios de ordem administrativa e econômica para os acionistas da Movida Participações, com a simplificação operacional e a redução dos custos incidentes sobre as operações e atividades desenvolvidas pela Movida Participações”, disse a empresa em comunicado.
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
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