O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em abril, a companhia já havia distribuído R$ 210 milhões por excesso de capital após venda do Bankly
Meses depois de reduzir o capital em R$ 210 milhões, a Méliuz (CASH3), empresa de programas de cashback, aprovou a segunda restituição milionária do ano aos acionistas.
O conselho da companhia aprovou mais uma redução de capital, de R$ 220 milhões, em Assembleia Geral Extraordinária de Acionistas (AGE) realizada nesta sexta-feira (28).
Segundo o comunicado enviado ao mercado, a redução do capital social será feita por meio de restituição aos acionistas, em dinheiro, sem o cancelamento de ações.
Após a redução, o capital da Méliuz passará de R$ 602 milhões para R$ 390 milhões. A companhia justificou a decisão de distribuir por ter um capital social em excesso.
A Méliuz ressaltou que a redução será efetivada 60 dias após a AGE de hoje. A empresa, no entanto, ainda divulgou quando o pagamento cairá na conta, nem quem tem direito.
A proposta aprovada pela Méliuz vem na esteira de uma redução de capital anterior. Em novembro de 2023, o conselho da empresa aprovou a restituição de R$ 210 milhões.
Leia Também
O valor se refere à venda do Bankly para o Banco Votorantim. O anúncio da operação aconteceu no início do ano passado e recebeu a aprovação do Banco Central em outubro.
Com a venda, todo o dinheiro foi parar no caixa da Méliuz, que já havia sinalizado a intenção de distribuir esse dinheiro aos acionistas. À época, nos cálculos da XP Investimentos, o valor foi equivalente a um dividendo extraordinário de 34%.
O pagamento do montante milionário foi feito em abril deste ano. Os acionistas receberam R$ 2,41496025096 por ação.
A JBS ainda considera que o cenário de oferta de gado nos EUA seguirá difícil em 2026, com o boi se mantendo caro para os frigoríficos devido à baixa no ciclo pecuário
No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda
Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações
Com o aumento dos investimentos, as margens continuam comprimidas, então o retorno para acionistas não deve vir no curto prazo, acredita o banco. Entrada no segmento farmacêutico também deve ser gradual, com projeto piloto lançado ainda neste ano
Banco vê espaço para revisões positivas de lucro, impulsionadas por minério mais caro, disciplina de capital e resiliência da demanda chinesa
Apple lança update com foco em segurança, entretenimento e acessibilidade, em sintonia com discussões como a Lei Felca
Fundo minoritário propõe injetar capital novo na operação, mas exige antes reconfigurar a governança da companhia; entenda
Empresas já estão renegociando dívidas com credores há muito tempo, mas, para algumas, o fôlego acabou. Guerra e juros altos podem levar a uma piora do cenário corporativo, segundo especialistas consultados por Seu Dinheiro
Gigante do e-commerce vê espaço para crescer e acelera aportes em logística e serviços financeiros; confira os detalhes do plano
Com base no desempenho do quarto trimestre de 2025, banco destaca quais empresas conseguiram driblar os juros altos e o consumo fraco no final do ano passado
BTG vê avanço operacional e melhora financeira após Investor Day, mas mantém cautela com juros altos e estrutura de capital
Ainda não é possível saber qual o tamanho do impacto do Imposto Seletivo sobre cervejas, que ainda não foi regulamentado; efeito sobre a Ambev deve ser neutro