O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Broedel teria contratado cerca de 40 pareceres (destes, apenas 20 foram entregues) da empresa da qual seu filho é sócio, entre 2019 e 2014, por R$ 13,26 milhões
O Itaú (ITUB4) confirmou que a saída do agora ex-CFO, Alexsandro Broedel, ocorreu por supostas violações ao código de ética do banco.
Recapitulando, uma reportagem da semana passada afirmava que o ex-diretor do Itaú havia sido demitido por violar políticas internas do banco por agir com “grave conflito de interesses e em benefício próprio” no relacionamento com fornecedores.
Em comunicado enviado na noite de terça-feira à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o bancão divulgou mais detalhes sobre as alegações.
De acordo com o Itaú, Broedel usou irregularmente as alçadas do cargo e aprovou contratações de pareceres e de pagamentos em uma empresa ligada ao fornecedor de uma empresa do qual era sócio utilizando uma subsidiária do Itaú.
Broedel teria contratado cerca de 40 pareceres (destes, apenas 20 foram entregues) da empresa Care — cujos sócios são Eliseu Martins e seu filho, Eric Martins —, entre 2019 e 2014, por R$ 13,26 milhões.
“Foram apurados, ainda [...] fortes indícios de que o fornecedor redirecionava parte dos valores recebidos, no valor total de R$ 4,86 milhões entre 2019-2024, para contas de Alexsandro Broedel Lopes, usando empresa intermediária”, diz o documento.
Leia Também
Além disso, o Itaú cobra uma indenização de R$ 4,86 milhões, referente aos valores que teriam sido transferidos pela Care e pela Evam a Broedel.
Apesar da gravidade dos fatos, o banco reitera que o prejuízo é limitado aos valores mencionados no documento da CVM e que sua subsidiária diretamente prejudicada está tomando medidas para reaver os valores.
Da mesma forma, Itaú também informou que seus balanços foram reavaliados pelo Comitê de Auditoria e por uma consultoria externa independente, a PwC. Ambos atestaram a ausência de impacto nas demonstrações financeiras.
Os próprios investidores parecem não ter dado muita bola para o caso. A notícia saiu há cerca de duas semanas e as ações ITUB4 avançam 2,42% nos últimos sete dias e acumulam alta de 1,46% no ano, ainda que caiam 5,93% no mês.
Além disso, vale destacar que o Itaú apresentou resultados sem nenhum senão no terceiro trimestre deste ano, quando reportou um lucro líquido recorrente de R$ 10,675 bilhões, um aumento de 18,1% em relação ao mesmo período do ano passado, e um ROE de 22,7% no período.
Custos sob controle e projetos em expansão reforçam cenário construtivo para a mineradora, mas valorização recente entra no radar dos analistas
A reorganização cria uma gigante de até R$ 50 bilhões, mas impõe uma decisão clara aos minoritários: aceitar a diluição e apostar em escala ou aproveitar a porta de saída
As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado