🔴 TOUROS E URSOS: LULA 3 FAZ 3 ANOS, OS DADOS ECONÔMICOS E A POPULARIDADE DO GOVERNO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Renan Sousa

Renan Sousa

É repórter do Seu Dinheiro. Formado em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP) e já passou pela Editora Globo e SpaceMoney.

ENQUANTO ISSO, NA SALA DE AULA

Educação: Veja o que fez a Cogna (COGN3) ficar de recuperação e cair 10% na bolsa; Yduqs (YDUQ3) e Anima (ANIM3) passam de ano aos olhos do “professor” BTG Pactual em relatório

Seja qual for a empresa, a sala de aula — digo, o cenário — é o mesmo pela frente, e pode ser bastante desafiador

Renan Sousa
Renan Sousa
2 de fevereiro de 2024
15:42
Relatório do BTG sobre empresas de educação yduqs, cogna e anima
Relatório do BTG sobre empresas de educação Yduqs, Cogna e Anima - Imagem: Montagem Seu Dinheiro / Freepik

Recuperação. Essa palavra pode ter dois sentidos: para a bolsa, é uma forma de dizer que as ações caíram e voltaram a subir. Mas se você estiver na escola, é o termo mais temido — e o mais recente relatório do BTG fala justamente sobre o setor de educação e empresas como Cogna (COGN3), Yduqs (YDUQ3) e Anima (ANIM3).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Começando pela aluna que ficou de recuperação, as ações da Cogna foram rebaixadas de “neutro” para “venda” pelo banco. Os analistas enxergam um valuation bastante esticado, sendo negociada a 17,3x P/E (preço/lucro) e 6,1x EV/EBITDA. Ambos indicadores mostram que a empresa pode estar sobrevalorizada.

Além disso, o relatório destaca que a retomada do lucro perdeu tração, destacando que os riscos inerentes ao negócio aumentaram. Sendo assim, houve também uma revisão do preço-alvo, de R$ 3,40 para R$ 2,60 por ação.

Na bolsa, as ações são negociadas a R$ 2,59, uma queda de pouco mais de 10% no pregão de hoje. No mesmo horário, o Ibovespa recuava 1,37%, negociado a 126.772 pontos.

Distante da Cogna: os bons alunos

Quem se deu bem no relatório do BTG foi a Yduqs, que teve a recomendação de suas ações elevadas de “neutro” para “compra”. O novo preço-alvo para as ações também foi revisado de R$ 26 para R$ 28. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Com a ação em queda de aproximadamente 10% no último mês, vemos um bom ponto de entrada, apoiado por uma combinação de sólido momentum de ganhos, exposição a nichos mais resilientes, estrutura de capital menos onerosas e melhores perspectivas de fluxo de caixa livre”, destacam os analistas. 

Leia Também

Mas quem levou a nota dez na análise do BTG foi a Anima, que permanece como a melhor ação do setor na visão dos analistas. 

Em um cenário de crescimento reduzido no setor e com expansão mais contida das receitas, a Anima vem sendo negociada com desconto maior em relação aos seus pares.

O BTG estima um preço-alvo de R$ 7 para os papéis ANIM3 — e a ação é negociada na casa dos R$ 4,22, um potencial de alta de 65,8%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • PODCAST TOUROS E URSOS —  O ano das guerras, Trump rumo à Casa Branca e China mais fraca: o impacto nos mercados

O cenário da educação no Brasil

Seja qual for a empresa, a sala de aula — digo, o cenário — é o mesmo pela frente, e pode ser bastante desafiador. 

Começando pelo que pode impulsionar o setor, em outubro do ano passado, o Ministério da Saúde lançou o programa Mais Médicos 3.

Entre outras propostas, há a perspectiva de criação de cursos de medicina em regiões onde há carência desses profissionais.

Prós e contras

Em termos absolutos, o programa pretende criar dez mil vagas em faculdades de medicina em 116 regiões diferentes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mais de sete mil vagas devem ser abertas na iniciativa privada, sendo que o governo permitirá a criação de 5,7 mil vagas em novos cursos e a expansão de duas mil para os já existentes. Outras duas mil devem ser abertas nas universidades federais. 

Contudo, o efeito dessas medidas só deve ser sentido em quatro ou cinco anos. Levando em conta a pandemia de covid-19, entre 2020 e 2022, os impactos no setor só devem acontecer por volta de 2027 e 2028. 

Educação na Justiça

Desde 2018, uma decisão do Ministério da Educação (MEC) proibiu a criação de novos cursos de medicina, o que gerou uma reação das empresas do setor. 

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, concedeu uma liminar, que dizia que novas vagas para cursos de medicina devem ser abertas exclusivamente pelo programa Mais Médicos. No entanto, a decisão permite a avaliação dos pedidos pendentes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

São mais de 200 pedidos a serem avaliados pela Suprema Corte e o julgamento segue em um impasse. São dois votos a favor (Gilmar Mendes e Luiz Fux) e dois contra (Edson Fachin e Rosa Weber, que saiu do STF no ano passado). Outros 7 votos estão pendentes. 

Na avaliação do BTG, houve um aumento do risco para a invalidação dos pedidos feitos à Justiça pelas empresas de educação, o que pode aumentar as chances de um impacto negativo no setor. 

EAD em xeque

Por fim, o MEC também passou a adotar medidas que restringem o ensino à distância (EAD), especialmente após o novo governo assumir em 2023, visando aumentar a qualidade — ao invés da quantidade — desse tipo de curso.

Como medida principal, o governo suspendeu por 90 dias o processo de autorização para novos cursos à distância em 17 áreas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Não esperamos grandes impactos nas empresas listadas, pois elas ainda podem registrar alunos nesses cursos. Só estão impedidas de abrir novos”, destaca o relatório.

Foi só no início de janeiro que houve alguma sinalização de um progresso na proposta de criar um órgão para regular o EAD em termos de qualidade. Os impactos dessa medida no setor ainda precisam ser avaliados de maneira mais detalhada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
PRATO FEITO PARA INVESTIDORES

Arroz está muito barato, e expectativa é de queda na produção em 2026; veja como ação da Camil (CAML3) pode disparar até 81%, segundo o BTG

9 de janeiro de 2026 - 14:01

Para este ano, a estimativa é que os agricultores plantem menos arroz, o que pode levar à recuperação do valor da commodity, o que pode impulsionar o valor da ação da Camil

FREE FLOW

Sem fila nos pedágios: Motiva (MOTV3) e EcoRodovias (ECOR3) anunciam parceria para investir em plataforma digital

9 de janeiro de 2026 - 10:42

As empresas anunciaram um investimento conjunto para desenvolver e operar uma plataforma digital voltada para a gestão e processamento dos pagamentos de pedágios

XÔ, VOLATILIDADE

‘Queridinha’ de Barsi na mira da B3: empresa em recuperação judicial leva enquadro da bolsa — e não é a única

9 de janeiro de 2026 - 10:05

Paranapanema (PMAM3), em recuperação judicial, foi notificada para sair da condição de penny stock; entenda

PLANEJAMENTO

Calendário dos negócios em 2026: as datas que o empreendedor precisa ficar atento para faturar mais no ano

9 de janeiro de 2026 - 9:40

Além das datas tradicionais para o varejo, como o Dia das Mães e o Natal, o ano será marcado por feriados prolongados e Copa do Mundo

TENTATIVA FRUSTRADA

Novo revés para Vorcaro: Justiça dos EUA reconhece liquidação do Banco Master. O que acontece agora?

9 de janeiro de 2026 - 8:56

Decisão de tribunal da Flórida obriga credores e tribunais americanos a respeitarem o processo brasileiro

FUSÕES E AQUISIÇÕES

Rivais da Vale (VALE3) estão prestes a se unir: a negociação entre a Rio Tinto e a Glencore que pode criar uma gigante da mineração

8 de janeiro de 2026 - 19:52

A Rio Tinto tem um valor de mercado de cerca de US$142 bilhões, enquanto a Glencore está avaliada em US$65 bilhões de acordo com o último fechamento

DIVIDENDOS EM RISCO

BB Seguridade (BBSE3) na berlinda: Safra corta preço-alvo em R$ 8 e acende alerta sobre dividendos

8 de janeiro de 2026 - 19:48

Performance tímida da companhia em 2025 e a deterioração dos prêmios no agronegócio levaram o Safra a rever projeções; analistas enxergam crescimento zero nos próximos anos e recomendam venda da ação

BATALHA POR ESPAÇO

Amazon mostra o seu poder fogo na guerra do e-commerce; Mercado Livre (MELI34) e Shopee podem sentir efeitos, diz BTG

8 de janeiro de 2026 - 17:45

Com isenção de comissões e subsídios agressivos ao FBA, a gigante americana investe pesado para atrair vendedores, ganhar escala logística e enfrentar Mercado Livre e Shopee no coração do marketplace

FORA DA PRATELEIRA

Anvisa determina recolhimento de molho de tomate importado e suplementos por risco à saúde; veja se os produtos estão na sua casa

8 de janeiro de 2026 - 16:51

Agência suspendeu um lote de passata italiana após detectar fragmentos de vidro e proibiu suplementos com ingredientes irregulares e publicidade fora das normas

SINAL DE ALERTA

Espaçolaser (ESPA3) entra na mira da B3: empresa recebe enquadro para escapar do rótulo de penny stock; descubra os detalhes

8 de janeiro de 2026 - 16:25

Após registrar fechamentos abaixo de R$ 1, a Espaçolaser foi enquadrada pela B3 e corre risco de ser classificada como penny stock; companhia terá prazo para reverter a situação e evitar sanções como a exclusão de índices

MORTAS VIVAS

Quase sem vida, mas ainda de pé: o que são empresas zumbis e por que o Brasil lidera esse ranking entre os emergentes

8 de janeiro de 2026 - 15:16

Estudos indicam que quase 14% das empresas abertas no Brasil funcionam sem gerar lucro suficiente para honrar suas dívidas

QUEDA LIVRE

Apertem os cintos: Azul (AZUL54) despenca quase 86% em dois dias com diluição das ações

8 de janeiro de 2026 - 14:12

O que explica esse desempenho é a emissão de ações da companhia, para trocar parte de suas dívidas por participação.

ESTRATÉGIA REDESENHADA

Sabesp (SBSP3) entra em modo expansão em 2026 — e a Copasa pode ser o próximo passo. O que diz o CFO?

8 de janeiro de 2026 - 13:42

Em entrevista ao Money Times, Daniel Szlak fala sobre aceleração de capex, revisão de política de dividendos e a nova postura da companhia para aquisições

EM BUSCA DA EFICIÊNCIA

GPA (PCAR3) contrata consultoria dos EUA para auxiliar na redução de custos e ações sobem; confira os planos da companhia

8 de janeiro de 2026 - 12:11

A contratação servirá para dar suporte ao plano aprovado pelo conselho de administração em novembro

VAI FUNCIONAR?

Inteligência Artificial passa a prescrever remédios nos Estados Unidos. Vai dar certo?

8 de janeiro de 2026 - 9:02

Estado americano começa a testar modelo em que a inteligência artificial (IA) participa legalmente da renovação de prescrições médicas

HORA DA COLHEITA

Além da JBS (JBSS32): descubra as ações do agro que podem brilhar em 2026, segundo o BofA

7 de janeiro de 2026 - 17:47

Para o banco, desempenho tímido do setor em 2025 pode se transformar em alta neste ano com ciclo de juros menores

ENTRE RUÍDOS

A quem cabe reverter (ou não) a liquidação do Banco Master? Saiba quem manda no destino da instituição agora

7 de janeiro de 2026 - 16:24

Presidente do TCU afirma que Corte de Contas não tem poder para “desliquidar” banco; veja a quem caberia a decisão

O QUE COMPRAR?

Ânima (ANIM3), Cogna (COGN3), Yduqs (YDUQ3) e outras: quem ganhou 10 na ‘prova surpresa’ do JP Morgan?

7 de janeiro de 2026 - 16:00

Mudança nos critérios de avaliação do banco sacode as ações do setor: Ânima vira top pick e dispara fora do Ibovespa, Cogna entra na lista de compras, enquanto Yduqs e Afya perdem recomendação e caem na bolsa

HORA DE COMPRAR

Ozempic não é tudo: BofA aponta outros motores de alta para a Hypera (HYPE3) e projeta ganho de 37% para a ação

7 de janeiro de 2026 - 15:31

Relatório do Bank of America aponta potencial de valorização para os papéis sustentado não só pelos genéricos de semaglutida, mas também por um pipeline amplo e avanço na geração de caixa

CASO DE POLÍCIA

Ex-CEO da Hurb volta a se enrolar na Justiça após ser detido no Ceará com documento falso; entenda a situação

7 de janeiro de 2026 - 15:01

João Ricardo Mendes, fundador do antigo Hotel Urbano, recebe novo pedido de prisão preventiva após descumprir medidas judiciais e ser detido em aeroporto

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar