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No caso da JBS, é justamente o amplo portfólio da empresa que sustenta as visões otimistas dos analistas para a dona da Seara
Com receita recorde e lucro bilionário, a safra de balanços do segundo trimestre veio para reforçar o otimismo dos analistas com as ações da JBS (JBSS3). Depois do Bank of America (BofA), mais dois bancões de investimentos acabam de elevar as perspectivas para o frigorífico: o BB Investimentos (BB-BI) e o BTG Pactual.
Com recomendação de compra para as ações, o BB-BI fixou um preço-alvo de R$ 47 para o final de 2025 — bem acima do target anterior, de R$ 36,13 para o fim deste ano —, o que implica em uma valorização de 28,5% em relação ao último fechamento.
Por sua vez, o BTG também vê oportunidade para quem quer se tornar sócio do frigorífico. Os analistas elevaram o preço-alvo de R$ 35 para R$ 47 para os próximos 12 meses e mantiveram a recomendação de compra.
Poucas verdades são irrefutáveis nesta vida, mas uma delas é forte nos negócios: os benefícios da diversificação. Aliás, no caso da JBS, é justamente o amplo portfólio da empresa que sustenta as visões otimistas dos analistas para a dona da Seara.
Isso porque, enquanto o mercado de carne bovina dos Estados Unidos — principal segmento da JBS — continua com tendência negativa nas margens, a companhia conseguiu entregar resultados gerais fortes por conta do desempenho robusto de seus outros segmentos.
Se o gado fez peso negativo no segundo trimestre, o impulso do segmento de aves, a subsidiária Pilgrim’s Pride Corporation (PPC) e a marca Seara com desempenhos recordes mais do que compensaram as perdas.
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É importante destacar que as operações da JBS no Brasil e na Austrália, além da carne suína dos EUA, estão em momentos positivos dos seus respectivos ciclos, com margens sólidas em meio à desaceleração do ciclo norte-americano.
“Todos esses fatores, cujos benefícios são passíveis de captura pela companhia graças à sua diversificação geográfica e de proteína, têm permitido o incremento da rentabilidade das operações, compensando parcialmente o impacto negativo da JBS Beef North America diante do ciclo pecuário desfavorável e da inflação elevada nos EUA”, disse o BB-BI, em relatório.
Não fosse por isso, o balanço da JBS teria sido muito mais impactado pelo peso do resultado de carnes bovinas nos EUA, na avaliação dos analistas.
No entanto, a expectativa é que o mercado de aves se autorregule. Embora os próximos trimestres possam continuar a mostrar números fortes, os analistas preveem que esses patamares elevados são “insustentáveis”.
Já para a carne bovina nos EUA, a expectativa é que o cenário continue apertado em meio à redução da oferta de gado para o nível mais baixo em mais de 70 anos.
“Com menos gado disponível, os próximos anos provavelmente verão pressão contínua nas margens, à medida que os fazendeiros se concentram na reconstrução de seus rebanhos”, escreveu o BTG.
Nas projeções dos analistas, a inversão dessa tendência deve levar anos para acontecer e beneficiar os resultados dos frigoríficos — segundo o BTG, é improvável que vejamos melhorias antes de pelo menos 2027.
Para o BTG Pactual, depois de as ações mais do que dobrarem de valor na B3 nos últimos 12 meses, boa parte do potencial de alta da JBSS3 já aconteceu.
Mas ainda que as teses construtivas não sejam mais tão fortes, o banco ainda vê um rendimento de fluxo de caixa livre (FCFY) atraente para a JBS, com dividendos polpudos aos acionistas.
“Mais ganhos de ações provavelmente dependerão do forte impulso contínuo dos lucros. Ainda assim, preferimos a JBS em relação a outras ações de proteínas”, afirmaram os analistas.
Já para o BB Investimentos, mesmo que os papéis JBSS3 tenham acumulado alta de 55% em 2024, o bom momento deve permanecer ao longo dos próximos trimestres.
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